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sábado, 14 de dezembro de 2019

100 de 1979, n.º 18, Leonard Cohen



RECENT SONGS
LEONARD COHEN (Canadá)


Edição original: Columbia
Produtor(es): Leonard Cohen, Henry Lewy



terça-feira, 18 de julho de 2017

100 de 1977, n.º 28, Leonard Cohen



DEATH OF A LADIES' MAN
LEONARD COHEN (Canadá)


Edição original: Warner Bros.
Produtor(es): Phil Spector



segunda-feira, 30 de maio de 2016

100 de 1974, n.º 37, Leonard Cohen



NEW SKIN FOR THE OLD CEREMONY
LEONARD COHEN (Canadá)


Edição original: Columbia
Produtor(es): Leonard Cohen, John Lissauer



segunda-feira, 20 de abril de 2015

100 de 1973, n.º 44, Leonard Cohen (rep.)



LIVE SONGS
LEONARD COHEN (Canadá)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Bob Johnston
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

«Now I know that you're sitting there deep in your velvet seats and you're thinking 'Uh, he's up there saying something that he thinks about, but I'll never have to sing that song.' But I promise you friends, that you're going to be singing this song: it may not be tonight, it may not be tomorrow, but one day you'll be on your knees and I want you to know the words when the time comes. Because you're going to have to sing it to yourself, or to another, or to your brother. You're going to have to learn to sing this song.»
In "Please Don't Pass Me By (A Disgrace)"

Não é o primeiro disco ao vivo nesta lista, nem vai ser o último. "Live Songs" documenta Leonard Cohen ao vivo em vários palcos europeus, no início da década, incluindo a passagem pelo mítico festival da ilha de Wight de 1970, com "Tonight Will Be Fine". Do reportório captado para o disco fazem essencialmente parte temas de "Songs from a Room" (1969), o segundo álbum de estúdio do canadiano. Os outros são inéditos, entre os quais "Please Don't Pass Me By (A Disgrace)", uma longa canção de 13 minutos que sob o tom ligeiro da música, daquele a que o público facilmente adere ao singalong e às palminhas, mostra o Cohen interventivo, mordaz, profundo na exploração de temas sociais e humanistas. É daqueles discos que dá vontade de aplaudir de pé no final.

sexta-feira, 9 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 44



LIVE SONGS
LEONARD COHEN (Canadá)
Edição original: Columbia
Produtor(es): Bob Johnston
discogs allmusic wikipedia

«Now I know that you're sitting there deep in your velvet seats and you're thinking 'Uh, he's up there saying something that he thinks about, but I'll never have to sing that song.' But I promise you friends, that you're going to be singing this song: it may not be tonight, it may not be tomorrow, but one day you'll be on your knees and I want you to know the words when the time comes. Because you're going to have to sing it to yourself, or to another, or to your brother. You're going to have to learn to sing this song.»
In "Please Don't Pass Me By (A Disgrace)"

Não é o primeiro disco ao vivo nesta lista, nem vai ser o último. "Live Songs" documenta Leonard Cohen ao vivo em vários palcos europeus, no início da década, incluindo a passagem pelo mítico festival da ilha de Wight de 1970, com "Tonight Will Be Fine". Do reportório captado para o disco fazem essencialmente parte temas de "Songs from a Room" (1969), o segundo álbum de estúdio do canadiano. Os outros são inéditos, entre os quais "Please Don't Pass Me By (A Disgrace)" (youtube abaixo), uma longa canção de 13 minutos que sob o tom ligeiro da música, daquele a que o público facilmente adere ao singalong e às palminhas, mostra o Cohen interventivo, mordaz, profundo na exploração de temas sociais e humanistas. É daqueles discos que dá vontade de aplaudir de pé no final.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O novo de Cohen em pré-escuta

Gostaríamos de saber como é que a NPR consegue sempre. Aqui estão a eles a oferecer, para pré-escuta, mais um álbum daqueles que aguardamos ansiosos, "Old Ideas", o novo álbum de originais de Leonard Cohen. Há seis anos que não havia disco de estúdio novo. Sai no final do mês.



terça-feira, 24 de março de 2009

Leonard Cohen de volta

Alegrem-se todos aqueles que não puderam ver Leonard Cohen no ano passado. O músico canadiano vai regressar ao nosso país para um concerto no Pavilhão Atlântico, dia 30 de Julho, pela mão da Everything is New, conforme revela o Blitz.pt. Os bilhetes são postos à venda na próxima quinta-feira, com preços entre os 30 e os 75 euros:

PLATEIA VIP * 75,00 EUROS
PLATEIA A * 55,00 EUROS
PLATEIA B * 45,00 EUROS
BALCÃO 0 A * 65,00 EUROS
BALCÃO 0 B * 50,00 EUROS
BALCÃO 0 C * 45,00 EUROS
BALCÃO 1 A * 55,00 EUROS
BALCÃO 1 B * 45,00 EUROS
BALCÃO 1 C * 40,00 EUROS
BALCÃO 2 * 30,00 EUROS

sexta-feira, 14 de março de 2008

Os bilhetes para Leonard Cohen...

...são só para quem usa bolsos largos. O preço que se segue ainda será provisório, uma vez que é de um agente externo de ticketing (nem a promotora do concerto, nem o management de Cohen, nem a ticketline.pt revelaram os preços oficiais), mas dá para ter uma ideia do que poderão vir a custar os bilhetes do Concerto de a 19 de Julho no Passeio Marítimo de Algés:

19-07-2008 Seated Tickets Category 2
Start: 20.00 Price: € 175,00 (£ 127,75) Venue: Passeio Maritimo Alges, Lisbon, Portugal
19-07-2008 Seated Tickets Category 1
Start: 20.00 Price: € 195,00 (£ 142,35) Venue: Passeio Maritimo Alges, Lisbon, Portugal

(ver aqui).

Lá por fora, a diferença não é muito grande. Já falando em termos de preços oficiais, Dublim vai ter bilhetes entre €88 e €115, ao passo que Londres terá entre 50 a 75 libras, só para citar dois exemplos já divulgados.

terça-feira, 11 de março de 2008

Leonard Cohen! Parece que sim!

A Blitz apanhou a informação veiculada pelo site oficial de Leonard Cohen. A digressão do cantor canadiano vai passar por... Lisboa!

19-Jul-08 Lisbon, Portugal Passeio Maritimo

Ainda não há confirmações por cá, nem sequer se sabe ao certo que "passeio marítimo" é este.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Cohen, 20 anos depois?

Não é todos os dias que se ouve anunciar uma digressão de Leonard Cohen. O poeta e cantor canadiano prepara-se, de facto, para uma digressão pela América do Norte, em Maio, e pela Europa, no Verão. Só em Fevereiro se saberá mais sobre as datas que farão parte desta digressão, mas em Portugal houve quem já começasse a mostrar o interesse por ter o senhor Cohen de volta, 20 anos depois do concerto no Coliseu. Numa petição dirigida ao próprio (ei, malta, faria mais sentido que a petição fosse dirigida aos promotores nacionais, mas vai dar ao mesmo), pede-se que Portugal seja incluído no roteiro desta digressão, a qual, dada a idade de Cohen (73 anos) e o seu carácter arredio do mundo do show-biz, pode bem ser a última...
Por favor, é assinar:
www.petitiononline.com/Cohen08/petition.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Amores e preconceitos

A história do rock é feita de idolatrias absurdas. Isto, claro, de um ponto de vista estritamente racional. Mas basta virar a moeda para perceber que essa mesma história é também feita de preconceitos igualmente absurdos. Muitas das vezes, o tempo faz com que uma idolatria se transforme em preconceito, e vice-versa, quer tenhamos por referência as massas de ouvintes, com as modas que fluem pela sarjeta abaixo até que mais tarde ressurjam como rios de mel (ou de azeite), quer olhemos para nós próprios e para a forma como crescemos a ouvir música, isto é, a amar o ódio de ontem ou a desprezar a paixão de outrora.

Se alguns destes eventuais objectos de idolatria e preconceito ainda tem a sorte de serem apanhados no vai-vem amoroso acabado de descrever, outros há que, porém, ficaram para sempre no mais pequeno dos apeadeiros desta linha circular, pelo menos em determinadas escolas de pensamento. Certas associações de ideias, certos fenómenos, certos passos errados e, lá está, uma grande dose de preconceito fizeram com que grupos como os Sisters of Mercy, por exemplo, ficassem irremediavelmente associados ao pior do goth rock, esse lado menor, para muitos ouvidos pensantes da actualidade, do pós-punk dos anos 80. Não deixa, porém, de ser engraçado constatar que aquele tal vai-vem proporciona coisas engraçadas como o regresso do próprio pós-punk, hoje presente em qualquer escaparate de novidades de rock, ou até mesmo ao regresso de alguns daqueles contornos góticos, particularmente evidentes nos Gang Gang Dance, por exemplo, ou no novo álbum dos Liars. Até a secção rítmica dos portugueses X-Wife -- sim, X-Wife -- é claramente devedora do que o Dr. Avalanche e Craig Adams faziam nos anos 80. Do mal o menos: se uns ficaram com a (má) fama, os outros que tirem o (bom) proveito.

De onde terá vindo o preconceito? Do tom negro com que eram tingidos alguns dos temas, como aliás acontecia com praticamente toda a new wave? Da roupa preta? Toda a gente usava preto nos anos 80 e até o próprio Andrew Eldritch dizia numa entrevista que assim o faziam nessa altura -- sim, porque depois veio o branco -- pois se tornava mais fácil lavar toda a roupa ao mesmo tempo nas lavandarias, quando andavam em digressão. Por causa do nome, retirado de uma das mais brilhantes, senão mesmo a mais brilhante das canções de Leonard Cohen? Alguém que esteja do outro lado da barricada, do lado do desafecto, conseguirá responder a esta pergunta?

Tudo isto para dizer que os Sisters of Mercy vão regressar ao Coliseu dos Recreios, a 5 de Abril, quinze anos depois de os ter visto naquele mesmo local, e que vou procurar repetir a presença, sem qualquer espécie de pudor. Negar um álbum como "First and Last and Always" e todos os singles e EPs que o precedem é como rasgar uma página importante da história do rock dos últimos trinta anos.