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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

100 de 1979, n.º 84, Robert Fripp



EXPOSURE
ROBERT FRIPP (Inglaterra)


Edição original: EG
Produtor(es): Robert Fripp



terça-feira, 29 de novembro de 2016

100 de 1975, n.º 19, Fripp & Eno



EVENING STAR
FRIPP & ENO (Inglaterra)


Edição original: Island
Produtor(es): Brian Eno, Robert Fripp



segunda-feira, 11 de maio de 2015

100 de 1973, n.º 23, King Crimson (rep.)



LARKS' TONGUES IN ASPIC
KING CRIMSON (Inglaterra)
Edição original: Island
Produtor(es): King Crimson
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Os King Crimson tinham surgido a 30 de Novembro de 1968, mas, a bem do rigor, há que dizer que esta já era a terceira incarnação do grupo, estabelecida a meio de 1972. Fiel ao seu posto desde o início e até à mais recente interrupção, em 2009, estava o guitarrista Robert Fripp (já nesta lista surgiu a propósito do disco a meios com Brian Eno e há de voltar aqui a aparecer, bem mais lá para cima). Ao lado de Fripp, surgiam dois bateristas (esta era a primeira versão dos King Crimson com duas baterias), Jamie Muir (hoje artista plástico) e Bill Bruford, que tinha trocado os Yes, que entretanto explodiam de sucesso, pelas improvisações nos King Crimson. Na voz e no baixo, estava John Wetton (futuro Asia) e, no violino e nos teclados, David Cross. Os King Crimson renasciam mais instrumentais e menos vocais, com mais de violino e menos de metais, mais de improvisação rock e menos das piscadelas de olho ao jazz, com mais de Fripp do que até aí. Talvez seja um exagero, mas a escuta atenta e prolongada do disco quase que leva a dizer que se não fosse por "Larks' Tongues in Aspic" não teria havido, vários anos depois, o grunge ou o math rock, pelo menos como hoje conhecemos os géneros que tanto devem aos desbravamentos de terreno conduzidos pelos King Crimson nas suas diferentes encarnações, particularmente nesta. Experimentem a segunda parte do tema-título, que encerra o disco, e tentem tirar da cabeça que são os Shellac que estão ali a tocar.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

100 de 1973, n.º 33, Fripp & Eno (rep.)



(NO PUSSYFOOTING)
FRIPP & ENO (Inglaterra)
Edição original: Island
Produtor(es): Robert Fripp, Brian Eno
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Ponha-se no mesmo estúdio dois dos maiores músicos e estetas que a Inglaterra viu nascer, deixe-se a marinar o tempo suficiente, e sirva-se o resultado. "(No Pussyfooting)" é um marco incontornável da música ambiente, o primeiro de uma trilogia de trabalho levada a cabo pelo guitarrista Robert Fripp (voltará a esta lista, mais à frente, com o seu maior projeto de sempre) e pelo multi-facetado Brian Eno (também voltará aqui, e por duas vezes, ora a solo, ora com a sua banda). Eram ainda apenas jovens homens (Fripp tinha 27, Eno era dois anos mais novo), mas artistas maduros que deixavam a sua afirmação inequívoca.

sexta-feira, 30 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 23



LARKS' TONGUES IN ASPIC
KING CRIMSON (Inglaterra)
Edição original: Island
Produtor(es): King Crimson
discogs allmusic wikipedia

Os King Crimson tinham surgido a 30 de Novembro de 1968, mas, a bem do rigor, há que dizer que esta já era a terceira incarnação do grupo, estabelecida a meio de 1972. Fiel ao seu posto desde o início e até à mais recente interrupção, em 2009, estava o guitarrista Robert Fripp (já nesta lista surgiu a propósito do disco a meios com Brian Eno e há de voltar aqui a aparecer, bem mais lá para cima). Ao lado de Fripp, surgiam dois bateristas (esta era a primeira versão dos King Crimson com duas baterias), Jamie Muir (hoje artista plástico) e Bill Bruford, que tinha trocado os Yes, que entretanto explodiam de sucesso, pelas improvisações nos King Crimson. Na voz e no baixo, estava John Wetton (futuro Asia) e, no violino e nos teclados, David Cross. Os King Crimson renasciam mais instrumentais e menos vocais, com mais de violino e menos de metais, mais de improvisação rock e menos das piscadelas de olho ao jazz, com mais de Fripp do que até aí. Talvez seja um exagero, mas a escuta atenta e prolongada do disco quase que leva a dizer que se não fosse por "Larks' Tongues in Aspic" não teria havido, vários anos depois, o grunge ou o math rock, pelo menos como hoje conhecemos os géneros que tanto devem aos desbravamentos de terreno conduzidos pelos King Crimson nas suas diferentes encarnações, particularmente nesta. Experimentem a segunda parte do tema-título, que encerra o disco, e tentem tirar da cabeça que são os Shellac que estão ali a tocar.

terça-feira, 20 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 33



(NO PUSSYFOOTING)
FRIPP & ENO (Inglaterra)
Edição original: Island
Produtor(es): Robert Fripp, Brian Eno
discogs allmusic wikipedia

Ponha-se no mesmo estúdio dois dos maiores músicos e estetas que a Inglaterra viu nascer, deixe-se a marinar o tempo suficiente, e sirva-se o resultado. "(No Pussyfooting)" é um marco incontornável da música ambiente, o primeiro de uma trilogia de trabalho levada a cabo pelo guitarrista Robert Fripp (voltará a esta lista, mais à frente, com o seu maior projeto de sempre) e pelo multi-facetado Brian Eno (também voltará aqui, e por duas vezes, ora a solo, ora com a sua banda). Eram ainda apenas jovens homens (Fripp tinha 27, Eno era dois anos mais novo), mas artistas maduros que deixavam a sua afirmação inequívoca.