Record Club: INXS "Kick" from Beck Hansen on Vimeo.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
O clube do Beck
Ficamos contentes quando deparamos com alguém que foge à rotina edição-digressão-edição-digressão... Beck Hansen, por exemplo. Livre de contratos discográficos, tem aberto as portas do seu estúdio a amigos, com os quais participa em sessões de gravação descontraídas, naquilo a que chamou "Record Club". A ideia é reinterpretar um álbum de outrem e gravá-lo num dia, sem qualquer ensaio prévio. Uma vez por semana, mostra ao mundo uma nova canção aqui. Como ali se pode ver, entre os álbuns revisitados, contam-se "Velvet Underground & Nico", "Songs of Leonard Cohen", "Oar", o único álbum a solo do falecido Skip Spence, dos Jefferson Airplane, e o improvável "Kick", o disco que catapultou os australianos INXS para a fama mundial. Pelo estúdio, e para este Record Club, já passaram músicos como os Liars, Devendra Banhart, Wilco, Feist, Nels Cline, Nigel Godrich e a banda de suporte de Beck, entre vários outros. E a grande novidade desta semana é que os últimos visitantes foram os Tortoise, em pausa de digressão, e... Thurston Moore, que andava pela zona naquele dia. Vamos a ver o que dali sai.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Devendra no Alive
E assim se junta ao cartaz do Alive o nome de Devendra Banhart, que sobe ao palco instalado no Passeio Marítimo de Algés a 8 de Julho, o primeiro dia do festival. O cartaz está assim composto nesta altura: Faith no More, Kasabian, Alice in Chains, Moonspell, Biffy Clyro, Burns, Calvin Harris, Florence + the Machine, La Roux, The XX, The Drums e Devendra Banhart (dia 8 de Julho); Deftones, Skunk Anansie, Mão Morta, Manic Street Preachers, Jet, Steve Aoki, Bloody Beetroots Death Crew 77, Booka Shade, Gossip, New Young Pony Club, Holy Ghost!, Hurts e The Maccabees (dia 9); LCD Soundsystem, Pearl Jam, Gogol Bordello, Dropkick Murphys, Gomez, Boys Noize, Crookers, Simian Mobile Disco, Peaches, The Big Pink, Girls e Miike Snow (dia 10).
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Sim Não
No seu mais recente álbum (e que bonito trabalho, a propósito), Josephine Foster incluiu uma canção com o título "Sim Não", cuja letra se reparte entre o inglês e um português particularmente indecifrável (o que também não deixa de ser válido para o inglês, naquele registo semi-operático de Josephine).
O português surge de vez em quando nas canções de artistas não lusófonos. Num esforço breve de memória, ficam aqui alguns exemplos, além de um repto para aumentarem esta lista com o que se lembrarem:
David Byrne - Dreamworld: Marco de Canaveses
Na verdade, tinha um artista lusófono à mistura. "Dreamworld", a canção de tributo a Carmen Miranda, é dueto de Byrne com Caetano Veloso, que escreveu a letra. Mas não deixa de ser engraçado ouvir Byrne a cantar em português.
Love and Rockets - Saudade
Tema instrumental, um dos mais bonitos da discografia dos Rockets.
Faith No More - Caralho Voador
Era o título de uma canção cuja letra continha esta parte: Eu não posso dirigir / E agora aparece / Meu dedo enterrado / No meu nariz. Lindo.
Éttiene Daho - Saudade
Havia um tema com este nome, não havia?
Devendra Banhart - Santa Maria da Feira
Os versos estão em castelhano e a rima de "comiendo pera" com "Santa Maria de La Feira" não é inteiramente conseguida, mas pronto.
Durutti Column - Amigos em Portugal
É o título do álbum editado pela Fundação Atlântica em 1983, onde se podem encontrar temas como aquele que dá nome ao disco, "Lisboa", "Sara e Tristana" (as filhas de Miguel Esteves Cardoso), "Estoril à Noite", "Vestido Amarrotado" ou Saudade".
Lluis Lach - Abril 74
É cantado em catalão, mas é, sem dúvida, uma homenagem ao portuguesíssimo Abril de 74. Pascal Comelade também tem uma versão (aliás, também uma versão para "Grândola Vila Morena", mas não nos percamos nas versões de canções portuguesas por músicos estrangeiros, já que são imensas).
E depois há, claro, os Julio Iglesias, Laura Pausinii e Ricky Martins deste mundo, que fazem versões das suas canções nas línguas dos mercados onde vendem mais discos.
O português surge de vez em quando nas canções de artistas não lusófonos. Num esforço breve de memória, ficam aqui alguns exemplos, além de um repto para aumentarem esta lista com o que se lembrarem:
David Byrne - Dreamworld: Marco de Canaveses
Na verdade, tinha um artista lusófono à mistura. "Dreamworld", a canção de tributo a Carmen Miranda, é dueto de Byrne com Caetano Veloso, que escreveu a letra. Mas não deixa de ser engraçado ouvir Byrne a cantar em português.
Love and Rockets - Saudade
Tema instrumental, um dos mais bonitos da discografia dos Rockets.
Faith No More - Caralho Voador
Era o título de uma canção cuja letra continha esta parte: Eu não posso dirigir / E agora aparece / Meu dedo enterrado / No meu nariz. Lindo.
Éttiene Daho - Saudade
Havia um tema com este nome, não havia?
Devendra Banhart - Santa Maria da Feira
Os versos estão em castelhano e a rima de "comiendo pera" com "Santa Maria de La Feira" não é inteiramente conseguida, mas pronto.
Durutti Column - Amigos em Portugal
É o título do álbum editado pela Fundação Atlântica em 1983, onde se podem encontrar temas como aquele que dá nome ao disco, "Lisboa", "Sara e Tristana" (as filhas de Miguel Esteves Cardoso), "Estoril à Noite", "Vestido Amarrotado" ou Saudade".
Lluis Lach - Abril 74
É cantado em catalão, mas é, sem dúvida, uma homenagem ao portuguesíssimo Abril de 74. Pascal Comelade também tem uma versão (aliás, também uma versão para "Grândola Vila Morena", mas não nos percamos nas versões de canções portuguesas por músicos estrangeiros, já que são imensas).
E depois há, claro, os Julio Iglesias, Laura Pausinii e Ricky Martins deste mundo, que fazem versões das suas canções nas línguas dos mercados onde vendem mais discos.
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