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domingo, 1 de dezembro de 2019

100 de 1979, n.º 31, Hermeto Pascoal



ZABUMBÊ-BUM-Á
HERMETO PASCOAL (Brasil)


Edição original: Warner Bros.
Produtor(es): Hermeto Pascoal



domingo, 30 de julho de 2017

100 de 1977, n.º 16, Hermeto Pascoal



SLAVES MASS
HERMETO PASCOAL (Brasil)


Edição original: Warner Bros.
Produtor(es): Airto Moreira, Flora Purim



terça-feira, 5 de maio de 2015

100 de 1973, n.º 29, Hermeto Pascoal (rep.)



A MÚSICA LIVRE DE HERMETO PASCHOAL
HERMETO PASCOAL (Brasil)
Edição original: Sinter
Produtor(es): Rubinho Barsotti
discogs YOUTUBE

"Gaio da Roseira", o tema com que encerra o disco, havia sido composto por seu pai, "seu Pascoal". Em 1971, Airto Moreira, que havia sido companheiro de Hermeto no Quarteto Novo e que nesta altura iniciava a sua carreira bem sucedida pelos EUA, incluía-o em "Seeds on the Ground", sob as designações de "Galho da Roseira" ou "Branches", para sucesso que ainda perdura até hoje nas colectâneas que vão saindo. Hermeto voltou a usá-lo em 1973, numa versão com uma introdução arrepiante e arranjos ainda mais arrojados (escute-se, por exemplo, a parte da orquestra de garrafas, tocadas por todos os elementos do grupo). Bastaria este tema final para "A Música Livre de Hermeto Paschoal" ser já um disco fundamental. Mas há mais. Há coisas mais facilmente audíveis, como o jazz de raça latina de "Bebê", há as versões incríveis de "Asa Branca", de Gonzaguinha, e de "Carinhoso", do ícone do choro Pixinguinha, há "Sereiarei", um tema absolutamente chanfrado onde até os porcos, os gansos, os coelhos e os patos, provavelmente os mesmos que se dizia que Pascoal levava para os palcos, participam. Ao lado de "Missa dos Escravos", de 1977, é o melhor que o imenso génio de Pascoal produziu.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sines aproxima-se: Hermeto Pascoal



HERMETO PASCOAL
Origem: Brasil
Onde e quando: Castelo, dia 20 (sábado), 00h30

Coisas a saber:
1. Passou recentemente pelo FMM (2005) e por vários concelhos do distrito de Aveiro, no Festim (2009).
2. Dois álbuns históricos: "A Música Livre de Hermeto Pascoal" (1973) e "Slaves Mass" (1977).
3. Provavelmente, o maior músico e compositor, nas mais completas definições dos termos, que o Brasil viu nascer.

No spotify: Hermeto Pascoal

sexta-feira, 22 de março de 2013

Trilok, Rachid e Hermeto no FMM!

A organização do FMM continua a apostar com força no regresso dos melhores artistas que passaram pelos palcos do festival ao longo das últimas 14 edições. Soube-se hoje que a 15ª, que tem lugar em Sines entre os dias 18 e 27 de julho, vai contar com o indiano Trilok Gurtu, por várias vezes considerado como o melhor percussionista do mundo e que agora surge acompanhado do pianista arménio Tigran Hamasyan. Vai também ter o enfant terrible do raï rock, monsieur Rachid Taha, e ainda a lenda viva brasileira Hermeto Pascoal. Estes nomes vêm juntar-se aos malianos Amadou & Mariam, Bassekou Kouyaté e Rokia Traoré.

sábado, 24 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 29



A MÚSICA LIVRE DE HERMETO PASCHOAL
HERMETO PASCOAL (Brasil)
Edição original: Sinter
Produtor(es): Rubinho Barsotti
discogs

"Gaio da Roseira", o tema com que encerra o disco, havia sido composto por seu pai, "seu Pascoal". Em 1971, Airto Moreira, que havia sido companheiro de Hermeto no Quarteto Novo e que nesta altura iniciava a sua carreira bem sucedida pelos EUA, incluía-o em "Seeds on the Ground", sob as designações de "Galho da Roseira" ou "Branches", para sucesso que ainda perdura até hoje nas colectâneas que vão saindo. Hermeto voltou a usá-lo em 1973, numa versão com uma introdução arrepiante e arranjos ainda mais arrojados (escute-se, por exemplo, a parte da orquestra de garrafas, tocadas por todos os elementos do grupo). Bastaria este tema final para "A Música Livre de Hermeto Paschoal" ser já um disco fundamental. Mas há mais. Há coisas mais facilmente audíveis, como o jazz de raça latina de "Bebê", há as versões incríveis de "Asa Branca", de Gonzaguinha, e de "Carinhoso", do ícone do choro Pixinguinha, há "Sereiarei", um tema absolutamente chanfrado onde até os porcos, os gansos, os coelhos e os patos, provavelmente os mesmos que se dizia que Pascoal levava para os palcos, participam. Ao lado de "Missa dos Escravos", de 1977, é o melhor que o imenso génio de Pascoal produziu.