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terça-feira, 17 de maio de 2011

Não há nada como o ATP, a não ser outro ATP

Esqueçam tudo o que aqui já escrevi sobre festivais. O All Tomorrow's Parties de Inglaterra, curado pelos Animal Collective e realizado neste passado fim de semana no campo de férias Butlins, em Minehead, na sua edição de Primavera (a última, segundo a organização), ultrapassa não só tudo o que já experimentei no passado como toda a imaginação com que previamente viajei para o Somerset inglês.

Primeiro, como é óbvio, os concertos. Não só as melhores expetativas foram facilmente derrubadas, com uma ou outra exceção, como os pontos negros do cartaz, as zonas de ignorância em relação a algumas das escolhas dos AC acabaram por revelar-se belas surpresas.

Mas, depois, há tudo o resto que eleva este ATP a um evento fora do comum, em absoluto. O conforto de se ter morada naqueles pequenos apartamentos em chalets, próximos dos locais onde aconteciam os espetáculos. O convívio e a partilha do espaço entre público e artistas. A simpatia britânica dos empregados do Butlins, o campo de férias, ou dos elementos da organização. Até os seguranças musculados brincavam e deixavam que brincassem com eles. O público em número certo (poucos milhares), tornando possível percorrer todos os sítios do festival e assistir a todos os concertos com o máximo conforto possível. O próprio público em si, e tirando talvez a miudagem que foi para ver o Big Boi, é nitidamente constituído por pessoas que gostam abusivamente de música, como nós, que seguramente passam horas em lojas de discos e uma boa parte do seu tempo livre a assistir a concertos (e sem a proporção de hipsters e fashionistas que regularmente encontramos por cá!). E não batem palmas a acompanhar os concertos.

E há mais, ainda. Os curadores não programaram apenas o programa do festival. Nos chalets, as televisões tinham dois canais internos, um deles a cargo dos Animal Collective (muitos filmes de terror, muitos filmes de adolescentes dos anos 80, muitos filmes dos Sun City Girls) e outro gerido pela organização. O ciclo de cinema do fim de semana foi também escolhido pelos AC, com filmes de terror japoneses, documentários da Sublime Frequencies, etc.

É difícil, para os padrões habituais, imaginar como tal pode acontecer, mas não há qualquer publicidade oficial por terceiros patrocinadores no ATP. É qualidade de vida. Até nas bebidas havia mais de uma dezena de marcas de cerveja (e o mesmo para o whisky) para se escolher. Aqui o mais importante é a música, mesmo.

E na música, então, o que se passou? Logo na sexta-feira, ao segundo momento do cartaz, fomos brutalmente atropelados pela máquina de dança chamada Black Dice. Sim, máquina de dança. Não é que tenham mudado muito, mas o grupo está de regresso com uma postura mais "amigável". O noise continua, mas agora dançamos muito mais. E com o som cristalino e poderoso que o palco principal tinha para oferecer, os Dice transformam-se numa orquestra onde se percebe todas as fontes de som usadas em simultâneo, o noise é elevado ao estatuto de música erudita. Se o ATP fosse uma competição, tínhamos aqui os prováveis vencedores, logo ao segundo round. Demos mais um passo no avanço da surdez, mas saímos felizes desta experiência, tal como na performance a solo de um dos Dices, o Eric Copeland, no dia seguinte.

No segundo lugar da minha lista de preferências, ficaram os Gang Gang Dance. Entre temas antigos e novos, e mais uma vez beneficiando do som incrível do palco principal, os GGD fizeram a festa que se esperava. Tenho-o dito por brincadeira, mas com uma inescapável ponta de verdade: são uma das melhores bandas da atualidade. E ao vivo, superam os aparentemente insuperáveis discos. Ainda há dias saiu "Eye Contact" e já em palco se ouve uma versão completamente diferente (e excelente) do segundo single, "Mindkilla". Não foi possível estar parado ao som dos Gang Gang Dance. Que o diga a Kria Brekkan, ex-mulher de Avey Tare e também ela uma das convidadas para atuar neste ATP, que passou todo o concerto a dançar f-r-e-n-e-t-i-c-a-m-e-n-t-e em cima do palco. Há que rumar a Serralves para rever uma vez mais os Gang Gang Dance.

Para fechar este conjunto dos três concertos mais relevantes do fim de semana, para este vosso, temos os irmãos Bishop, no projeto The Brothers Unconnected, onde os dois prestam tributo a Charles Gocher, o terceiro membro dos Sun City Girls, falecido há cerca de quatro anos. O humor de Allan e Richard Bishop continua intocável, enquanto se referem às baladas irlandesas e mexicanas que transportam do catálogo dos SCG para o palco e se metem com o público. Foi pena ter sido tão curto. Na verdade, a ter que apontar um defeito ao ATP (e, na verdade, a todos os festivais), só talvez mesmo a curta duração (45 minutos a uma hora) de alguns dos concertos.



O que dizer, então, dos mestres de cerimónia, dos padrinhos, dos mordomos, dos curadores Animal Collective? Fizeram mais ou menos o mesmo concerto por duas vezes, sábado e domingo. A perspetiva de afluência de público em maior número terá condicionado esta opção. No primeiro, e porque em casa de ferreiro, espeto de pau, tiveram um som péssimo. No segundo, já tiveram direito ao tratamento de que os seus próprios convidados beneficiaram naquele mesmo palco, mas ainda assim, estiveram algo longe de oferecerem os melhores momentos do festival. Ao contrário dos Gang Gang Dance ou até dos Black Dice, onde a experimentação surge hoje de uma forma talvez menos expontânea, mas mais cuidada, sem deixar de ser arriscada, os AC contornaram essa mudança procurando voltar no tempo, regressar ao formato de banda rock, com o Noah Lennox desterrado para a bateria, numa altura em que se calhar já não são propriamente uma banda. Foram inúmeros os temas novos a serem apresentados, algo que não é tão incomum assim (afinal, quanto tempo antes da saída do álbum começámos a ouvir youtubes dos temas do Merriweather Post Pavillion?), mas ainda há muito a fazer até que os temas cheguem a bom porto. A história da música popular dá-nos inúmeros exemplos de super-bandas que, com o avançar dos anos, viram os seus elementos mudar de quotidianos, viverem até em continentes diferentes (como é o caso aqui). Algumas dessas bandas souberam adaptar-se e continuar em grande, outras desapareceram em álbuns e carreiras de sucesso monetário mas de qualidade duvidosa. Os Animal Collective deste fim de semana mostraram que ainda têm que fazer para voltarem a ser um grupo. Esperemos que a digressão europeia venha a ajudar e que em Julho já cá os tenhamos na forma que nos habituaram em todas as vezes que por cá passaram (bom, excetuando a do Número festival).

Ao longo do fim de semana, houve muitos outros bons motivos para se andar nas nuvens. Os Beach House, por exemplo, foram mágicos. E tiveram também direito ao magnífico som... já vos falei do som do palco principal, não? Mágicas também, absolutamente mágicas, foram as irmãs Larson, as Prince Rama, aqui acompanhadas pela dançarina brasileira Melissa Huser. Como diz Taraka Larson na visão religiosa no seu facebook, "fall in love everyday"... Não há como perdê-las no Lounge, no mês que vem. Peter Kember, o Spectrum, trouxe um espetáculo não muito diferente daquele que deu no Primavera, há dois anos (excelente, portanto). A maliana Khaira Arby, prima do falecido Ali Farka Touré, começou muito bem (e assim deve ter continuado, mas os Gang Gang Dance tocavam à mesma hora, pelo que a partir de certo momento, houve que escolher). Também do deserto do Saara, estiveram por lá os Group Doueh, com um espetáculo semelhante ao que trouxeram à Gulbenkian, há dois anos. Os ingleses ficaram loucos. No campo dos compositores e artistas mais avançados na idade, importa ainda referir os concertos de Terry Riley e de Tony Conrad. O primeiro veio acompanhado do seu filho Gyan. Pai no piano e filho na guitarra clássica: uma união perfeita, mas a horas que o cansaço começava a levar a melhor. Conrad não veio com Genesis P-Orridge mas esteve acompanhado de uma performer vocal fora de série, para uma hora de improvisação notável.

E o que houve de principais surpresas? Para já, o contrário, uma desilusão daquilo que antes tinha sido uma surpresa: Thinking Fellers Union Local 282. A sério, se não conhecem nada destes norte-americanos, como eu não conhecia até há poucas semanas, vão já ouvir os discos deles. São obrigatórios e é um caso estranho serem tão pouco conhecidos deste lado do Atlântico. O concerto, todavia, foi estranhamente banal. Já os Meat Puppets não desiludiram nesse aspeto. Mas no que ao rock diz respeito, houve neste fim de semana duas boas surpresas: os Soldiers of Fortune e os The Entrance Band. Os primeiros vieram de Nova Iorque com um autocarro desgovernado de guitarras armadas para batalhas épicas. Os segundos, de Chicago, vieram piscarem o olho às bandas inglesas que nos anos 80 construíam templos de adoração ao reverb, dos Killing Joje aos Bunnymen.

Houve mais, claro. E houve coisas que não foi posível ver. Mais tempo houvesse, mais os pés ajudassem e, por uma vez ou outra, com a ajuda do poder da ubiquidade, teria sido possível ir a tudo. Porque iria valer a pena, quase de certeza. Assim como vai valer a pena voltar um dia ao ATP, não ao de Maio, porque não este foi o último, mas ao de Dezembro. Na edição deste ano, o curador vai ser Jeff Mangum (Neutral Milk Hotel).

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O melhor de vários mundos num... campo de férias inglês

ATP em Minehead, Inglaterra, este fim de semana. Em teoria, parece ser a ideia perfeita de festival. Convida-se um artista reconhecido, bem relacionado e bem inserido a programar o cartaz, leva-se toda a gente para um campo de férias à inglesa no litoral, com chalets e apartamentos onde pernoitar, cozinhar e fazer tudo o mais o que se queira fazer no recato da privacidade e conforto de algo a que possamos chamar casa durante três dias (adeus campismo), onde artistas e público convivem (adeus VIPs) e tudo o mais que há para descobrir nestes dias que se seguem.

Mais, sendo os padrinhos da festa deste ano os Animal Collective, é de esperar o cuidado em relação a três fatores fundamentais para a importância de um festival de música (pelo menos, na escala de apreciação deste vosso): pertinência, diversidade e risco nas escolhas. Na pertinência, alguns dos melhores grupos da atualidade vão passar por lá (os próprios AC, os Gang Gang Dance, os Prince Rama, os Beach House, os Spectrum, os irmãos Bishop, o Actress, só para citar alguns dos mais conhecidos. Na diversidade, não fica muito por dizer quando se olha para o cartaz e se vê a malta dos loops (os AC, o Highlife, o Teengirl Fantasy, por exemplo), a malta das músicas do mundo (a Sublime Frequencies está representada, não só no Group Doueh, mas em várias iniciativas, como o programa de cinema; há ainda Lee 'Scratch' Perry e a maliana Khaira Arby, entre outros nomes), a malta da pop etérea (a Grouper ou a Kria Brekkan, dos Múm), os compositores vanguardistas (Terry Riley e Tony Conrad), as bandas do rock alternativo americano dos anos 80 e 90 (os Meat Puppets e, especial atenção, os incríveis Thinking Fellers Union Local 282!), a malta do rock desconchavado (a Micachu, o Atlas Sound), a malta das eletrónicas (Vladislav Delay, Omar S, Actress, ...) e tantas outras coisas. E, finalmente, temos o risco - apesar de ser Inglaterra, um cartaz deste género, sem um daqueles nomes que arrastam milhares de pessoas, como costuma fazer o Primavera, por exemplo (os AC bem quiseram levar também os Daft Punk ou o Neil Young, mas o orçamento do ATP não chegava), não é propriamente a coisa mais óbvia do mundo.

Começa amanhã, sexta-feira e acaba pelas cinco da manhã de segunda-feira. Vai ser o último ATP de Primavera em Inglaterra, soube-se há poucas semanas, o que ainda vem fazer subir mais a cotação deste fim de semana. Se tudo correr bem, haverá reportagem aqui, com fotos de miúdas bonitas como a Taraka Larson dos Prince Rama.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A mixtape dos curadores, volume dois

Há semanas, os Animal Collective, que são os programadores do próximo ATP de Minehead, em Inglaterra, disponibilizaram uma compilação com os artistas por eles convidados. Eis que voltam à carga com um segundo volume:

ATP Animal Collective Mix Vol. 2 by All Tomorrows Parties

00:00 Walkabout - Atlas Sound (Featuring Panda Bear)
03:54 Golden Phone - Micachu And The Shapes
06:33 Psychotic Photosynthesis - Omar-S
17:07 F Kenya Rip - Highlife
22:40 Physical Memory - Oneohtrix Point Never
33:26 Armour - Kria Brekkan
35:14 The Ecstasy (At The Summit) - Terry Riley
40:37 Tunnel Rats - Soldiers Of Fortune

terça-feira, 22 de março de 2011

A mixtape dos curadores

Os Animal Collective são os curadores do próximo ATP de Minehead, no Reino Unido, no próximo mês de Maio. Ontem deixaram no soundclound uma mixtape com os sons da gente que convidaram para o festival:

ATP Animal Collective Mix by All Tomorrows Parties

00:00 OV (extract) - Orthrelm
01:38 Fireworks - Animal Collective
08:21 Norway - Beach House
12:23 Credit - Ariel Pink's Haunted Graffiti
15:45 House Jam (XXXChange remix) - Gang Gang Dance
20:12 Heavy Water/I'd Rather Be Sleeping - Grouper
23:00 Cheaters - Teengirl Fantasy
29:07 Shina Blockas - Big Boi feat. Gucci Mane
32:43 Freeway - Kurt Vile
35:15 Up On The Sun - Meat Puppets
39:14 Vacuum Boogie - Floating Points
45:17 High Road - Deradoorian
50:52 Goumou - Khaira Arby
56:06 Oh Paris! - Dent May & His Magnificent Ukulele
58:46 Gentleman's Lament - Thinking Fellers Union Local 282
61:31 Night Cream - Black Dice
67:01 Discover Your Colors - Ear Pwr
70:13 I've Got Drugs (Out Of The Mist) - The Frogs
72:31 Trashy Boys - Tickley Feather
77:17 Good Time - Yi Yi Thant & Aung Heina
81:40 Rookoobay - The Brothers Unconnected
85:13 Grim Reaper Blues (live in Big Sur) - The Entrance Band
92:26 Mawak Lakhaal - Group Doueh
95:55 Raghupati - Prince Rama
101:07 How You Satisfy Me - Spectrum
105:16 Catch Attack - Drawlings
109:14 Al Anon - Eric Copeland
113:10 Melankolia (edit) - Vladislav Delay
122:01 Four Violins (extract) - Tony Conrad
127:34 Wended V - Mick Barr
135:45 Fuck Mixing, Let's Dance - Zomby

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

É viajar, gentes

Cartaz do Coachella (Indio, Califórnia, 15 a 17 de Abril):

!!!, 12th Planet, Afrojack, Ariel Pink's Haunted Graffiti, A-Trak, Beardyman, Black Joe Lewis and the Honeybears, Boys Noize, Brandon Flowers, Brandt Brauer Frick, Breakage, Caifanes, Cee Lo Green, Clare Maguire, Cold Cave, Cold War Kids, Crystal Castles, Cut Copy, Emicida, Erick Morillo, Excision, Flogging Molly, Gayngs, Glasser G.Q., Gypsy and the Cat, Hurts, Interpol, Jakes, Kele, Kings of Leon, Klaxons, Kyle Hall, Magnetic Man, Marina and the Diamonds, Monarchy, Mount Kimbie, Moving Units, Ms. Lauryn Hill, Nosaj Thing, OFWGKTA, Omar Rodriguez Lopez, Ozomatli, Robyn, Sander Kleinenberg, Sasha, Scala & Kolacny Bros., Skrillex, Sleigh Bells, Tame Impala, The Aquabats, The Black Keys, The Chemical Brothers, The Drums, The Morning Benders, The Pains of Being Pure at Heart, The Rural Alberta Advantage, Titus Andronicus, Warpaint, YACHT, Alf Alpha, Andy C, Animal Collective, Arcade Fire, Big Audio Dynamite, Bomba Estereo, Bright Eyes, Broken Social Scene, Cage the Elephant, Chuckie, Cults, Daedelus, Delta Sprirt, DJ Hype, DJ Kentaro, DJ Marky, EE, Elbow, Electric Touch, Empire of the Sun, Erykah Badu, Fat Freddy's Drop, Fedde Le Grand, Foals, Francis and the Lights, Freelance Whales, Gogol Bordello, Goth Trad, Here We Go Magic, Jenny and Johnny, Joachim Garraud, Laidback Luke, Lil’ B The Based God, Mariachi El Bronx, Mary Anne Hobbs, Mumford & Sons, One Day as a Lion, Paul van Dyk, Phosphorescent, Raphael Saadiq, Ras G, SBTRKT, Scissor Sisters, Shpongle presents The Shpongletron Experience, Steve Angello, Thao with the Get Down Stay Down, The Felice Brothers, The Henry Clay People, The Joy Formidable, The London Suede, The Kills, The Love Language, The New Pornographers, The Radio Dept., The Swell Season, The Tallest Man on Earth, The Twelves, Trampled by Turtles, Two Door Cinema Club, Wire, Yelle, Angus and Julia Stone, Axwell, Best Coast, Bloody Beetroots Death Crew 77, Caspa, Chromeo, City and Colour, CSS, Death From Above 1979, Delorean, DJ Zinc, Duck Sauce, Duran Duran, Eliza Doolittle, Ellie Goulding, Fistful of Mercy, Foster the People, fun., Good Old War, Gord Downie, Green Velvet, HEALTH, High Contrast, Jack Beats, Jack's Mannequin, Joy Orbison, Kanye West, Kode9, Jimmy Eat World, Leftfield, Lightning Bolt, Lorn, Los Bunkers, MEN, Menomena, Nas & Damian Marley, Neon Trees, New Pants, OFF!, Phantogram, PJ Harvey, Plan B, Ramadanman, Ratatat, Riva Starr, Roska, Rye Rye, She Wants Revenge, Sven Vath, Take, Terror Danjah, The National, The Presets, The Strokes, Thunderball, Trentemoller, Tinie Tempah, Tokimonsta, Twin Shadow, Wiz Khalifa, Zed Bias


Cartaz (ainda por fechar) do ATP curado pelos Animal Collective (Minehead, 13 a 15 de Maio)

Animal Collective, Big Boi (Outkast), Beach House, Gang Gang Dance, Lee 'Scratch' Perry, Terry Riley, Ariel Pinl's Haunted Graffiti, Thinking Fellers Union Local 282, Black Dice, Atlas Sound, Meat Puppets performing Up On the Sun, The Frogs performing It's Only Right & Natural, I.U.D., Micachu and the Shapes, Omar-S, Prince Rama, Spectrum, Dent May, Group Doueh, The Brothers Unconnected (Sun City Girls), Slubime Frequencies DJs + Films, Deradoorian, Zomby, Vladislav Delay, The Entrance Band, Orthrelm, Tickley Feather, Drawlings, Teengirl Fantasy, Kría Brekkan, Eric Copeland (Black Dice), Ear Pwr, Floating Points, Mick Barr (solo) e Highlife.


Cartaz do Primavera Sound (Barcelona, 26 a 28 de Maio)

Aias, Animal Collective, Ariel Pink's Haunted Graffiti, Autolux, Belle & Sebastian, Blank Dogs, BMX Bandits, Caribou, Cloud Nothings, Comet Gain, Dan Melchior und Das Menace, Das Racist, Deakin, Dean Wareham plays Galaxie 500, Echo & The Bunnymen performing Heaven Up Here & Crocodiles, Emeralds, Factory Floor, Fleet Foxes, Games, Gang Gang Dance, Grinderman, Half Japanese, Islet, John Cale & Band + Orchestra perform PARIS 1919, Julian Lynch, Las Robertas, Lichens, Low, Male Bonding, Me And The Bees, Mercury Rev perform Deserter's Songs, Mogwai, Money Mark, My Teenage Stride, Nisennenmondai, Oneohtrix Point Never, Papas Fritas, Phosphorescent, Pissed Jeans, Pulp, Salem, Seefeel, Shellac, Sonny & The Sunsets, Suicide, Swans, Tennis, The Album Leaf, The Fiery Furnaces, The Flaming Lips, The Fresh & Onlys, The Jon Spencer Blues Explosion, The National, The Vaccines, The Walkmen, Triángulo De Amor Bizarro, Twin Shadow, Wolf People e Yuck.

sábado, 30 de outubro de 2010

E que tal uma viagenzita? (ATP)

Falava aqui, há semanas, qual agência de viagens, de algumas propostas de concertos lá fora. Ao alcance de uma viagem, temos a oportunidade de ver nomes como godspeed you! black emperor, Einstürzende Neubauten, The Pogues, Swans (entretanto, já se sabe que a digressão, agora aumentada, vai passar por cá) e Jonathan Richman (este já foi).

Surge, entretanto, mais uma destas propostas: o All Tomorrow's Parties, na versão original do festival, ou seja, em Inglaterra. Os curadores da edição de 2011 do festival de Minehead (condado de Devon, no sudoeste de Inglaterra) serão os Animal Collective. Já há datas, 13 a 15 de Maio, já há programa, ou parte dele, e os bilhetes foram ontem postos à venda. É isto o que já se conhece do cartaz:

ANIMAL COLLECTIVE
GANG GANG DANCE
LEE SCRATCH PERRY
ARIEL PINK'S HAUNTED GRAFFITI
BROADCAST
BLACK DICE
MEAT PUPPETS (tocarão o álbum "Up On The Sun")
THE FROGS (tocarão o álbum "It's Only Right & Natural")
IUD
OMAR-S
PRINCE RAMA
SPECTRUM
DENT MAY
GROUP DOUEH
THE BROTHERS UNCONNECTED
SUBLIME FREQUENCIES (DJs e filmes)
DERADOORIAN
ZOMBY
VLADISLAV DELAY

Mais informações, bilhetes, etc., em www.atpfestival.com