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terça-feira, 6 de março de 2012
Sentado e fechado
O cartaz do Festival para Gente Sentada (24 e 25 de março próximos) está fechado. Aos já anunciados Low (24), Tindersticks e Thomas Belhom (25), juntam-se agora os portugueses Aquaparque, a Jigsaw (ambos na primeira noite) e The Telegram (segunda noite).
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Já temos gente para se ouvir sentada
Foi anunciado o cartaz de mais uma edição, a sétima, do Festival Para Gente Sentada, que este ano acontece a 18 e 19 de Março, novamente no Cineteatro António Lamoso, na Feira:
Dia 18
The Legendary Tigerman
Laetitia Sadier
Nuno Prata
Dia 19
Piano Magic
Spokes
B Fachada
Os bilhetes custam 20 e 30 euros, para um ou para os dois dias, respectivamente.
Dia 18
The Legendary Tigerman
Laetitia Sadier
Nuno Prata
Dia 19
Piano Magic
Spokes
B Fachada
Os bilhetes custam 20 e 30 euros, para um ou para os dois dias, respectivamente.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Os concertos que o 10 traz, parte 2
1. A Lumin tinha-me dito que o próximo Baile prometia. E aí está: Radioclit, Plaid e Octa Push foram confirmados no facebook pela Madame, que com a Lupin organiza "O Baile", a festa regular que recentemente trouxe Micachu até nós. Este segundo Baile em Lisboa, que ainda vai ter mais nomes, vai ter lugar na LX Factory, a 13 de Fevereiro.
Radioclit = imperdível. Plaid = vai ser bom revê-los.
2. Tom Zé pelo Norte. O astronauta libertado está de volta, com datas marcadas para o Teatro Viriato, em Viseu (21 de Janeiro), e para o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães (dois dias depois).
3. Já são conhecidos os dois primeiros nomes do Festival Para Gente Sentada deste ano, na Feira, diz o Rua de Baixo: Bill Calahan e o regressado Dakota Suite (por onde andou ele estes anos?). O festival decorre nos dias 26 e 27 no Cineteatro António Lamoso.
4. A Filho Único anuncia, além de outras datas que já eram conhecidas, Panda Bear no Lux (12 de Fevereiro), Matt Valentine & Erika Elder e Tigrala em mais um Sarau no Museu do Chiado (25 de Fevereiro), Joe McPhee & Chris Corsano em local a anunciar (12 de Março) e Beach House no Lux (17 de Março).
Radioclit = imperdível. Plaid = vai ser bom revê-los.
2. Tom Zé pelo Norte. O astronauta libertado está de volta, com datas marcadas para o Teatro Viriato, em Viseu (21 de Janeiro), e para o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães (dois dias depois).
3. Já são conhecidos os dois primeiros nomes do Festival Para Gente Sentada deste ano, na Feira, diz o Rua de Baixo: Bill Calahan e o regressado Dakota Suite (por onde andou ele estes anos?). O festival decorre nos dias 26 e 27 no Cineteatro António Lamoso.
4. A Filho Único anuncia, além de outras datas que já eram conhecidas, Panda Bear no Lux (12 de Fevereiro), Matt Valentine & Erika Elder e Tigrala em mais um Sarau no Museu do Chiado (25 de Fevereiro), Joe McPhee & Chris Corsano em local a anunciar (12 de Março) e Beach House no Lux (17 de Março).
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Jogo das cadeiras
Para quem, aqui há dias, perguntava aqui mesmo pelo Festival para Gente Sentada, fica a informação de que a terceira edição do mesmo vai realizar-se nos dias 24 e 25 de Novembro, no cine-teatro António Lamoso. Os nomes que farão parte do cartaz continuam, porém, por anunciar.
segunda-feira, 26 de setembro de 2005
Fico contente...
sexta-feira, 16 de setembro de 2005
Avalancha de concertos
Não param de chegar notícias de concertos para um Outono que começa a ficar mais carregado que um cacho de uvas nas vésperas da vindima:
30 de Setembro - Woven Hand @ Festival Para Gente Sentada
1 de Novembro - Jarboe @ Caixa Económica Operária
12 de Novembro - Hairy Fairy (Devendra Banhart) @ Aula Magna
22 de Novembro - Mercury Rev @ CCB
É uma frase batida, mas não há bolsa que aguente isto!
30 de Setembro - Woven Hand @ Festival Para Gente Sentada
1 de Novembro - Jarboe @ Caixa Económica Operária
12 de Novembro - Hairy Fairy (Devendra Banhart) @ Aula Magna
22 de Novembro - Mercury Rev @ CCB
É uma frase batida, mas não há bolsa que aguente isto!
sexta-feira, 26 de agosto de 2005
1. Começa hoje no Porto mais uma edição das Noites Ritual Rock. Conseguir manter uma mostra de música portuguesa desde o já longíquo ano de 1992 é obra. A Xinfrim está de parabéns. Este ano sobem ao palco, ou melhor, aos palcos: Wordsong, Plaza, Cool Hipnoise, Ölga, Complicado e Alla Polaca (hoje); Supernada, Bunnyranch, Wraygunn (que aproveitarão a oportunidade para gravar alguns temas ao vivo a incluir na edição inglesa do mais recente álbum do grupo), Gajos Baixos, Housandbass e Alex Fx (amanhã). Mais informações em www.noitesritual.com/nrr2005.
2. No domingo, a romaria é a Algés, ao palco do Lisboa Soundz. Franz Ferdinand, Mogwai, Jimmy Chamberlin Complex e Bunnyranch fazem a primeira edição deste novo (mini-)festival. E ao contrário do que se tem dito por aí, nem as Noites Ritual Rock, nem este novo Lisboa Soundz vão encerrar os festivais de Verão. É a Festa do Avante, o festival português com maior número de edições (desde 1976... façam as contas).
3. Continuando na senda dos cartazes de grandes dimensões, já há um nome para a segunda edição do Festival para Gente Sentada: Patrick Wolf. A celebração do alt-country, americana, neo-folk e outras propostas intimistas que tais acontece lá para o final de Setembro.
4. Avançou hoje o DN e o tasco já confirmou: Jorge Mourinha vai deixar a edição do Blitz, cadeira que passa a ser ocupada pelo Gonçalo Frota.
2. No domingo, a romaria é a Algés, ao palco do Lisboa Soundz. Franz Ferdinand, Mogwai, Jimmy Chamberlin Complex e Bunnyranch fazem a primeira edição deste novo (mini-)festival. E ao contrário do que se tem dito por aí, nem as Noites Ritual Rock, nem este novo Lisboa Soundz vão encerrar os festivais de Verão. É a Festa do Avante, o festival português com maior número de edições (desde 1976... façam as contas).
3. Continuando na senda dos cartazes de grandes dimensões, já há um nome para a segunda edição do Festival para Gente Sentada: Patrick Wolf. A celebração do alt-country, americana, neo-folk e outras propostas intimistas que tais acontece lá para o final de Setembro.
4. Avançou hoje o DN e o tasco já confirmou: Jorge Mourinha vai deixar a edição do Blitz, cadeira que passa a ser ocupada pelo Gonçalo Frota.
terça-feira, 2 de novembro de 2004
Um palco português (breves notas de optimismo)
Já aqui defendi a tese -- e não encontrei ainda razões para ter outra opinião -- de que a indústria do disco, conforme a conhecemos, vai acabar e que o futuro da música passará essencialmente pelos palcos. De facto, todos os dias nos chegam exemplos de editoras (a médio prazo chamar-lhes-emos "antigas editoras") que despendem mais tempo e mais recursos na carreira dos seus artistas, particularmente nas digressões dos mesmos. Ao mesmo tempo, assistimos ao curioso facto de ver cada vez mais gente nos concertos, num tempo em que cada vez menos discos são vendidos. Se um disco se copia e se partilha com a maior das facilidades, impossíveis serão, por outro lado, as probabilidades de se duplicar a míriade de sensações que se obtém de um concerto, por definição único. Não pretendo alongar-me sobre estas evidências, já anteriormente debatidas, mas proponho a reflexão do assunto, tendo como pano de fundo a evolução do mercado "live" em Portugal, nos últimos tempos.
Por mais que aumentem o número de concertos ou o número de festivais de Verão, o preço dos bilhetes ou a repetição de determinados artistas, ficamos sempre com a ideia, perante as lotações esgotadas que vão acontecendo, que, com um bom cartaz e/ou uma boa promoção, quase tudo é possível. Mas estaremos a falar de algo realmente significativo ou é apenas conversa para inglês ver? Não. Se nos detivermos um pouco para reflectir na agenda de concertos deste ano de 2004, podemos contemplar o imenso salto que foi dado. Senão, vejamos:
No circuito de contornos mais "underground", já cá tivemos este ano nomes como os de Zu, Sole, Mono, Numbers, Deadbeat, Dat Politics, Xiu Xiu (mais do que uma vez), Damo Suzuki, Califone, Calexico, Steve MacKay, Liars, Six Organs of Admittance (mais do que uma vez), Panda Bear, Rosie Thomas, Devendra Banhart, Alias, The Cheese, Kid606, Gang Gang Dance, Elysian Fields, etc. Tudo isto e muito mais em dois ou três espaços (ZDB, Maus Hábitos, Alquimista ou O Meu Mercedes é Maior que o Teu), é certo, mas com perspectivas de se verem acompanhados de outras alternativas em breve. A incidência natural ocorre sobre Lisboa e Porto, mas aqui e ali vão aparecendo exemplos de digressões por outras cidades, como é o caso de Leiria, da Guarda ou da Feira, onde se realizou o "Festival para Gente Sentada".
Num circuito a meio caminho entre o "undergroud" e o "mainstream", muitos rejubilarão com a vinda dos Mogwai, dos Lambchop, dos Fantômas, dos Pixies, do Rufus Wainwright, do Nick Cave e de mais umas duas boas mãos cheias de nomes que tenham enchido a Aula Magna, o CCB ou o Coliseu do Porto.
No mainstream, são também inúmeros os casos que atestam a apetência do público por ver música (e todo o espectáculo e toda a histeria social promovida pelas marcas comerciais, é certo) em palco. Dos festivais de Verão da Música no Coração (a única má notícia pode ser o fim do Festival de Vilar de Mouros) ao Rock in Rio, de Phil Collins a Madonna, de Caetano Veloso a Maria Rita, encontramos grandes produções, elevadas ao direito de notícias de abertura dos jornais televisivos da hora de jantar e responsáveis pela deslocação de numerosas multidões a espaços como o Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
Tematicamente, tivemos (e vamos continuar a ter) propostas de qualidade às quais o público acorre em grandes números redondos. No domínio das músicas do mundo, por exemplo, há a referir o cada vez maior festival de Sines ou, mais recatado por natureza, o Sons em Trânsito de Aveiro (a realizar em breve), para além de uma cada vez maior diversidade de pequenos festivais locais, sem esquecer o caso de sucesso que foi (e promete voltar a ser no próximo mês) a canadiadana Lhasa (não esquecer também o regresso de Kimmo Pohjonen). Nas electrónicas, mantém-se, com algum fausto programativo (não tanto na música, mas nas actividades paralelas) o Número Festival, enquanto outras entidades, como a Matéria Prima, do Porto, ou a Journeys, de Lisboa, mantém programações regulares (se isto continua a acontecer numa época em que toda a gente redescobriu o rock, é caso para dizer que "é obra").
E na música portuguesa? Como estamos? Os Xutos encheram o Pavilhão Atlântico. Os Mão Morta repetem o sucesso da "Carícias Malícias Tour", com as actuais "Sessões de Outono", desdobrando-se em inúmeros espectáculos todos os fins-de-semana. Vários outros grupos, como os X-Wife, os Texabilly Rockers, os Sloppy Joe ou os Loto seguem-lhes as pisadas e fazem ocasionalmente os cartazes de pequenos bares espalhados pelo país. Em Lisboa, nota-se, ainda que muito ligeiramente, uma certa apetência crescente por concertos de novas bandas. E as salas pequenas, fundamentais para a vitalização deste circuito? Em Lisboa, a ZDB parece ter já consolidado a sua acção, com duas ou mais noites de música ao vivo, de referência, a acontecerem todas as semanas, factor essencial para a fixação e, consequentemente, educação de novos públicos. O Santiago Alquimista esforça-se por oferecer uma alternativa a outro nível e promete regressar em força após neste final de ano. Novos espaços, como o Atmosferas, vão aparecendo. No Porto, a oferta parece ser maior, com os mui activos Maus Hábitos, Mercedes ou Hard Club, aos quais se juntará brevemente o novíssimo Passos Manuel. Em Coimbra, o Le Son promete voltar a agitar as águas. Por todo o país parece assistir-se ao reaparecimento de alguns bares, a maior parte deles acabados em "...u's" (Kastru's, Santu's, Ministrus, etc.), com música ao vivo para as populações jovens locais. E, na maior parte das vezes, isto está a acontecer, lembrem-se, sem os viciosos apoios das câmaras...
A conclusão óbvia que se tira deste breve retrato é que houve um salto importante na cultura da "live music". Quanto tempo vai durar este "boom" é uma pergunta difícil, mas o que mais importa agora é saber aproveitar a onda e esquecer, de uma vez por todas, o velho e habitual miserabilismo nacional, já hoje, num palco perto de si.
Por mais que aumentem o número de concertos ou o número de festivais de Verão, o preço dos bilhetes ou a repetição de determinados artistas, ficamos sempre com a ideia, perante as lotações esgotadas que vão acontecendo, que, com um bom cartaz e/ou uma boa promoção, quase tudo é possível. Mas estaremos a falar de algo realmente significativo ou é apenas conversa para inglês ver? Não. Se nos detivermos um pouco para reflectir na agenda de concertos deste ano de 2004, podemos contemplar o imenso salto que foi dado. Senão, vejamos:
No circuito de contornos mais "underground", já cá tivemos este ano nomes como os de Zu, Sole, Mono, Numbers, Deadbeat, Dat Politics, Xiu Xiu (mais do que uma vez), Damo Suzuki, Califone, Calexico, Steve MacKay, Liars, Six Organs of Admittance (mais do que uma vez), Panda Bear, Rosie Thomas, Devendra Banhart, Alias, The Cheese, Kid606, Gang Gang Dance, Elysian Fields, etc. Tudo isto e muito mais em dois ou três espaços (ZDB, Maus Hábitos, Alquimista ou O Meu Mercedes é Maior que o Teu), é certo, mas com perspectivas de se verem acompanhados de outras alternativas em breve. A incidência natural ocorre sobre Lisboa e Porto, mas aqui e ali vão aparecendo exemplos de digressões por outras cidades, como é o caso de Leiria, da Guarda ou da Feira, onde se realizou o "Festival para Gente Sentada".
Num circuito a meio caminho entre o "undergroud" e o "mainstream", muitos rejubilarão com a vinda dos Mogwai, dos Lambchop, dos Fantômas, dos Pixies, do Rufus Wainwright, do Nick Cave e de mais umas duas boas mãos cheias de nomes que tenham enchido a Aula Magna, o CCB ou o Coliseu do Porto.
No mainstream, são também inúmeros os casos que atestam a apetência do público por ver música (e todo o espectáculo e toda a histeria social promovida pelas marcas comerciais, é certo) em palco. Dos festivais de Verão da Música no Coração (a única má notícia pode ser o fim do Festival de Vilar de Mouros) ao Rock in Rio, de Phil Collins a Madonna, de Caetano Veloso a Maria Rita, encontramos grandes produções, elevadas ao direito de notícias de abertura dos jornais televisivos da hora de jantar e responsáveis pela deslocação de numerosas multidões a espaços como o Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
Tematicamente, tivemos (e vamos continuar a ter) propostas de qualidade às quais o público acorre em grandes números redondos. No domínio das músicas do mundo, por exemplo, há a referir o cada vez maior festival de Sines ou, mais recatado por natureza, o Sons em Trânsito de Aveiro (a realizar em breve), para além de uma cada vez maior diversidade de pequenos festivais locais, sem esquecer o caso de sucesso que foi (e promete voltar a ser no próximo mês) a canadiadana Lhasa (não esquecer também o regresso de Kimmo Pohjonen). Nas electrónicas, mantém-se, com algum fausto programativo (não tanto na música, mas nas actividades paralelas) o Número Festival, enquanto outras entidades, como a Matéria Prima, do Porto, ou a Journeys, de Lisboa, mantém programações regulares (se isto continua a acontecer numa época em que toda a gente redescobriu o rock, é caso para dizer que "é obra").
E na música portuguesa? Como estamos? Os Xutos encheram o Pavilhão Atlântico. Os Mão Morta repetem o sucesso da "Carícias Malícias Tour", com as actuais "Sessões de Outono", desdobrando-se em inúmeros espectáculos todos os fins-de-semana. Vários outros grupos, como os X-Wife, os Texabilly Rockers, os Sloppy Joe ou os Loto seguem-lhes as pisadas e fazem ocasionalmente os cartazes de pequenos bares espalhados pelo país. Em Lisboa, nota-se, ainda que muito ligeiramente, uma certa apetência crescente por concertos de novas bandas. E as salas pequenas, fundamentais para a vitalização deste circuito? Em Lisboa, a ZDB parece ter já consolidado a sua acção, com duas ou mais noites de música ao vivo, de referência, a acontecerem todas as semanas, factor essencial para a fixação e, consequentemente, educação de novos públicos. O Santiago Alquimista esforça-se por oferecer uma alternativa a outro nível e promete regressar em força após neste final de ano. Novos espaços, como o Atmosferas, vão aparecendo. No Porto, a oferta parece ser maior, com os mui activos Maus Hábitos, Mercedes ou Hard Club, aos quais se juntará brevemente o novíssimo Passos Manuel. Em Coimbra, o Le Son promete voltar a agitar as águas. Por todo o país parece assistir-se ao reaparecimento de alguns bares, a maior parte deles acabados em "...u's" (Kastru's, Santu's, Ministrus, etc.), com música ao vivo para as populações jovens locais. E, na maior parte das vezes, isto está a acontecer, lembrem-se, sem os viciosos apoios das câmaras...
A conclusão óbvia que se tira deste breve retrato é que houve um salto importante na cultura da "live music". Quanto tempo vai durar este "boom" é uma pergunta difícil, mas o que mais importa agora é saber aproveitar a onda e esquecer, de uma vez por todas, o velho e habitual miserabilismo nacional, já hoje, num palco perto de si.
segunda-feira, 13 de setembro de 2004
Gente Sentada: cartaz completo
Dia 1,
Rosie Thomas
Sufjan Stevens
Nicolai Dunger
Dia 2,
Devendra Banhart
Robert Fisher
Kate Walsh
Outubro, no Teatro António Lamoso (Feira).
Rosie Thomas
Sufjan Stevens
Nicolai Dunger
Dia 2,
Devendra Banhart
Robert Fisher
Kate Walsh
Outubro, no Teatro António Lamoso (Feira).
terça-feira, 29 de junho de 2004
Devendra Banhart confirmado em Portugal
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