quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Agora todos: N-M-K-Y!

Músicas do Mar começa hoje com Tony Allen

30 de Agosto (quinta-feira)
• Joel Xavier (Lisboa) @ Diana Bar, 21h
• Tony Allen (Lagos) @ Passeio Alegre, 22h15

31 de Agosto (sexta-feira)
• O'questrada (Almada) @ Diana Bar, 21h
• Alkinoos Ioannidis (Nicósia) @ Passeio Alegre, 22h15
• Raquel Bulha & Álvaro Costa (Lisboa/Porto) @ Auditório ao ar livre, 00h00

1 de Setembro (sábado)
• Anonima Nuvolari (Lisboa) @ ruas da cidade, 18h30
• Escalandrum (Buenos Aires) @ Diana Bar, 21h
• Eddie (Olinda, Brasil) @ Passeio Alegre, 22h15
• Bailarico Sofisticado (Lisboa) @ Auditório ao ar livre, 00h00

2 de Setembro (domingo)
• Kumpania Algazarra (Lisboa) @ ruas da cidade, 18h30
• La Troba Kung-Fú (Barcelona) @ Passeio Alegre, 22h15

Ligações:
www.africanmusicianprofiles.com/tonyallen.htm
www.oquestrada.com
www.alkinoos.gr
myspace.com/anonimanuvolari
www.escalandrum.com.ar
myspace.com/bailaricosofisticado
kumpanialgazarra.no.sapo.pt
www.latrobakungfun.net

Charadas #392

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

terça-feira, 28 de agosto de 2007

O novo de Múm



MÚM "They Made Frogs Smoke Til They Exploded"

Os Múm estão de volta com novo álbum, "Go Go Smear The Poison Ivy", três anos depois de "Summer Make Good". Este é o primeiro vídeo.

Charadas #390

Um dia em Nova Iorque

Um tipo passa o dia inteiro a ouvir o novo álbum do Thurston Moore (cresce a cada audição, por sinal). Chega a casa e põe-se a escutar o "Twelve" da Patti Smith. Isso serve-lhe de motivo para ir buscar os Television, o Richard Hell, os Dead Boys, os Ramones... Como se já não faltasse, a minha amiga Tânia, sem saber deste dia temático improvisado, apresenta-me os Japanther, um duo baixo-bateria sediado, ah, em Nova Iorque. E não é que são delirantemente divertidos? Ora vejam este "River Phoenix", do último álbum, aqui numa versão ao vivo:

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Nevralgia #8



Está aberta a caixa de pandora. Sai mais um clássico nova-iorquino. Agora, todos juntos, é favor entoar as palavras inesquecíveis: "I belong to the blank generation and I can take it or leave it each time". Richard Hell & The Voidoids, "Blank Generation", em 1976. "Blank Generation" acabou por servir de motto à geração punk de Nova Iorque. Existe inclusive um interessante documentário, com imagens de concertos no mítico CBGB por parte de grupos e pessoas como Blondie, Talking Heads, Patti Smith, Heartbreakers (grupo por onde Hell passou antes dos Voidoids), etc. Passou há dois ou três anos na Cinemateca.

Nevralgia #7



Esta tem sido uma noite à volta de Nova Iorque, muito por culpa da senhora Patti Smith. Nesta viagem, deu para ir buscar ao baú "Sonic Reducer", o clássico dos Dead Boys, um daqueles temas que me fazia destruir a mobília do quarto na casa dos pais... :)
Era uma vez uma banda chamada Rocket from the Tombs, de Cleveland, aos quais pertencem aliás os créditos deste tema. Quando acabaram, uns formaram os insuspeitos Pere Ubu, os outros juntaram-se ao frenético Stiv Bator (vejam o vídeo), fazendo assim nascer os Frankenstein, que depois, já em Nova Iorque, se passariam a chamar Dead Boys. "Primeiro chamaram-nos cópias do Iggy Pop, depois chamaram-nos cópias dos Ramones. Depois cortámos o cabelo e passaram-nos a chamar cópias dos Sex Pistols", terá dito Stiv Bators.

Os 12 (pequenos) trabalhos de Patti Smith

Chama-se "Twelve" e é o mais recente álbum de Patti Smith (não sendo propriamente uma novidade, só aqui chegou agora). À escolha do título não será estranho o facto do disco reunir 12 versões de canções bem conhecidas. Lamentavelmente, quem esperar encontrar grandes adaptações por parte da cantora norte-american é melhor que esqueça "Twelve". Ainda assim, há alguns momentos notáveis no disco. Aqui fica uma breve descrição das versões aqui incluídas.

1. "Are you Experienced?" (Jimi Hendrix)
Não é de esperar que as versões de Patti Smith nos façam esquecer os temas originais, tanto mais quando falamos de colossos como este. Mas podiam, como acontece lá mais à frente, fazer pensar que estamos, por segundos que sejam, perante Patti Smith e que nada mais há para trás. Mas não é o caso deste tema escolhido para a abertura. A toada é mais lenta, mas não há propriamente novidade alguma que justifique algum interesse real desta adaptação. Por curiosidade, lê-se no disco que esta versão foi gravada justamente nos estúdios Electric Ladyland.

2. "Everybody Wants to Rule the World" (Tears for Fears)
O mundo já tinha esquecido, e ainda bem, os Tears for Fears. Não havia necessidade de os relembrar. E a versão parece quase decalcada a papel químico.

3. "Helpless" (Neil Young)
É uma das mais bonitas canções alguma vez escritas e são serenos os arranjos desta versão, onde não se deixa de notar um belíssimo acordeão.

4. "Gimme Shelter" (Rolling Stones)
A única coisa a destacar é o slide na guitarra de Tom Verlaine. De resto, os arranjos são muito pobres.

5. "Within You Without You" (The Beatles)
Nada de especial a assinalar.

6. "White Rabbit" (Jefferson Airplane)
Este é um daqueles temas que parece ter sido escrito para ser cantado por Patti Smith. Não trazendo qualquer novidade de especial face aos arranjos originais, é precisamente essa identificação com o universo artístico da cantora que aqui joga em favor desta versão. Curiosamente, Patti Smith chama a Grace Slick, a vocalista dos Jefferson Airplane, a "rainha do rock'n'roll". Quem a ouvir a dizer estas palavras ainda vai julgar que ela estará a olhar para o espelho (talvez o "espelho" de Alice, a de Lewis Carrol, que serviu de inspiração para este tema).

7. "Changing of the Guards" (Bob Dylan)
A poetisa encontra o poeta e presta-lhe homenagem convincente. É uma das faixas onde mais bem sobressai a voz de Patti Smith.

8. "The Boy in the Bubble" (Paul Simon)
Esta é, pessoalmente, a grande surpresa deste disco. Ainda há dias gravava eu uma compilação para uma amiga onde na qual, ao abrir com o tema original de Paul Simon, lhe dava a entender que tinha sido ele, através de "Graceland", o álbum onde esta canção surge na abertura, a convidar-me a descobrir aquilo que hoje banalmente chamamos "músicas do mundo". E os arranjos desta versão são verdadeiramente arrojados, finalmente. Uma dulcimer (tocada por Rich Robinson, dos Black Crowes) dança apaixonadamente com um baixo tocado de forma vigorosa, ao que se alia a voz com um tudo nada de saturação de Smith. Tudo isto dá vontade de dançar, tal como dá o tema original, mas sem o repetir. E é um tema fortemente político, um terreno onde Patti Smith se sente em casa como ninguém. É um dos momentos do disco que fazem esquecer a mediocridade de tudo o resto.

9. "Soul Kitchen" (The Doors)
Conta Patti Smith que um dia teve um sonho onde um diabrete a mandava tocar este tema. Acordou, saiu à rua, e do rádio do camião do lixo que passava em frente à sua casa ouvia-se, justamente, "Soul Kitchen". Não é das piores versões deste disco, mas falta-lhe qualquer coisa que nos leve a querer voltar a ouvi-la.

10. "Smells Like Teen Spirit" (Nirvana)
Depois de "The Boy in the Bubble", o outro grande momento desta colecção de versões. Um contrabaixo e um baixo arrancam com o tema. A voz de Patti Smith surge como a de uma lasciva entertainer de cabarê. Surge um violino. Os arranjos, essencialmente acústicos, fazem lembrar Tom Waits e família, e conseguem criar uma tensão notável à medida que se aproximam os refrões. A voz de Smith transforma-se aos poucos e poucos, passando a assumir mais o papel de "diseur" activista que lhe cai tão bem. Fosse todo o álbum assim e teríamos disco do ano, não importando sequer que de um disco de versões se tratasse. Volta-se a ouvir uma, duas, três, as vezes que forem preciso. Este é um daqueles temas que não cansam.

11. "Midnight Rider" (Almann Brothers)
A voz de Patti Smith volta ao piloto automático.

12. "Pastime Paradise" (Stevie Wonder)
Depois do "sample" de Coolio nos anos 90, era relativamente arriscado fazer uma versão deste tema. Por mais inglória que possa ser a tentativa de recuperar "Pastime Paradise" às mãos do hip hop, fica aqui uma versão com arranjos competentes, sem serem extraordinários, e com uma colocação de voz soberba por parte de Smith.

Deve o Estado apoiar a cultura?, um recorte para guardar

Fica aqui uma espécie de tributo, através da abordagem deste tema recorrente, a Eduardo Prado Coelho, com uma crónica sua publicada no jornal Público, a 17 de Fevereiro de 2001. Como era habitual, especialmente neste tipo de crónica, o professor conseguia sistematizar em poucas linhas aquilo que mais importava reter de avanços no debate das ideias trazidos por outros intelectuais, ao mesmo tempo que os confrontava com realidades específicas como a nossa.


Deve o Estado apoiar a cultura?


A questão ganhou particular actualidade com episódios recentes, e felizmente encerrados, mas suscitou sobretudo opiniões desencontradas onde talvez fosse melhor haver mais estudo. Daí que faça sentido ir buscar um livro já antigo, "A Matter of Principle", de Ronald Dworkin, publicado em 1985 pela Harvard University Press. Um texto nele incluído denomina-se precisamente "Deve um Estado liberal subvencionar a cultura?", e teve origem numa comunicação a um colóquio no Metropolitan Museum de Nova Iorque, em Abril de 1984.Anote-se que Ronald Dworkin é um dos maiores pensadores políticos do nosso tempo, autor famoso de "Taking the Rights Seriously". Tem neste caso a imensa vantagem de ser americano, com a vantagem suplementar para alguns de não ser francês. Ele começa por distinguir entre duas estratégias argumentativas: a estratégia economicista e a estratégia elitista. A primeira diz que as pessoas devem ter a cultura que estiverem dispostas a pagar. A segunda diz que as pessoas devem ter a cultura que a humanidade merece e tem valor tudo o que contribui para o progresso e desenvolvimento da humanidade.Para a estratégia economicista, a solução é simples: o mercado é que diz o que as pessoas querem. Por esta lógica, um museu deveria fazer pagar a entrada a um preço que correspondesse à totalidade dos seus custos.Ronald Dworkin começa no entanto por fazer uma análise pormenorizada da posição economicista, sugerindo mesmo que ela poderia aceitar em certa medida alguma forma de subsídios. Primeiro argumento: a relação entre os preços do mercado e os desejos das pessoas está longe de ser sempre directa e simples. Porque os preços nem sempre dão a medida exacta do que pretende a população no seu conjunto: "Se as riquezas estão muito desigualmente distribuídas, o facto de um rico comer caviar, quando o pobre gostaria de ter possibilidade de comprar pão, não significa que o conjunto da sociedade dê mais valor ao caviar do que ao pão."O segundo tipo de argumento defende a noção de "bens colectivos". Na definição que dá, "bens colectivos são os bens cuja produção não pode ser deixada inteiramente nas mãos do mercado porque é impossível impedir que aqueles que não pagaram não acabem por retirar deles qualquer benefício". Uma pessoa não vai pagar aquilo que sabe que outros estarão dispostos a pagar. Mas se todos seguirem o mesmo raciocínio, "somos capazes de não gastar individualmente o que desejaríamos gastar colectivamente".Neste caso, a solução consiste em o Estado calcular as despesas a fazer e em fazê-las ele próprio a partir do dinheiro dos contribuintes. O apoio do Estado à cultura não seria senão uma solução pragmática para um problema técnico. Coloca-se aqui o problema da "entrada gratuita". Imaginemos um processo de vacinação contra uma dada epidemia. Em princípio, só deve pagar quem é vacinado. Mas aqueles que não quiserem pagar beneficiam do processo de vacinação porque quanto mais forem as pessoas vacinadas menos eles correm o risco de serem contaminados. Donde, eles beneficiam do que não pagaram - a isto se chama "a entrada gratuita".Um exemplo cultural: as pessoas podem não querer pagar para os museus porque não lhes interessa o que lá está dentro, ou não querem subvencionar teatro, porque não lhes interessa o que lá se passa. Mas beneficiam do afluxo de turistas que pode resultar de bons museus e de bons teatros. São atingidos por esta "externalidade".Contudo, como nota Dworkin, este argumento é um pau de dois bicos. Porque justificar os apoios à cultura pelos seus benefícios indirectos é retirar qualquer possibilidade de defendermos a cultura enquanto bem colectivo que beneficia a sociedade no seu conjunto. Esta última ideia poderá ser acompanhada por outra: a de que a cultura popular e a alta cultura são uma só forma de cultura em permanente interacção; as obras cultas passam lentamente para o plano popular e a cultura de elite recicla inúmeros contributos da cultura de massas. Mas aqui surge um problema central nestas coisas (e que Dworkin só aborda obliquamente): o tempo. Porque certas obras que começaram por ser de cultura sofisticada (mesmo quando eram deliberadamente contra ela: temos o exemplo de Andy Warhol) só lentamente passam para o plano popular (mas passam: vejam o êxito da exposição de Warhol em Serralves). Agora há aqui um outro problema: mas como se pode ter a certeza que passam? Não pode. Por isso costumo repetir que a investigação estética é análoga à científica: é preciso correr muitos riscos para acertar. Mas correr riscos custa dinheiro (e o sentimento de que por vezes esse dinheiro é perdido). No entanto, a análise de Dworkin vai mais longe, e considera ainda outro problema. Quando o Estado luta contra a poluição, parte do princípio de que sabe que o conjunto da população quer um ar respirável a um certo preço. Mas como saber se o conjunto da população quer ópera? Provavelmente muitos, se a ópera não existisse, nem davam por isso. Donde, dizer que a ópera é útil para eles, não é pressupor um juízo que eles fariam sobre as suas próprias vidas, mas partir de um juízo que nós fazemos sobre as vidas deles. É claro que podemos dizer que eles não sabem que a ópera lhes falta porque precisamente a ópera lhes falta. Mas será que este raciocínio circular convence os nossos economistas? Neste ponto, a conclusão de Dworkin é simples: não convence porque a abordagem económica não permite determinar se a cultura deve ser subvencionada e até que ponto.Passemos então para a abordagem elitista. Mas Dworkin - é essa a sua originalidade - pretende chegar às teses da abordagem elitista usando uma argumentação diferente da habitual. Para ele, a tese é: "A cultura desempenha dois papeis diferentes. Produz pinturas, espectáculos, romances, interiores de uma casa, desportos, folhetins policiais, que nós apreciamos e que nos dão prazer. E produz o quadro que torna possível a avaliação estética destes objectos."É este segundo ponto que é importante. Trata-se de colocar no centro das estruturas culturais "uma linguagem comum", que não é tecnicamente nem um bem público nem um bem privado, mas que "é uma fonte de avaliação mais do que uma avaliação em si mesma". O que faz que esta linguagem comum seja um bem colectivo muito especial é que "do ponto de vista daqueles que utilizam esta linguagem as 'entradas gratuitas' valem mais do que nenhuma entrada de todo".Porquê? Porque "somos todos beneficiários ou vítimas das modificações que se imprimem na nossa linguagem comum". Donde, ler e escrever sobre um livro, ver um filme, falar sobre um concerto, ouvir um disco, visitar um museu, são tudo transacções que contribuem para alterar a nossa linguagem comum, e nós podemos pressupor que as gerações futuras irão beneficiar de uma linguagem comum mais rica. Mas não será isto paternalismo? Não, porque, se o princípio liberal é permitir uma maior diversidade de escolhas, aumentando a densidade da nossa linguagem "estamos a aumentar mais do que a restringir a liberdade das nossas escolhas, porque é isto precisamente o que está em jogo no enriquecimento ou empobrecimento da linguagem". A acusação de elitismo desaparece, porque "estas estruturas afectam a vida de quase toda a gente; fazem-no de uma maneira tão fundamental e tão imprevisível que não temos nenhum dispositivo conceptual que nos permita saber quem irá beneficiar das diversas ideias e possibilidades que estas estruturas permitem produzir".Daí a conclusão: "Se é verdade que é a sociedade no seu conjunto, e não apenas as pessoas que frequentam directamente as instituições culturais, que goza do fundo comum das possibilidades estruturalmente abertas pela continuidade de linguagem, e pela conservação enciclopédica dos dados culturais, então temos boas razões para subvencionar a cultura como bem colectivo."

Charadas #389

sábado, 25 de agosto de 2007

Nevralgia #6



E em dia de aniversário, os Birthday Party, com "Nick the Stripper", num dos videoclips que mais marcou a minha adolescência.

Quatro

Iá, tipo, isto, o tasco, faz quatro anos hoje.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Nevralgia #5



Não temos nada melhor para fazer do que ver televisão e beber umas cervejas. O lado mais festivo dos Black Flag, em "TV Party", single de 1982, já com Henry Rollins como vocalista.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

O programa do Músicas do Mar

Foi hoje apresentado através de conferência de imprensa o programa do Músicas do Mar, o festival que a cidade da Póvoa de Varzim vai receber entre os dias 30 de Agosto e 2 de Setembro. Tony Allen é o grande nome do cartaz, mas há mais. E há Bailarico Sofisticado, no sábado à noite!

Foi você que pediu mais um concerto imperdível para a segunda quinzena de Outubro?

E serve-lhe Kurt Wagner, o líder dos Lambchop, em concerto a solo no Santiago Alquimista, no dia 17 de Outubro?
Está a ficar carregada a agenda de Outubro, principalmente na segunda metade do mês. Já tínhamos, entre outros eventuais destaques:

20 - Vert na ZDB (depois de passar, nos dias anteriores, pelos Maus Hábitos e pelo Teatro Académico Gil Vicente);
23 - Nine Horses (ou David Sylvian a solo, há que confirmar) no CCB (dois dias antes passa pelo Theatro Circo);
27 - Há que escolher entre Sea and Cake na ZDB ou Mark Kozelek no Santiago Alquimista (os Sea and Cake tocam também no Mercedes dois dias depois);
28 - Patti Smith no Coliseu dos Recreios...

E dinheiro para tudo isto?

No dia em que o monstro foi à feira popular



Já por aí rola o novo videoclip dos Animal Collective, para o tema "Peacebone", a primeira amostra do álbum "Strawberry Jam", que deverá chegar às lojas em Setembro. A realização cabe a Timothy Saccenti, fotógrafo de Nova Iorque que já trabalhou com muito boa gente, quer em imagens de promoção, quer em videoclips.
(Ah, e o álbum promete muito.)