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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Alive, uma cápsula do tempo em forma de festival

A última bomba no cartaz do Alive é a presença de Tricky e Martina Topley-Bird para um concerto onde irão recuperar "Maxinquaye", o álbum de estreia, lançado em 1995. Tricky, que toca no dia 14 de julho, junta-se a um alinhamento em que alguns dos nomes principais são... Radiohead, Stone Roses, The Cure, Radiohead, Mazzy Star. Também há alguns novos, com certeza, mas quase ninguém, passe algum exagero, repara neles. O mote das conversas é e será "vais ver Radiohead?", "vais ver Tricky?". Não é mau, não é bom per se. É apenas curioso que assim aconteça. Há 15 ou 20 anos, quando estes grupos vendiam que se fartavam, mesmo por cá, a Xfm, que os lançou entre nós, foi à vida. Hoje fazem letra grande num (belo) cartaz.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Death in Vegas no Alive

A Everything is New acabou de anunciar mais um nome para o Alive: os Death in Vegas vão atuar no palco secundário a 13 de julho, o primeiro dia do festival.

Já passaram muitos anos e, nestas coisas, a água não costuma passar mais do que uma vez por debaixo da mesma ponte. O último álbum do grupo, lançado em setembro passado, parece também não prometer muito (youtube do single mais abaixo). Em todo o caso, numa nota pessoal, devo aqui ir aos arrumos da memória para recordar uma noite do Sonar 2000, em Barcelona, em que os Death in Vegas deram um daqueles concertos a que ninguém conseguiu ficar indiferente. No mesmo ano, dois ou três meses depois, os testemunhos que chegaram do mítico festival Arcos de Valdevez eram muito semelhantes...

O Alive tem lugar, como é habitual, no Passeio Marítimo de Algés, e tem no cartaz, até agora: Stone Roses, Justice, Snow Patrol, LostProphets, Refused, Death in Vegas, Lmfao, Dum Dum Girls e Miúda (dia 13); The Cure, Florence + The Machine, Mumford and Sons, The Antlers, Here We Go Magic, Katy B, Sebastian, Big Deal, Lisa Hannigan e Awolnation (dia 14); Radiohead, Caribou, The Kooks, Paus, Mazzy Star, The Kills, Metronomy, The Maccabees, Warpaint, Sbtrkt e Miles Kane (dia 15). Os bilhetes diários custam 53 euros e os passes para os três dias, 105, havendo ainda outras combinações para o uso do campismo e dos comboios.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O velho jornalismo de sempre? Não.

A cobertura mediática dos festivais de Verão tem vindo a crescer. É natural. Há cada vez mais festivais, há cada vez mais público (bilhetes e passes esgotam cada vez com maior frequência, mesmo em tempo de crise), parece haver cada vez mais investimento das marcas, etc. A exposição mediática é tal que, hoje em dia, e nas faixas etárias mais jovens, deverá ser motivo para alguma ostracização social não ir aos festivais mais badalados.

Na generalidade dos casos, essa tal cobertura mediática continua a restringir-se a dois ou três tipos de formatos. Primeiro, a tradicional cobertura em modo de crítica aos eventos, com reportagens aos concertos escritas ou relatadas por especialistas, por vezes muito boas, por vezes muito fracas, muito convencionais, muito conservadoras. Segundo, nas televisões e em publicações menos sérias, a cobertura de aspetos mais sociais do evento, ignorando ou deturpando até o que se passa em palco e sempre no mesmo tom, sempre com a mesma fórmula. Há ainda um terceiro formato, cada vez mais em voga, que é aquele que decorre, por ligação direta, das agendas das marcas envolvidas nos eventos. Mas desse nem vale a pena escrever mais uma palavra que seja.

Mais do que isto, convenhamos, é coisa rara. Não há tradição de jornalismo assente num pouco mais de investigação, de cobertura de aspetos nunca ou raramente tratados. Ainda há dias, aqui me referia ao facto de pouco se falar, por cá, do funcionamento da indústria discográfica, por exemplo.

As coisas raras merecem, por isso mesmo, serem destacadas. É o que acontece com esta peça assinada pela jornalista Nídia Faria, que hoje aparece na edição do Público:

Os jovens que arriscam entrar à borla nos festivais
Contudo, apesar da PSP no local, houve quem entrasse à borla no Alive. Paulo, Catarina e João enganaram a segurança. Têm vinte e poucos anos e acham que, em tempo de crise, é no poupar que está o ganho.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mas a principal novidade festivaleira do dia era esta

E já andava aí guardada a sete chaves desde há alguns dias: Primal Scream no Alive, a tocarem o "Screamadelica" na íntegra. Dia 7 de Julho.
E assim chega a Portugal a moda dos concertos-don't-look-back, isto é, da execução integral de álbuns com história.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Lá está. Escusava era de ser num festival.

Sabia-se que era desta que cá viriam. Não podia passar mais tempo. Os Grinderman, de Nick Cave e Warren Ellis estreiam-se em palcos portugueses com um concerto no Alive, a 8 de Julho. É o primeiro nome do cartaz secundário a ser anunciado. No palco principal, no dia anterior, toca o Iggy Pop. Há outros nomes já anunciados, mas nem vale a pena a referência. O bilhete diário para o Alive custa... 50 euros. Três dias custam... 99. Quatro, sim, porque este ano o Alive dura quatro dias, custam... 129! Preços de festival grande, apesar da publicidade com que os utentes são bombardeados, e de um cartaz de pequena ou média dimensão.
Mas tem Grinderman e agora é que hic labor est.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Devendra no Alive

E assim se junta ao cartaz do Alive o nome de Devendra Banhart, que sobe ao palco instalado no Passeio Marítimo de Algés a 8 de Julho, o primeiro dia do festival. O cartaz está assim composto nesta altura: Faith no More, Kasabian, Alice in Chains, Moonspell, Biffy Clyro, Burns, Calvin Harris, Florence + the Machine, La Roux, The XX, The Drums e Devendra Banhart (dia 8 de Julho); Deftones, Skunk Anansie, Mão Morta, Manic Street Preachers, Jet, Steve Aoki, Bloody Beetroots Death Crew 77, Booka Shade, Gossip, New Young Pony Club, Holy Ghost!, Hurts e The Maccabees (dia 9); LCD Soundsystem, Pearl Jam, Gogol Bordello, Dropkick Murphys, Gomez, Boys Noize, Crookers, Simian Mobile Disco, Peaches, The Big Pink, Girls e Miike Snow (dia 10).

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Relato mais do que telegráfico do Alive de ontem

Muita gente. Gente demais. Poucos pontos de venda de cerveja. A lição outros festivais urbanos no passado (e aparentemente aprendida no entretanto) parece não ter servido de nada. Os Vampire Weekend não deixam de ser bons, mas tocam tal e qual como no disco. Os MGMT são uma seca. Os National estiveram quase perfeitos e tiveram um som bastante melhor que o da Aula Magna, que até foi bom para abafar as palminhas e outras histerias do público. Os Gogol Bordello precisam de quatro muralhas e fogo de artifício. Os Hercules and Love Affair são o pastiche dos anos 80 e do mutant disco mais ridículo e mais fútil dos últimos tempos. Os Rage Against the Machine são entediantes.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O fim da world music tal como a conhecemos?

Esta questão decorre de uma conversa ocasional com o director artístico do FMM Sines. Para onde vai a world music? Falamos na mesma coisa quando falamos de world music hoje ou como quando falávamos há 10 anos? E como será daqui a outros tantos? Continuaremos a colocar eventos magníficos como o FMM e o MED (oxalá resistam à passagem do tempo!) na categoria da world music?

Nos anos 80, as lojas de discos introduziram nos escaparates a secção da world music, a partir de um termo originalmente usado pelo etnomusicólogo Robert E. Brown (o primeiro grande divulgador das tradições indonésias do gamelão), para ali disporem tudo o que não fosse produção não ocidental. O interesse crescente do público e dos próprios músicos ocidentais, foi aproveitado pelo mercado e a especialização tornou-se uma realidade viável: nasceram as publicações, as editoras europeias e americanas, as lojas, os festivais, etc. Tal como jazz ou no heavy metal, por exemplo, havia um nicho do mercado que sustentava a especialização.

Hoje, o retrato que se tira à cena das músicas do mundo é diferente. A especialização deixou de ser assim tão clara como era há dez anos. Os públicos, os festivais, as publicações, as lojas, as editoras e os próprios músicos demonstram ser cada vez mais heterogéneos. E no que antes era dedicado apenas ao rock, à música nova ocidental, o mesmo se sucede. A secção da loja de discos está cada vez mais diluída pelas restantes e vice-versa.

Talvez a principal razão para esta evolução se deva à desfragmentação ou liberalização, se assim lhe quisermos chamar, do mercado da música, tal como proporcionada pela internet. A instituição de uma rede social com grande impacto na divulgação da música como o myspace.com ou a generalização do download gratuito de todo o tipo de música, trouxe uma nítida alteração nos comportamentos de todos os agentes envolvidos neste negócio, desde a origem, os músicos, até ao destino, os ouvintes. E se o mercado discográfico quase pede a extrema unção, o mercado dos espectáculos cresce a olhos vistos, o que explica que haja cada vez mais bandas a aparecer, cada vez mais digressões, cada vez mais festivais, cada vez mais promotores, cada vez mais público. Seja no rock, seja nas músicas do mundo. E este crescimento rápido em todas direcções estéticas está a trazer consequências para as antigas fronteiras de géneros e de mercados específicos. O fim do mainstream, de que tanto se fala, encontra o reflexo na diluição dos nichos.

Veja-se o caso dos festivais. Em Portugal, o MED trouxe este ano a lenda da soul Solomon Burke e os belgas Zita Swoon, dois nomes que dificilmente entrariam no clube fechado da world music de há dez anos. O FMM traz nomes como os Last Poets, o Nortec Collective ou os Firewater. Em Inglaterra, o Womad de Charlton Park apresenta o regresso dos Chic (sim, os do disco dance dos anos 70) e o Roni Size no cartaz. Nos festivais de rock é também cada vez mais frequente encontrar por lá artistas associados às músicas do mundo. O Sudoeste, por exemplo, tem feito aposta todos os anos no reggae. Os Gogol Bordello tocaram em 2007 no FMM, mas também em Paredes de Coura, e este ano regressam para o Alive. No fim-de-semana que passou, Glastonbury teve um palco que contou com Rachel Unthank, Justin Adams & Juldeh Camara (tocam ambos no FMM deste ano), Balkan Beat Box (estiveram no MED), etc.

Veja-se os músicos. Os Balkan Beat Box, por exemplo, que levam os Balcãs para a pista de dança. Os Extra Golden, que hoje tocam na ZDB, que promovem um encontro entre o rock e a música benga queniana. Os israelitas Boom Pam, que metem no mesmo saco o klezmer, a música cigana e as guitarras surf do rock'n'roll dos anos 60. Os Vampire Weekend que recuperam o legado deixado por Paul Simon em "Graceland", um exemplo perfeito de outra era de como a mestiçagem pode produzir excelentes resultados. O caso de Beirut ou do amigo Hawk and a Hacksaw, que transportam para a sua visão ocidental elementos que outrora faziam apenas parte da cena da world music. Os exemplos são infindáveis.

Veja-se o público. O castelo e toda a cidade de Sines enche-se de gente das mais diversas idades, das mais diversas "tribos", no último fim-de-semana de Julho. Os Tinariwen esgotam numa hora ou pouco mais o São Jorge, com um público que não é apenas o público da world music, no conceito que tínhamos até aqui. O público típico dos festivais de rock, outrora mais fechado e mais preconceituoso, ouve com mais respeito a "contaminação" das músicas do mundo.

Veja-se as publicações. Já repararam como, em publicações mais generalistas, já não se chuta um artigo sobre um qualquer artista do Mali para a secção das músicas do mundo? E que já não é sempre o mesmo especialista a assinar esses artigos?

Daqui a dez anos, estará tudo definitivamente diluído?

sábado, 22 de março de 2008

Bob Dylan no Alive

Como? Ver Neil Young e Bob Dylan no mesmo festival? Pois, Dylan a 11 de Julho, no Passeio Marítimo de Algés.
(Vamos lá outra vez: 10 a 12, Alive. 15, M.I.A. 17 a 26, Sines. 31 a 3, Paredes de Coura. Não há descanso.)

quinta-feira, 13 de março de 2008

A concorrência anda bonita

Degladiam-se com festivais, marcam grandes nomes para o mesmo dia e vão buscar as bandas de uns e de outros. Mas... o mais importante mesmo é que os National também vão ao Alive Festival, dia 10 de Julho! Diz o João.

segunda-feira, 3 de março de 2008

PÁRA JÁ TUDO IMEDIATAMENTE!

NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO. NOTÍCIA DO ANO.

Neil Young no Alive, dia 12 de Julho.

Loas, muitas loas às boas gentes da Everything is New.

domingo, 10 de junho de 2007

The Go! Team e algumas notas soltas



Foi a grande festarola que o Alive de ontem precisava para merecer efectivamente o nome. Os ingleses The Go! Team puseram toda a (pouca) gente que estava pelo palco secundário a dançar logo desde os primeiros instantes, com aquela magnífica máquina funk, devedora em grande parte dos genéricos de séries de acção dos anos 70, embora tudo menos passadista, cheia de ritmo (duas baterias!) e de constante frenesi no palco (e eu gosto tanto de bandas em que os elementos estão sempre a trocar de instrumentos).

Notas soltas sobre o dia dois do Alive:

- Os White Stripes são menos aborrecidos ao vivo do que em disco, mas ainda assim teriam muito mais a ganhar se o concerto fosse num Coliseu, por exemplo, do que num festival;
- Foi óptimo rever os Capitão Fantasma, quinze anos depois das últimas vezes em que os vi;
- Os D3Ö, que vieram substituir à última da hora os Dead 60's, estiveram bem, como sempre (pena foi que a parte final do concerto coincidisse com a actuação dos White Stripes);
- O som de ambos os palcos deixa muito a desejar. No palco principal, a potência não é particularmente elevada, e a alguns metros do palco começa a sentir-se o efeito do vento. O som do palco secundário é mau demais para ser verdade;
- O Alive está bem servido na parte comercial, com imensas barracas de cerveja, de comida e de roupa e acessórios. A imperial de 25cl custa €1,5, o que já começa a ser raro nestas ocasiões, e, finalmente, é cerveja a sério;
- Se não chover hoje, levem máscaras. É que Beastie Boys mais piso de terra dará, certamente, tempestade tempestade de pó e areia.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Mais Beastie Boys, mas em modo instrumental

Os Beastie Boys vão estar também na Aula Magna, a 11 de Junho, um dia após a apresentação no Alive Festival, mas desta vez para um concerto exclusivamente instrumental, de acordo com o Disco Digital.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Assim sim

Não é nada contra o festival Alive, nem contra a respectiva promotora, mas é muito mais interessante ver os Sonic Youth partilharem um cartaz com os White Stripes ou os LCD Soundsystem do que os ver enfiados no meio de Linkin Park ou Pearl Jam como chegou a correr.
Explicando: Sonic Youth, White Stripes, LCD Soundsystem e ainda os Maxïmo Park vão estar num dos dias do festival SBSR, mais precisamente a 4 de Julho. Pelo menos, assim deixa perceber o site dos Maxïmo Park, citado pelo Blitz.
O festival SBSR conta já com as seguintes presenças: Metallica (28 de Junho), Arcade Fire, The Magic Numbers, Klaxons, Bloc Party, Bunnyranch e The Gift (3 de Julho), Sonic Youth, White Stripes, Maxïmo Park e LCD Soundsystem (4 de Julho) e, no último dia, Interpol, Underworld e Scissor Sisters (5 de Julho).

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Festival Alive?

Pode ser que o cartaz do Festival Alive, o primeiro evento de grandes dimensões da produtora Everything is New, não venha a ser muito diferente deste (atenção: esta informação não é de todo garantida e carece de confirmação oficial):

Dia 8 de Junho: Pearl Jam (*), Linkin Park (*), Sonic Youth, My Chemical Romance
Dia 9 de Junho: Smashing Pumpkins (*), Muse, The Hives (ou Kaiser Chiefs), Stone Sour
Dia 10 de Junho: Beastie Boys (*), Beatsteaks, The Kooks, Da weasel (*)
(*) nomes aparentemente confirmados

Até dói ver os Sonic Youth e os Beastie Boys misturados no meio disto...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Pára tudo!

Última hora: BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL! BEASTIE BOYS EM PORTUGAL!

Pois é. Dia 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. E da estreia ao vivo dos Beastie Boys por palcos portugueses.
Vão ser eles o grande nome do Alive Festival, um evento que se realizará em Lisboa e que estará a ser produzido pela Everything is New, a empresa de Álvaro Covões que resultou da sua saída da Música no Coração. Do cartaz fazem também parte os Pearl Jam, com concerto marcado para dois dias antes.
Vejam em www.beastieboys.com/news.php?NewsID=57.