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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Artistas mais ouvidos por aqui em 2010

(Bom, ouvidos a partir dos computadores ligados ao last.fm)

1. Ali Farka Touré & Toumani Diabaté
2. Peter Gabriel
3. Vampire Weekend
4. LCD Soundsystem
5. Donovan
6. Johnny Bokelo
7. B Fachada
8. David Bowie
9. Einstürzende Neubauten
10. Taken by Trees
11. Shellac Of North America
12. Les Shleu Shleu
13. Vashti Bunyan
14. Bill Callahan
15. Swans
16. Konono No.1
17. Univers Zero
17. José Afonso
19. Amanaz
20. Sonic Youth
20. The Buzzcocks
20. Orchestre Empire Bakuba

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Vampire Weekend: single gratuito



Chama-se "Horchata", é o primeiro single do álbum "Contra", que sairá no início de 2010, e está disponível desde ontem para descarga gratuita. Por curiosidade, participa no tema Mauro Refosco, percussionista brasileiro que tocou durante largos anos com David Byrne, fundou o projecto Forró in the Dark e faz agora parte da novíssima banda de Thom Yorke.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Álbuns do 08 (lista dos leitores)



1. "The Mandé Variations", Toumani Diabaté
2. "Fleet Foxes", Fleet Foxes
3. "Third", Portishead
4. "For Emma, Forever Ago", Bon Iver
5. "Saint Dymphna", Gang Gang Dance
6. "Vampire Weekend", Vampire Weekend
7. "Alopecia", Why?
8. "You & Me", The Walkmen
9. "O Amor Dá-me Tesão / Não Fui Eu que Estraguei", Foge Foge Bandido
10. "London Zoo", The Bug

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Álbuns do 08 (lista da gerência)



1. "The Mandé Variations", Toumani Diabaté (Nonesuch)
2. "Saynt Dymphna", Gang Gang Dance (The Social Registry)
3. "Third", Portishead (Island)
4. "Vampire Weekend", Vampire Weekend (XL)
5. "Tchamantché", Rokia Traoré (Nonesuch)
6. "Devotion", Beach House
7. "Fleet Foxes", Fleet Foxes (Sub Pop)
8. "For Emma, Forever Ago", Bon Iver (Jagjaguwar)
9. "Alopecia", Why? (Anticon)
10. "Lie Down in the Light", Bonnie "Prince" Billy (Drag City)

(Reserva-se a asfixiante sensação de que esta lista podia ser completamente diferente se fosse feita em outro dia...)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Relato mais do que telegráfico do Alive de ontem

Muita gente. Gente demais. Poucos pontos de venda de cerveja. A lição outros festivais urbanos no passado (e aparentemente aprendida no entretanto) parece não ter servido de nada. Os Vampire Weekend não deixam de ser bons, mas tocam tal e qual como no disco. Os MGMT são uma seca. Os National estiveram quase perfeitos e tiveram um som bastante melhor que o da Aula Magna, que até foi bom para abafar as palminhas e outras histerias do público. Os Gogol Bordello precisam de quatro muralhas e fogo de artifício. Os Hercules and Love Affair são o pastiche dos anos 80 e do mutant disco mais ridículo e mais fútil dos últimos tempos. Os Rage Against the Machine são entediantes.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O fim da world music tal como a conhecemos?

Esta questão decorre de uma conversa ocasional com o director artístico do FMM Sines. Para onde vai a world music? Falamos na mesma coisa quando falamos de world music hoje ou como quando falávamos há 10 anos? E como será daqui a outros tantos? Continuaremos a colocar eventos magníficos como o FMM e o MED (oxalá resistam à passagem do tempo!) na categoria da world music?

Nos anos 80, as lojas de discos introduziram nos escaparates a secção da world music, a partir de um termo originalmente usado pelo etnomusicólogo Robert E. Brown (o primeiro grande divulgador das tradições indonésias do gamelão), para ali disporem tudo o que não fosse produção não ocidental. O interesse crescente do público e dos próprios músicos ocidentais, foi aproveitado pelo mercado e a especialização tornou-se uma realidade viável: nasceram as publicações, as editoras europeias e americanas, as lojas, os festivais, etc. Tal como jazz ou no heavy metal, por exemplo, havia um nicho do mercado que sustentava a especialização.

Hoje, o retrato que se tira à cena das músicas do mundo é diferente. A especialização deixou de ser assim tão clara como era há dez anos. Os públicos, os festivais, as publicações, as lojas, as editoras e os próprios músicos demonstram ser cada vez mais heterogéneos. E no que antes era dedicado apenas ao rock, à música nova ocidental, o mesmo se sucede. A secção da loja de discos está cada vez mais diluída pelas restantes e vice-versa.

Talvez a principal razão para esta evolução se deva à desfragmentação ou liberalização, se assim lhe quisermos chamar, do mercado da música, tal como proporcionada pela internet. A instituição de uma rede social com grande impacto na divulgação da música como o myspace.com ou a generalização do download gratuito de todo o tipo de música, trouxe uma nítida alteração nos comportamentos de todos os agentes envolvidos neste negócio, desde a origem, os músicos, até ao destino, os ouvintes. E se o mercado discográfico quase pede a extrema unção, o mercado dos espectáculos cresce a olhos vistos, o que explica que haja cada vez mais bandas a aparecer, cada vez mais digressões, cada vez mais festivais, cada vez mais promotores, cada vez mais público. Seja no rock, seja nas músicas do mundo. E este crescimento rápido em todas direcções estéticas está a trazer consequências para as antigas fronteiras de géneros e de mercados específicos. O fim do mainstream, de que tanto se fala, encontra o reflexo na diluição dos nichos.

Veja-se o caso dos festivais. Em Portugal, o MED trouxe este ano a lenda da soul Solomon Burke e os belgas Zita Swoon, dois nomes que dificilmente entrariam no clube fechado da world music de há dez anos. O FMM traz nomes como os Last Poets, o Nortec Collective ou os Firewater. Em Inglaterra, o Womad de Charlton Park apresenta o regresso dos Chic (sim, os do disco dance dos anos 70) e o Roni Size no cartaz. Nos festivais de rock é também cada vez mais frequente encontrar por lá artistas associados às músicas do mundo. O Sudoeste, por exemplo, tem feito aposta todos os anos no reggae. Os Gogol Bordello tocaram em 2007 no FMM, mas também em Paredes de Coura, e este ano regressam para o Alive. No fim-de-semana que passou, Glastonbury teve um palco que contou com Rachel Unthank, Justin Adams & Juldeh Camara (tocam ambos no FMM deste ano), Balkan Beat Box (estiveram no MED), etc.

Veja-se os músicos. Os Balkan Beat Box, por exemplo, que levam os Balcãs para a pista de dança. Os Extra Golden, que hoje tocam na ZDB, que promovem um encontro entre o rock e a música benga queniana. Os israelitas Boom Pam, que metem no mesmo saco o klezmer, a música cigana e as guitarras surf do rock'n'roll dos anos 60. Os Vampire Weekend que recuperam o legado deixado por Paul Simon em "Graceland", um exemplo perfeito de outra era de como a mestiçagem pode produzir excelentes resultados. O caso de Beirut ou do amigo Hawk and a Hacksaw, que transportam para a sua visão ocidental elementos que outrora faziam apenas parte da cena da world music. Os exemplos são infindáveis.

Veja-se o público. O castelo e toda a cidade de Sines enche-se de gente das mais diversas idades, das mais diversas "tribos", no último fim-de-semana de Julho. Os Tinariwen esgotam numa hora ou pouco mais o São Jorge, com um público que não é apenas o público da world music, no conceito que tínhamos até aqui. O público típico dos festivais de rock, outrora mais fechado e mais preconceituoso, ouve com mais respeito a "contaminação" das músicas do mundo.

Veja-se as publicações. Já repararam como, em publicações mais generalistas, já não se chuta um artigo sobre um qualquer artista do Mali para a secção das músicas do mundo? E que já não é sempre o mesmo especialista a assinar esses artigos?

Daqui a dez anos, estará tudo definitivamente diluído?

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Meio 2008

O fim do primeiro semestre de 2008 aproxima-se e, claro, está mesmo a pedir uma lista de discos. São dezasseis e representam o que mais se ouviu e o que mais se gostou por estas bandas. Há uma pequena batota no caso dos Vampire Weekend e do El Guincho, cujos discos são do final de 2007, mas não façam caso. Os melhores entre os melhores, primus inter pares, la crème de la crème, estão marcados a bold.



Bon Iver - For Emma, Forever Ago (Jagjaguwar)

Bonnie "Prince" Billy - Lie Down in the Light (Drag City)

The Fall - Imperial Wax Solvent (Sanctuary)

Fuck Buttons - Street Horrsing (ATP)

El Guincho - Alegranza (Discoteca Océano)

Mão Morta - Maldoror (Cobra Discos)

Nick Cave and the Bad Seeds - Dig, Lazarus, Dig!!! (Anti-)

No Age - Nouns (Sub Pop)

Portishead - Third (Mercury)


R.E.M. - Accelerate (Warner)

Silver Jews - Lookout Mountain, Lookout Sea (Drag City)

Stephen Malkmus & The Jicks- Real Emotional Trash (Matador)

Times New Viking - Rip it Off (Matador)

Toumani Diabaté - The Mande Variations (Nonesuch)

Vampire Weekend - Vampire Weekend (XL)

Why? - Alopecia (Anticon)

terça-feira, 29 de abril de 2008

Esse Maio, maldito Maio, que aí vem

Heavy Trash (1 - MusicBox; 2 - TAGV; 3 - Plano B)
Rockabilly nas guitarras de Jon Spencer (da Jon Spencer Blues Explosion) e Matt Verta-Ray (ex-Madder Rose, ex-Speedball Baby).

Einstürzende Neubauten (3 - Casa da Música; 4 - Aula Magna)
A brigada de demolição Bargeld & Irmãos regressa, agora com um novo álbum, Alles Wieder Offen. Nem que o concerto tivesse metade da intensidade do último (no CCB), já seria uma experiência absolutamente imperdível. Ainda há muitos bilhetes... Como é que é possível?

Mão Morta "Maldoror" (3 - Theatro Circo)
O adeus definitivo a "Maldoror", que a casa retorna. Depois da estreia, naquele mesmo espaço, há cerca de um ano, "Maldoror" percorreu o país, para agora chegar ao fim. A partir daqui, vai ser sempre... "Foste? Sim? Foi tão bom, não foi? Não foste? Não sabes o que perdeste!".

Diamanda Galás (6 - Theatro Circo; 8 - Casa da Música; 10 - Aula Magna)
A senhora Galás apresenta-se com o espectáculo "Guilty Guilty Guilty", onde no qual abre o seu palco de horrores a composições tornadas populares por Johnny Cash, Edith Piaf e outras vozes.

The National (11 - Aula Magna)
Eles gostaram do nosso país e só este ano vêm cá por três vezes. Ou nós é que gostámos deles e queremos que por cá dêem um salto sempre que vierem visitar os primos na Europa. Este espectáculo na Aula Magna foi literalmente comprado por uma marca de comunicações e já está "esgotado" (com muitas aspas) há muito tempo. Por falar nisso, alguém arranja um bilhetinho?

James Blackshaw & Josef van Wissem (11 - ZDB)
Conheci o Jim quando a amorosa Josephine Foster o trouxe consigo na primeira série de concertos (promovidos aqui pelo tasco) que realizou por cá. Miúdo de poucas falas, deixou toda a gente extasiada com a forma como dedilhava a guitarra de doze cordas.


John Cale (16 - Casa das Artes de Famalicão; 17 - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre)
A descentralização, a descentralização. Uma figura destas vem a Famalicão e a Portalegre. Nada de Lisboa ou Porto. É bonito!

Negativland (17 - LX Factory)
Alguém me corrija, mas não será esta a primeira vez que os veteranos do corte e colagem vêm ao nosso país, não? O concerto está previsto para o LX Factory, o nome eventualmente provisório de um espaço novo para os lados de Alcântara.

Kronos Quartet (20 - CCB)
Igualmente veteranos, mas já mais vistos por cá, o quarteto de cordas volta com um programa constituído por composições de JG Thirwell (dito Foetus), Rokia Traoré (na companhia da própria), Amon Tobin e John Zorn, entre outros.

Animal Collective (26 - Cinema Batalha; 29 - Lux)
Depois da inesquecível viagem de cacilheiro até à margem sul, o colectivo zoológico traz agora novos pretextos para fazer abanar alma e corpo. Traz também Bradford James Cox, o vocalista dos Deerhunter, no seu projecto Atlas Sound, para as primeiras partes.

Boris (26 - Porto-Rio; 27 - ZDB LX Factory)
Vão ser as noites dos amplificadores. Drones e heavy metal pelas mãos dos japoneses Boris. Nas primeiras partes outros adoradores de amplificadores, os norte-americanos Growing. Vai ser imperdível mas... é aconselhável levar tampões, pela vosse saúde auditiva (sem qualquer tom pejorativo, leia-se).

Cat Power (26 - Coliseu dos Recreios; 28 - Coliseu do Porto)
Mais uma visita da menina Marshall. Agora com direito a coliseus e tudo.

CocoRosie (26 - TAGV)
As manas Casady também estão de volta, agora com passagem por Coimbra.

Toumani Diabaté (28 - Casa da Música; 31 - Culturgest)
Ninguém fez tanto pela kora, guitarra da África Ocidental, nos últimos tempos. O mestre já não é uma cara estranha por cá e até podia cá vir com maior frequência, que a gente não se importa.

Young Marble Giants (30 - Casa da Música)
Reverenciados por muitos ao longo de quase três décadas (eu confesso, correndo o risco de ser agredido: sempre me passaram ao lado), reuniram-se e voltaram aos palcos. E ali estão eles na Casa da Música.

Vampire Weekend (30 - Casa da Música)
No mesmo dia e também na Casa da Música, uma das propostas mais interessantes vindas da pop americana. (Alguém arranja bilhete para estes, também, faxavor?)

É um mês tramado. E nem sequer falei da digressão pelo país dos Irmãos Verdades, entretanto regressados.

domingo, 6 de abril de 2008

Viva o Primavera

...porque mesmo que não consiguemos lá ir, parte dele vem cá. Vampire Weekend, na Casa da Música, Porto, a 30 de Maio.
Pela mesma altura, dão cá também um salto: Boris, Animal Collective, Atlas Sound, Dirty Projectors, Young Marble Giants, Scout Niblett, Cat Power, ...

(TRAGAM TAMBÉM OS SHELLAC, O BON IVER, O EL GUINCHO E OS FUCK BUTTONS!)



(E OS DEVO E OS SONICS!)




(TRAGAM TODOS!)