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terça-feira, 20 de junho de 2017

100 de 1977, n.º 56, Fausto



MADRUGADA DOS TRAPEIROS
FAUSTO (Portugal)


Edição original: Orfeu
Produtor(es):



domingo, 13 de novembro de 2016

100 de 1975, n.º 35, Fausto



UM BECO COM SAÍDA
FAUSTO (Portugal)


Edição original: Orfeu
Produtor(es): Fausto



quinta-feira, 16 de junho de 2016

100 de 1974, n.º 20, Fausto



PRÓ QUE DER E VIER
FAUSTO (Portugal)


Edição original: Orfeu
Produtor(es): Adriano Correia De Oliveira, José Niza



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vamos a Cem Soldos?

Pode não ter sido baptizado da melhor forma (Festival Bons Sons é uma designação horrível, francamente), apesar até de se realizar numa aldeia com um nome com o interesse diametralmente oposto (Cem Soldos, no concelho de Tomar), mas o que importa é que neste próximo fim-de-semana vai ali levar um bom conjunto de grupos e artistas (o Fausto! conseguiram arrastar o Fausto para um palco!), num ambiente rural que certamente ajudará muito à festa.

Entre sexta e sábado, o Festival Bons Sons (desculpem, mas argh!) leva a Cem Soldos:

Dia 20:
19h00 - Curtas em flagrante (cinema)
21h00 - Princezito (Cabo Verde)
22h30 - Dead Combo
00h00 - Diabo a Sete
01h30 - Melech Mechaya
03h00 - Nuno Coelho (DJ)

Dia 21:
17h00 - Lula Pena
18h00 - Norberto Lobo
19h00 - B Fachada
21h00 - Madmud (espectáculo de dança da Tânia Carvalho)
22h30 - Diabo na Cruz
00h00 - Dazkarieh
01h30 - Terrakota
03h00 - MissBoopsieCola (DJ)

Dia 22:
11h00 - Música para crianças
14h00 - Drama e Beiço
17h00 - Adufeiras de Monsanto
18h00 - Grupo de cantares alentejanos de Serpa
19h00 - Curtas em flagrante (cinema)
21h00 - Danças Ocultas
22h00 - Fausto
00h00 - BlackBambi

Os bilhetes custam seis e 10 euros, para um e três dias, respectivamente. Mais informações, como lá chegar, etc., em www.bonssons.com

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mão Morta e Três Cantos na RTP

Hoje, ou em maior rigor, à 1h30 da madrugada de sábado, a RTP2 passa "Maldoror", o espectáculo gravado pelos Mão Morta no Theatro Circo e disponível em DVD.

Amanhã, às 22h51, é a vez da RTP1 passar "Três Cantos", o espectáculo que recentemente juntou José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias e Sérgio Godinho no Campo Pequeno (e no Coliseu do Porto). Logo a seguir, o canal transmite o making-of.

sábado, 24 de outubro de 2009

Que força é essa, amigo?

(Um pequeno aviso: quem pretende desfrutar plenamente dos concertos do Porto, na próxima semana, deve imediatamente saltar este texto, diria eu...)

Não foi o espectáculo do ano. Mas isso sou eu que o digo, forreta (e teso) que comprei bilhete para uma galeria de segunda, a onde o som chegava baixinho e disforme, os três cantos transformavam-se em quatro com ajuda do vizinho desafinado do lado ou a percussão ganhava outro tom nas palmas do vizinho de trás.

Logo à primeira canção, “Guerra e Paz”, percebe-se que o espectáculo é para ser conjugado no plural. Os três músicos cantam em coro “ainda agora aqui chegámos” em vez do “ainda agora aqui chegado” que Sérgio Godinho cantava no original e, num estilo frequente ao longo da noite, os músicos repartem a interpretação dos versos, cruzam-se nas palavras de uns e de outros sem nunca se chocarem. A camaradagem cultivada ao longo de anos está ali sobre-evidenciada e as autorias confundem-se em palco, como se não houvesse canções do Sérgio, do Zé Mário ou do Fausto, mas de todos os três. Há pequenos desvios a esta ideia, quando cada um deles fica sozinho em palco. Aí volta a ideia que fazíamos de cada um dos músicos, aí ressaltam ao ouvido as diferenças. José Mário Branco é aquele que expande musicalmente mais o seu reportório, ilustração trazida, por exemplo, no jazz ao estilo de Big Band em “Onofre”, com Carlos Bica e José Peixoto. Fausto é o melhor cantor e aquele que leva o alinhamento mais próximo da tradição música popular portuguesa, com toques beirões (fez falta poder-se dançar naquela arena maldita). Sérgio Godinho é o poeta, por excelência, entre os três, e fez terminar o seu momento a solo com uma arrepiante interpretação de “O Primeiro Dia”.

Feitas as actuações a solo, e outras a dueto, onde curiosamente numa das quais, Sérgio Godinho e José Mário Branco cantaram “Se tu Fores Ver o Mar (Rosalinda)”, do ausente Fausto (lá está, a canção ontem não era do Fausto, era de todos), voltou-se a baralhar tudo de novo. Se a banda de suporte era composta de excelência e se os arranjos eram magníficos (todo o receio que Sérgio Godinho trouxesse os seus roqueiros era infundado, felizmente), o momento em que os três músicos ficaram sozinhos com as suas guitarras acabou por ser um dos mais especiais da noite. Tirando o final (já lá vamos), terá sido o momento em que houve maior aproximação com o público. Nisto – ou na falta disto – residiu talvez um dos maiores defeitos do espectáculo, aliás. Já seria de esperar que um espectáculo deste género, apoiado numa grande produção, onde tudo precisa de ser ensaiado ao detalhe, onde quase tudo é encenado e repetido, perca depois naqueles outros aspectos que alguns de nós valorizamos mais. Faltou um pouco de improvisação, um pouco de anarquia, um pouco de mijo fora do penico, um pouco daquelas coisas que ajudam a que um espectáculo se torne verdadeiramente único e inesquecível nas memórias. Nesse sentido, e sem querer dramatizar excessivamente, “Três Cantos” é um produto moderno, como aqueles que encontramos nos supermercados, hermeticamente embalados, obedientes a todas as normas de higiene e segurança. Mas, atenção, é bom e é saudável.

Regressou a banda de suporte e surgiu a semi-surpresa (alguns já sabiam) no tributo a José Afonso, em “De Não Saber o que Me Espera”. Foi a parte mais emotiva do espectáculo, com “Ser Solidário”, “Mudam-se os Tempos…” , uma versão arrasadora de “Que Força É Essa”, o melhor momento da noite, e ainda o inesperado tema principal do filme “A Confederação”. “Inquietação” fechou de forma soberba o primeiro encore e, para o regresso, outra surpresa em palco, o momento da noite que mais contribuiu para desfazer a ideia de pouco arrojo de que falava no parágrafo anterior. Sob uma intensa tempestade debitada pelo PA, os técnicos de palco rapidamente montaram dezenas de tripés de microfone à boca do palco, para de seguida surgirem todos os músicos ali à frente, em meia-lua, para cantarem, quase sem ajuda do sistema sonoro, “Na Ponta do Cabo”. Mal se ouvia na galeria de 2ª, mas, visualmente, era um final perfeito.

Agora é esperar pela edição em CD e DVD, cuja edição se prevê, de acordo com os panfletos, daqui a apenas dois meses.


Alinhamento de “Três Cantos”:

Os três, com a banda:
1. Guerra e Paz [L e M: Sérgio Godinho; de Era Uma Vez um Rapaz, 1985]
2. Travessia do Deserto [L e M: José Mário Branco, de Ser Solidário, 1982]
3. Como um Sonho Acordado [L e M: Fausto, de Por Este Rio Acima, 1982]
José Mário Branco e Sérgio Godinho:
4. Barca dos Amantes [L: Sérgio Godinho; M: Milton Nascimento; de Coincidências, 1983]
José Mário Branco (c/Carlos Bica e José Peixoto):
5. Onofre [L e M: José Mário Branco; de Resistir é Vencer, 2004]
6. Emigrantes da Quarta Dimensão (Carta a J.C.) [L e M: José Mário Branco; de Correspondências, 1990]
José Mário Branco e Fausto:
7. Mariazinha [L e M: José Mário Branco; de Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, 1971]
Fausto:
8. Eis Aqui o Agiota [L e M: Fausto; de A Ópera Mágica do Cantor Maldito, 2003]
9. Adeus Orelhas de Abano [L e M: Fausto; de A Ópera Mágica do Cantor Maldito, 2003]
10. A Nova Brigada dos Coronéis de Lápis Azul [L e M: Fausto; de A Ópera Mágica do Cantor Maldito, 2003]
Sérgio Godinho:
11. O Velho Samurai [L e M: Sérgio Godinho; de Ligação Directa, 2006]
12. Cuidado com as Imitações [L e M: Sérgio Godinho; de Campolide, 1979]
13. O Primeiro Dia [L e M: Sérgio Godinho; de Pano-Cru, 1978]
José Mário Branco e Sérgio Godinho:
14. Se tu Fores Ver o Mar (Rosalinda) [L e M: Fausto; de “Madrugada dos Trapeiros”, 1977]
Os três:
15. Quatro Quadras Soltas [L e M: Sérgio Godinho; de “Campolide”, 1979]
Os três, mas sozinhos, sem banda:
16. Canto dos Torna-Viagem [L e M: José Mário Branco; de Resistir é Vencer, 2004]
17. A Ilha [L e M: Fausto; de Por Este Rio Acima, 1982]
18. Não Canto Porque Sonho [L: Eugénio de Andrade; M: Fausto e António Pedro Braga; de P’ró que Der e Vier, 1974]
19. O Charlatão [L: Sérgio Godinho; M: José Mário Branco; de Sobreviventes, 1971, e Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, 1971]
Os três, já com a banda de regresso:
20. De Não Saber o que me Espera [L e M: José Afonso; de Fura Fura, 1979]
21. Ser Solidário [L e M: José Mário Branco; de Ser Solidário, 1982]
22. Faz Parte (O Retorno das Audácias) [Inédita]
23. Olha o Fado [L e M: Fausto, de Por Este Rio Acima, 1982]
24. Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades [L: Luiz Vaz de Camões; M: Fausto; de Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, 1971]
25. Foi por Ela [L e M: Fausto; de Para Além das Cordilheiras, 1987]
26. Que Força É Essa [L e M: Sérgio Godinho; de Os Sobreviventes, 1971]
27. Confederação [L e M: José Mário Branco; de A Confederação, 1978]
1º encore:
28. Maré Alta [L e M: Sérgio Godinho; de Os Sobreviventes, 1971]
29. Inquietação [L e M: José Mário Branco; de Ser Solidário, 1982]
2º encore:
30. Na Ponta do Cabo [L e M: Fausto; de Crónicas da Terra Ardente, 1994]

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Música de liberdade em campo de tortura

Começa hoje. O Campo Pequeno, palco de barbárie aos outros dias, recebe hoje e amanhã, para um espectáculo daqueles que só se repetem de muitos em muitos anos, três dos maiores génios vivos da música portuguesa, José Mário Branco, Fausto e Sérgio Godinho, reunidos sob a designação "Três Cantos".
"Cinco meses de preparação, centenas de horas de ensaios, duas dúzias de músicos, 150 pessoas na produção, mais de 20 mil bilhetes vendidos. Sérgio, Fausto e José Mário ainda não subiram ao palco, mas já há quem lhe chame o concerto do ano", lê-se na edição de hoje do jornal i. E é bem capaz de ser verdade.
Para a semana, a 31 de Outubro e no dia seguinte, há mais duas apresentações, dessa vez no Coliseu do Porto.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Três cantos com mais duas datas

A notícia já não é nova (nada nova, aliás), mas faltou aqui dizer que, dada a afluência registada aos bilhetes, o espectáculo "Três Cantos", que junta em palco José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias, tem datas adicionais. Assim, aos concertos de dia 22 (Campo Pequeno) e 31 de Outubro (Coliseu do Porto), somam-se os respectivos dias seguintes, isto é, 23 (Campo Pequeno) e 1 de Novembro (Coliseu do Porto).

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto juntos em palco!

O espectáculo vai chamar-se "Três Cantos - Enfim Juntos" e tem datas anunciadas hoje para o Campo Pequeno, a 22 de Outubro, e para o Coliseu do Porto, no dia 31 do mesmo mês. Os bilhetes são postos à venda a partir da próxima quinta-feira.