Mostrar mensagens com a etiqueta bruce springsteen. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bruce springsteen. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de maio de 2018

100 de 1978, n.º 10, Bruce Springsteen



DARKNESS ON THE EDGE OF TOWN
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)


Edição original: Columbia
Produtor(es): ruce Springsteen, Jon Landau



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

100 de 1975, n.º 5, Bruce Springsteen



BORN TO RUN
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)


Edição original: Columbia
Produtor(es): Bruce Springsteen, Mike Appel, Jon Landau



quarta-feira, 1 de abril de 2015

100 de 1973, n.º 63, Bruce Springsteen (rep.)



GREETINGS FROM ASBURY PARK, N.J.
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Mike Appel, Jim Cretecos
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Primeira etapa da carreira de Bruce Springsteen, "Greetings from Asbury Park, N.J.", trazia logo no título a referência incontornável ao estado que viu nascer e crescer o músico. Aos 23 anos, acompanhado por aqueles que viriam a ser conhecidos por E Street Band, Springsteen aparecia com um conjunto de temas folk com arranjos elétricos onde já falava com romance, poesia e esperança de episódios mais difíceis da vida urbana, naquela que rapidamente se tornou a imagem de marca do escritor de canções. Facilmente se compreendem as comparações com Bob Dylan, que tinha assinado pela Columbia uma década antes, e Van Morrison. Não vendeu muito, tal como o sucessor "The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle", do mesmo ano (mais abaixo nesta lista), mas ambos os discos fizeram de Springsteen um favorito da crítica.

quinta-feira, 26 de março de 2015

100 de 1973, n.º 69, Bruce Springsteen (rep.)



THE WILD, THE INNOCENT & THE E STREET SHUFFLE
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Mike Appel, Jim Cretecos
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Segundo álbum de Springsteen -- a estreia, com "Greetings From Asbury Park, N.J.", foi também neste ano de 1973 e é de esperarem encontrá-la também nesta lista, mais lá para a frente. Tido por muitos como um dos seus melhores trabalhos (e pelo próprio Springsteen que o tocou na íntegra num concerto no Madison Square Garden, há dois anos), ainda que apenas tenha tido reconhecimento comercial quando Springsteen explodiu para o mundo com "Born to Run", em 1975, este "The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle" ajuda, já nesta altura, a definir os contornos daquele que tem sido, na opinião deste vosso escriba, o confronto recorrente na história do músico mais icónico de Nova Jérsei: composições magníficas, algumas delas mesmo praticamente inumanas de tão fora-de-série que são, contra arranjos que frequentemente resvalam para a tina do azeite, daquele que escorre das secções de metais que realçam o que já está realçado por natureza, daquele que é salpicado pelos teclados que surgem mais altos do que tudo o resto apenas para ferirem os nossos ouvidos. E isto é tanto mais provável de acontecer quanto mais está envolvida a E Street Band, que aqui ainda não havia sido batizada como tal. Mas, atenção, nem este é o exemplo mais flagrante deste confronto, nem o azeite sai vencedor, nem o disco deixa de poder ser ouvido do princípio ao fim as vezes que queiramos, na época em que queiramos.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Um sonho hippie, n.º 2

"Um dia, quando o Ben Young era pequeno e nós procurávamos uma escola para ele, a Pegi ficou quase em lágrimas depois de uma vista de olhos particularmente deprimente que demos a uma sala de aula para deficientes, na Califórnia. Saiu-lhe então: 'por que é que não chamamos os nossos amigos, fazemos um concerto para angariar fundos e abrimos uma escola? Podíamos ter o Bruce Springsteen!' Limitei-me a olhar para ela, calado que fiquei com esta ideia audaciosa.
"Graças à sua bondade, o Bruce fê-lo e esgotou os nossos primeiros concertos. Abrimos a escola com estes fundos. O Bruce Springsteen é coisa séria. Estava no seu primeiro pico de carreira e a sua aparição foi magnífica a todos os níveis. (...)
"O Bruce ainda é meu amigo. Não falamos muito. Não precisamos de o fazer. Ele é genial e na sua própria liga. Eu não sou ele, nem ele é eu. Mas fazemos caminhos semelhantes, escrevendo e cantando o nosso tipo de canções pelo mundo fora, tal como o Bob e alguns outros cantautores. É uma espécie de fraternidade silenciosa. Ocupamos este espaço na mente das pessoas com a nossa música. No ano passado, perdi o homem à minha direita, o 'pedal steel guitarist' Ben Keith. Este ano, o Bruce perdeu o homem à sua direita, o saxofonista Clarence Clemons. É altura para outra conversa; os amigos podem ajudar-se uns aos outros apenas estando lá. Agora, cada um de nós vai olhar para a sua direita e ver um buraco gigantesco, uma memória, o passado e o futuro. Eu não tocarei com outro músico de 'pedal steel' tentando recriar as partes do Ben, e sei que o Bruce não tocará com outro homem do saxofone que tente fazer as do Clarence. Essas partes não vão voltar a acontecer. Já aconteceram. E isso tira muito dos nossos repertórios."


Neil Young, in "Waging Heavy Peace: A Hippie Dream" (Viking, 2012)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Concertos do ano

Eis a lista mais habitual no fim do ano para quem vem regularmente botar a vista no blogue amarelo. Não tanto pela crise (felizmente), mas antes pelo excesso de trabalho (felizmente) e por outras responsabilidades (felizmente), este foi ano de contenção no que à presença em salas de concertos diz respeito. Ao total, e se não houver mais nada até à próxima passagem de ano, foram pouco mais de 100 concertos. Entre estes, fica uma seleção possível de trinta que se destacaram. E o melhor concerto de 2012 para este que vos escreve, foi...

1. AMADOU & MARIAM, Gulbenkian (18/nov)
«E sentimo-nos felizes por nos terem deixado experimentar o bom que é reparar no que escutamos.» (mais aqui)

2. THURSTON MOORE, ZDB (13/mar)
3. DHAFER YOUSSEF, FMM (27/jul)
4. OUMOU SANGARÉ & BÉLA FLECK, FMM (21/jul)
5. MICHAEL GIRA, ZDB (30/mai)
6. RABIH ABOU-KHALIL GROUP & RICARDO RIBEIRO, Maré de Agosto (Santa Maria) (25/ago)
7. ROKIA TRAORÉ, Gulbenkian (21/out)
8. BRUCE SPRINGSTEEN, RiR (3/jun)
9. FATOUMATA DIAWARA, FMM (26/jul)
10. HUGH MASEKELA, FMM (28/jul)

11. ORCHESTRE NATIONAL DE JAZZ (AROUND ROBERT WYATT), CCB (29/mar)
12. STAFF BENDA BILILI, FMM (26/jul)
13. AL-MADAR, FMM (20/jul)
14. BOMBINO, FMM (19/jul)
15. MILTON NASCIMENTO & ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA & ANA MOURA & ANTÓNIO ZAMBUJO & CARMINHO, Alameda D. Afonso Henriques (30/jun)
16. BOMBINO, B.Leza (27/out)
17. L’ENFANCE ROUGE & LOFTI BOUCHNAK, FMM (20/jul)
18. MARC RIBOT Y LOS CUBANOS POSTIZOS, FMM (21/jul)
19. BLACK DICE, Musicbox (20/set)
20. DEAD COMBO FEAT. MARC RIBOT, FMM (21/jul)
21. THE EX, ZDB (14/nov)
22. THE VERY BEST, MexeFest (8/dez)
23. 2SEMICOLCHEIASINVERTIDAS, São Jorge (5/jan)
24. OSSO VAIDOSO, FMM (20/jul)
25. GALA DROP, ZDB (24/mai)
26. MÃO MORTA, São Jorge (1/jul)
27. NARASIRATO, FMM (19/jul)
28. HAMILTON DE HOLANDA & EDMAR CASTAÑEDA, Maré de Agosto (Santa Maria) (24/ago)
29. ASTILLERO, FMM (26/jul)
30. NEY MATOGROSSO, Praça do Comércio (22/set)

Nomeações honrosas, por ordem alfabética:
Batida, Beautify Junkyards, B Fachada, Bigott, Diabo a Sete, Ensemble Notte della Taranta, Jessica Kenney & Eyvind Kang, Kouyaté-Neerman, Lirinha, Mari Boine, Monobloco, Orquestra Todos, Sunflare

sexta-feira, 16 de março de 2012

sábado, 18 de fevereiro de 2012

100 discos de 1973, n.º 63



GREETINGS FROM ASBURY PARK, N.J.
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Mike Appel, Jim Cretecos
discogs allmusic wikipedia

Primeira etapa da carreira de Bruce Springsteen, "Greetings from Asbury Park, N.J.", trazia logo no título a referência incontornável ao estado que viu nascer e crescer o músico. Aos 23 anos, acompanhado por aqueles que viriam a ser conhecidos por E Street Band, Springsteen aparecia com um conjunto de temas folk com arranjos elétricos onde já falava com romance, poesia e esperança de episódios mais difíceis da vida urbana, naquela que rapidamente se tornou a imagem de marca do escritor de canções. Facilmente se compreendem as comparações com Bob Dylan, que tinha assinado pela Columbia uma década antes, e Van Morrison. Não vendeu muito, tal como o sucessor "The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle", do mesmo ano (mais abaixo nesta lista), mas ambos os discos fizeram de Springsteen um favorito da crítica.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

100 discos de 1973, n.º 69



THE WILD, THE INNOCENT & THE E STREET SHUFFLE
BRUCE SPRINGSTEEN (EUA)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Mike Appel, Jim Cretecos
discogs allmusic wikipedia

Segundo álbum de Springsteen -- a estreia, com "Greetings From Asbury Park, N.J.", foi também neste ano de 1973 e é de esperarem encontrá-la também nesta lista, mais lá para a frente. Tido por muitos como um dos seus melhores trabalhos (e pelo próprio Springsteen que o tocou na íntegra num concerto no Madison Square Garden, há dois anos), ainda que apenas tenha tido reconhecimento comercial quando Springsteen explodiu para o mundo com "Born to Run", em 1975, este "The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle" ajuda, já nesta altura, a definir os contornos daquele que tem sido, na opinião deste vosso escriba, o confronto recorrente na história do músico mais icónico de Nova Jérsei: composições magníficas, algumas delas mesmo praticamente inumanas de tão fora-de-série que são, contra arranjos que frequentemente resvalam para a tina do azeite, daquele que escorre das secções de metais que realçam o que já está realçado por natureza, daquele que é salpicado pelos teclados que surgem mais altos do que tudo o resto apenas para ferirem os nossos ouvidos. E isto é tanto mais provável de acontecer quanto mais está envolvida a E Street Band, que aqui ainda não havia sido batizada como tal. Mas, atenção, nem este é o exemplo mais flagrante deste confronto, nem o azeite sai vencedor, nem o disco deixa de poder ser ouvido do princípio ao fim as vezes que queiramos, na época em que queiramos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Pedidos para o 09, nº10

BRUCE SPRINGSTEEN
www.brucespringsteen.net

É altura para um peso-pesado. Se em 2008 fomos abençoados pela presença do senhor Young, este ano podíamos ser visitados pelo senhor Springsteen, não? Há álbum novo, "Working on a Dream", bastante interessante por sinal...

quarta-feira, 18 de agosto de 2004

O boicote

«Bruce Springsteen is doing a concert tour to dump President Bush. What's new? Springsteen criticized Reagan, bashed the New York police and said Bush should be impeached. He thinks making millions with a song-and-dance routine allows him to tell you how to vote. Here's my vote: Boycott the Boss. If you don't buy his politics, don't buy his music.»
Estas palavras pertencem a Marilyn O'Grady, candidata pela American Conservative Union (um lobby conservador norte-americano) ao Senado de Nova Iorque e têm sido divulgadas num spot televisivo com a designação "Boycott the Boss". Tudo isto porque Springsteen integra a digressão "Vote for Change", cujos objectivos visam alertar os votantes indecisos para a necessidade de acabar com a linhagem Bush na presidência dos EUA. Outros artistas, como R.E.M., Pearl Jam, Dave Matthews Band, Dixie Chicks, John Mellencamp, Kenny "Babyface" Edmonds, Jackson Browne, Bonnie Raitt, Keb' Mo', Jurassic 5, My Morning Jacket, James Taylor, John Fogerty, Bright Eyes e Death Cab for Cutie incluem o lote.