sexta-feira, 6 de março de 2015

100 de 1973, n.º 89, Elvis Presley (rep.)



ELVIS
ELVIS PRESLEY (EUA)
Edição original: RCA
Produtor(es): Felton Jarvis
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E eis mais um Elvis nesta lista. Desta vez, já se trata de álbum de estúdio, ou melhor, de restos deixados de sessões passadas. Homónimo mas reconhecido informalmente como "The Fool", por força da canção com que inicia. Apesar de nesta altura, Elvis Presley ser já apenas o rosto mais visível de uma imensa máquina de espetáculo, o álbum traz duas canções ao piano e a solo restrito, "It's Still Here" e "I Will Be True" (magnífica!), que fizeram destacar este disco entre os demais da altura. Em 73, Elvis lançou ainda mais dois álbuns: "Raised on Rock/For Ol' Times Sake" e "Good Times".

quinta-feira, 5 de março de 2015

100 de 1973, n.º 90, Neil Young (rep.)



TIME FADES AWAY
NEIL YOUNG (Canadá)
Edição original: Reprise
Produtor(es): Neil Young, Elliot Mazer
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É ao vivo, a digressão começou assombrada com a morte por overdose de Danny Whitten, do guitarrista de longa data de Neil Young, continuou em rota de colisão, ora com o público que queria mais "Harvest" do que estes temas não gravados até à altura, ora nos desentendimentos entre os músicos, ora na tequila que corria pelos bastidores. Em 1987, Young dizia a uma rádio inglesa, que "este foi pior disco que alguma vez fiz -- mas, como um documentário do que me estava a acontecer, foi um grande disco. Estava em palco a tocar todas estas canções que ninguém havia ouvido antes, gravando-as e não tinha a banda a certa. Foi apenas uma digressão desconfortável. Senti-me um produto e estava com esta banda de músicos all-star que não podiam sequer olhar uns para os outros." Este e "Journey Through The Past", de 1972, são os dois únicos discos de Young que nunca tiveram uma edição em CD, nem mesmo quando os outros "missing six" ("On the Beach", "American Stars 'n Bars", "Hawks and Doves" e "Re*Ac*Tor") foram reeditados em 2003.

quarta-feira, 4 de março de 2015

100 de 1973, n.º 91, Thin Lizzy (rep.)



VAGABONDS OF THE WESTERN WORLD
THIN LIZZY (Irlanda)
Edição original: Deram
Produtor(es): Nick Tauber
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Eis outro disco de hard rock, mas, convenhamos, francamente mais interessante que o imediatamente interior nesta lista. Foi gravado na sequência do sucesso de "Whiskey in the Jar", single que nunca chegou a entrar num álbum, não contando com as reedições posteriores em CD, o que é o caso, precisamente, deste "Vagabonds of the Western World".

terça-feira, 3 de março de 2015

100 de 1973, n.º 92, Lynyrd Skynyrd (rep.)



(PRONOUNCED 'LĔH-'NÉRD 'SKIN-'NÉRD)
LYNYRD SKYNYRD (EUA)
Edição original: Sounds of the South/MCA
Produtor(es): Al Kooper
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Álbum de estreia de um dos grupos que mais contribuiu para que os críticos musicais usassem a expressão "southern rock" nas suas peças. Os outros foram os Allman Brothers, que também editaram este ano ("Brothers and Sisters"), mas, ei, já basta um disco de southern rock na minha lista dos 100 mais. E o dos Lynyrd Skynyrd ouve-se bem. Até que me arrependa.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Talkfest 2015: começa na quarta-feira

Não é frequente vermos a música e, em concreto, o negócio da música, e ainda mais em concreto, o negócio dos festivais de música ser discutido em público, por entre apresentações ora profissionais, ora até mesmo científicas. No início da década passada, chegou a ser feita uma aposta tímida nos debates públicos, em grande parte incluída na programação de um festival urbano que ainda hoje se mantém (o SBSR), mas o interesse diminuiu desde lá para cá.

Mas as coisas parecem estar de novo a mudar. Saúde-se a organização do Keep It Simple, que levou ao Porto, no ano passado, um congresso científico sobre culturas underground e do-it-yourself. Vai repetir este ano, em julho, na FLUP. E, numa área mais generalista, e em Lisboa, saúde-se também a realização do Talkfest, que volta também este ano para uma segunda edição. E é já esta semana que acontece, com uma programação que se estende por seis áreas principais (conferências, concertos, documentários, seminários, prémios e apresentações profissionais e científicas) e que decorre entre o ISEG e o Musicbox. (A propósito, não deixo de ficar contente por ver dois dos meus mundos de interesses, a encontrarem-se: falar-se de música na minha escola.)

PROGRAMAÇÃO:

4 MARÇO (Quarta-Feira)

Auditório CGD, ISEG
>9h30-11h00 - PAPERS | FESTIVAIS MÚSICA
- Segmenting and Profiling the Portuguese Festival-Goers Through the Most Ancient Form of Music Retailing: The Music Festivals (2014) – Jaime Fonseca e Rosária Ramos (Docentes ISCSP)
- Intervenção em crise em ambientes recreativos : avaliação do processo e contributo para um modelo de intervenção suportado em evidência científica (2014) – Paula Frango (Sicad – Ministério da Saúde)
- Perfil festivaleiro e ambiente social festivais de música em Portugal (2014 – 2ª edição) – Ricardo Bramão (Talkfest)
>11h30-13h30 – CONFERÊNCIA | DEBATE
O USO DAS REDES SOCIAIS: aqui está o mundo num festival música!
>14h30-16h30 - CONFERÊNCIA | KEYNOTE SPEAKER INTERNACIONAL
Export music: trends in Europe. Are Music Festivals the best option to promote artists / bands?
Peter Smidt (fundador e diretor criativo do Eurosonic)
>17h00-19h00 - CONFERÊNCIA | DEBATE
INDIE MUSIC: (foi) a próxima grande cena? Novas bandas e novo público em permanente mutação nos festivais!

Auditório 2, ISEG
>15h00-17h00 – SEMINÁRIO
Financiamento europeu para a cultura by Europa Criativa
>17h00-19h00 - SEMINÁRIO
DJ/Producer – o Artista do futuro by ProDj
>19h45-00h00 - DOCUMENTÁRIOS
Message to love: The Isle of Wight Festival (127’’, 1997, UK)
Rock Rendez Vous: A revolução do Rock (60’’, 2015, PT) + Q&A com convidados

5 MARÇO (Quinta-Feira)

Auditório CGD, ISEG
>9h30-11h00 – CONFERÊNCIA | DEBATE
GESTÃO DO RISCO nos festivais de verão
>11h30-13h30 – CONFERÊNCIA | DEBATE
As MARCAS ditam tendências nos seus (e outros) festivais?
>14h30-16h30 - CONFERÊNCIA | DEBATE
HEADLINERS em festivais: existirão daqui a 5 anos?
>17h00-19h00 – CONFERÊNCIA | DEBATE
ENTRADA LIVRE vs. BILHETE PAGO – impacto no público, artistas e promotores
Auditório 2, ISEG
>14h00-17h45 – SEMINÁRIO
Eficiência energética em festivais by EE Music
>18H00-19h00 – SEMINÁRIO
Eficiência energética em Eventos da Indústria da Música (indoor, clubs, salas) by EE Music
>19h45-00h00 – DOCUMENTÁRIOS
Meio Metro de Pedra (68’’, 2011, PT)
Música em Pó (70’’, 2013, PT)
Uivo (91’’, 2014, PT) + Q&A com realizador: Eduardo Morais

6 MARÇO (Sexta-Feira)
Auditório CGD, ISEG
>9h30-11h00 – CONFERÊNCIA | KEYNOTE SPEAKER INTERNACIONAL
The Impact of Music Festivals in Europe
Darko Brlek (Presidente EFA – Associação Europeia de Festivais)
>11h30-13h00 – CONFERÊNCIA | KEYNOTE SPEAKER INTERNACIONAL
Festival Experience Design – Turning your festival into an unforgettable journey for guests
Joe Blackman (Diretor e fundador Collection 26)
>13h00-13h15 – PRÉMIO APORFEST’14 – ENTIDADE E PERSONALIDADE DO ANO
Entrega de prémios e homenagem aos vencedores
Auditório 2, ISEG
>PRO | APRESENTAÇÕES PROFISSIONAIS
14:30/15:30 Aporfest : Ação e missão
15:30/16:30 Eco-Kopo: Sustentabilidade ambiental: vai querê-la no seu festival!
17:00/18:00 IGAC – Inspeção Geral das Atividades Culturais: Perspetiva da Supervisão Setorial na área dos Espetáculos de Natureza Artística
18:00/19:00 MEF – Movimento Expressão Fotográfica: A formação em fotografia de espetáculo
Auditório 3, ISEG
>15h00-19h00 – SEMINÁRIO
Estratégia Digital vs. Festivais by EDIT
Musicbox
>22h00-01h30 – CONCERTOS
D’Alva
NBC
Thunder & CO.


Mais em talkfest.eu.

100 de 1973, n.º 93, Planxty (rep.)



THE WELL BELOW THE VALLEY
PLANXTY (Irlanda)
Edição original: Polydor
Produtor(es): Phil Coulter
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Segundo álbum para os Planxty. A estreia em discos, se esquecermos que os elementos dos Planxty já tocavam e gravavam juntos no projeto a solo de Christy Moore, deu-se também neste ano, com álbum homónimo, mas foi este "The Well Bellow the Valley" a afirmar-se como um clássico na música tradicional irlandesa.

domingo, 1 de março de 2015

100 de 1973, n.º 94, Ash Ra Tempel (rep.)



STARRING ROSI
ASH RA TEMPEL (Alemanha)
Edição original: Kosmische Musik Ohr
Produtor(es): Manuel Göttsching
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Os Ash Ra Tempel de Manuel Göttsching têm dois álbuns em 1973. "Join Inn" e este "Starring Rosi", assim chamado a partir de Rosi Müller, cuja voz se escuta ao longo do disco. Já sem a companhia dos outros fundadores Klaus Schulze e Hartmut Enke, que ainda haviam estado em "Join Inn", Göttsching toca quase todos os instrumentos, num exercício organizado de virtuosismo que quase parece uma aula, como ataca o texto do AMG (mas que, moderando, "se aguenta surpreendentemente bem").

sábado, 28 de fevereiro de 2015

100 de 1973, n.º 95, Led Zeppelin (rep.)



HOUSES OF THE HOLY
LED ZEPPELIN (Inglaterra)
Edição original: Atlantic
Produtor(es): Jimmy Page
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Os Led Zeppelin, os quais confesso ter tido sempre alguma dificuldade em compreender, quase arriscaram a sua reputação neste disco, ao puxarem lustro a um certo ecletismo nas composições e nos arranjos, depois dos álbuns mais roqueiros I, II, III e IV. Há coisas estranhas -- mas, e talvez por isso, deliciosas -- como o reggae de "D'yer Mak'er" (youtube abaixo). Em 2003, a Rolling Stone colocou no 149º posto dos 500 melhores discos de sempre.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Hoje é dia de acertarmos os relógios: há Mão Morta no Lux

Reparem bem, ó lisboetas, qual foi a última vez que puderam ver os Mão Morta em pé -- que é como se deve assistir a um concerto de Mão Morta, porra! -- e com a qualidade de som tão boa como a do PA do Lux? Quando mesmo?

100 de 1973, n.º 96, Thirsty Moon (rep.)



YOU'LL NEVER COME BACK
THIRSTY MOON (Alemanha)
Edição original: Brain
Produtor(es): Jochen Petersen
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E eis que surge, então, o primeiro disco de um grupo alemão nesta lista (preparem-se, que a krautlândia era chão que dava uvas por estas alturas). Fusão de prog clássico com metais do jazz, talvez datada, mas que ainda oferece um gozo de todo o tamanho à escuta.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O novo single dos Blur faz-me pensar nisto e naquilo

Depois de um hiato de 12 anos, os Blur estão aí com "Go Out", o avanço para o novo álbum "Magic Whip", que sai no final de abril próximo. Mas isso já não é novidade nenhuma. O que aqui trago são duas questões:

Na primeira vez que ouvi "Go Out", disse logo para os meus botões e para alguns amigos: não gosto. Parecia, e acho que o verbo é o mais apropriado, parecia demasiado desinspirado, demasiado seco, demasiado mecânico. Parecia a composição pop típica de quem já está farto da pop, de quem o faz por obrigação, de quem já não tem a verve juvenil de outrora, de quem já não perde horas e horas a compor uma canção e se vê remetido a um plano de dois ou três dias num estúdio alugado com o compromisso de criar material novo.

Mas, repito, parecia. Porque agora "Go Out", depois de ouvidas tantas vezes na rádio, já me soa diferente daquela que ouvi à primeira vez. Já consigo sentir uma certa familiaridade. Se antes não ia à bola com a canção, já estou a considerar comprar os bilhetes e dar-lhe um telefonema.

Ora, isto leva então a uma certa pergunta. Não é nova, mas não é discutida com frequência e é, parece-me, cada vez mais atual:

Que oportunidades damos hoje à música nova que ouvimos? E os que já levam alguns anos disto, tentem lá pensar no tempo em que ora tinham mais tempo para escutar música, ora não havia tantas rádios com playlists e programas de qualidade, ora não havia internet e praticamente qualquer disco que se faça no mundo inteiro ao alcance de dois ou três toques...


A segunda questão já é mais uma constatação. Ouve-se o "Go Out" e percebem-se ali técnicas, instrumentos, sons, etc., que nunca fariam parte do mainstream, nem dos Blur, de há 15 ou 20 anos. Talvez porque Brian Eno, Björk, os Radiohead e tantos, tantos outros, trouxeram material dos seus laboratórios (e de outros) para o terreno comum do mainstream, talvez por isso tenhamos coisas como esta "Go Out" em playlists e pronta a lançar os Blur para grandes digressões, a encerrar grandes festivais, para toda a gente.

Mas... sempre foi assim, não? É assim, através destas ondas de contaminação, que evolui a música ao longo dos tempos, não?


100 de 1973, n.º 97, Hugh Masekela (rep.)



INTRODUCING HEDZOLEH SOUNDZ
HUGH MASEKELA (África do Sul)
Edição original: Blue Thumb
Produtor(es): Hugh Masekela, Rik Pekkonen
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Depois de se fartar da aventura pelo jazz americano, o trompetista Hugh Masekela regressou à sua África natal, para um disco de jazz que não é só jazz, para um disco de afrobeat que não é só afrobeat. Chamaram-lhe afrojazz e tornou-se um clássico na discografia de Masekela, mesmo não sendo a maior parte do disco da sua autoria, mas dos Hedzoleh Soundz, a banda ganesa que o imperador do afrobeat, Fela Kuti, apresentou a Masekela, quando este andava à procura de músicos para o acompanharem no seu reencontro com África. E, a propósito de Hedzoleh Soundz, há aí uma reedição recente da Soundway...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

100 de 1973, n.º 98, Mother Mallard's Portable Masterpiece Company (rep.)



MOTHER MALLARD'S PORTABLE
MASTERPIECE COMPANY
MOTHER MALLARD'S PORTABLE MASTERPIECE COMPANY (EUA)
Edição original: Earthquack
Produtor(es): Mother Mallard's Portable Masterpiece Company
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A Mother Mallard's Portable Masterpiece Company, que ainda hoje dá concertos, foi um dos primeiros grupos de sintetizadores. Aliás, o fundador David Borden foi um dos primeiros músicos a utilizar o minimoog, de Robert Moog, de quem aquele era próximo. Este é o álbum de estreia do grupo, tendo sido iniciado em 1970 e apenas editado em 1973.

-- não existe youtube ou spotify disponível para este álbum --

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

100 de 1973, n.º 99, Paulinho da Viola (rep.)



NERVOS DE AÇO
PAULINHO DA VIOLA (Brasil)
Edição original: Odeon
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Se todas as faixas tivessem uma parte, quanto mais não fosse, da força de "Roendo as Unhas" (quarta faixa), uma pedra no charco do samba e do choro, este "Nervos de Aço" estaria muito mais para cima na lista. Mas, ainda assim, outros temas, como o que lhe dá título, ou "Sonho de Carnaval" ou ainda o rematador "Choro Negro", fazem deste disco uma referência óbvia na história daqueles géneros brasileiros.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

100 de 1973, n.º 100, Elvis Presley (rep.)



ALOHA FROM HAWAII
ELVIS PRESLEY (EUA)
Edição original: RCA
Produtor(es): Joan Deary, Marty Pasetta
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Uma coisa à grande, à americana, o concerto de Elvis no Hawaii em Janeiro de 73, foi transmitido via satélite, tecnologia que ia dando os primeiros passos na altura, para Europa e Ásia (os americanos só o viram mais tarde, porque, apesar de tudo, o superbowl daquela mesma noite continuava a ser mais importante). Ainda é hoje o evento mais visto da história da televisão, estimando-se que 1,5 mil milhões de pessoas o tenham acompanhado. Apanha Elvis ainda em grande forma, mesmo à beira do início do fim da sua carreira.

100 de 73, reprise

Para ver se animamos um pouco o tasco amarelo, volta a lista dos 100 melhores álbuns de 1973, agora com a promessa de a levar até ao fim, e agora também privilegiando fontes de áudio que permitam a escuta completa do disco em causa.
O n.º 100 vêm aí já a seguir.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Hoje temos aula de matemática na ZDB com os Equations

Hoje, o coletivo de Braga (e de Lisboa e do Porto, ok), vem à ZDB apresentar o seu segundo álbum, "SSSUUUNNN", uma lição de matemática prog que parece estar cada vez mais bem estudada. Primeira parte: Kilimanjaro e Marvel Lima. Bilhetes a 6 e 12 euros (este incluindo o disco dos Equations). Mais informação aqui.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Hoje e nos próximos dias: Putan Club

Está de regresso ao nosso país o duo franco-italiano Putan Club, de François R. Cambuzat (L'Enfance Rouge) e de Gianna Greco. Hoje não serão acompanhados de Lydia Lunch, a menos que haja alguma surpresa. Além do concerto no Lounge, hoje, o duo, que já esteve em Viseu na passada segunda-feira, vai ainda passar pelos seguintes locais:

sexta feira | 20 de Fevereiro | 23h
Quina das Beatas
Centro de Artes e Espectáculo
Praça da República, 39 - Portalegre
entrada: 3 euros

sábado | 21 de Fevereiro | 21h30
(+ Los Saguaros)
Casa da Cultura
Rua Detrás da Guarda, 26-34 - Setúbal
entrada: 3 euros

segunda feira | 23 de Fevereiro | 22h30
Projectil
Travessa da Rua do Caires, 39 - Braga
entrada: contribuições livres

terça feira | 24 de Fevereiro | 22h
(+ Tren Go! Sound System)
Cave 45
Rua das Oliveiras, 45 - Porto
entrada: 6 euros

quarta feira | 25 de Fevereiro | 22h
Mercado Negro
Rua João Mendonça, 17 - Aveiro
entrada: ?

quinta feira | 26 de Fevereiro | 22h
TBA
Beja

Duas geografias, duas realidades, duas belas crónicas

À partida, estes dois textos não têm nada a ver um com o outro, tirando o facto de os ter lido um após o outro, tirando o facto de descreverem realidades locais bastante distintas. Mas são de serem lidos:

No Rede Angola, a minha querida Aline Frazão, que anda em digressão por terras africanas, fala com paixão de Addis Abeba, capital da Etiópia, em "O segredo de Addis".

No Drowned in Sound, Dave Harper tem um texto hilariante sobre o circuito de salas independentes do Reino Unido: "What's it really like to tour around the UK's independent venues?"

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Konono nº 1 e... Batida?

Pois assim parece. Os congoleses Konono nº1, o grupo de músicos das ruas de Kinshasa que a Crammed ajudou a rebentar por esse mundo fora com o revolucionário "Congotronics", estão a trabalhar com Pedro Coquenão, o senhor Batida. Vem aí álbum e concertos, já muito em breve.
Aguardemos novidades!