Samara Lubelski toca hoje no Lounge, a partir das 22h30. Amanhã, segue para Viseu, onde vai tocar no Café-Concerto do Teatro Viriato. No dia seguinte, estará no Café-Concerto do Teatro Municipal da Guarda. A minidigressão portuguesa de Samara Lubelski termina no dia 2 de fevereiro, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Hoje temos a Samara por cá
Samara Lubelski toca hoje no Lounge, a partir das 22h30. Amanhã, segue para Viseu, onde vai tocar no Café-Concerto do Teatro Viriato. No dia seguinte, estará no Café-Concerto do Teatro Municipal da Guarda. A minidigressão portuguesa de Samara Lubelski termina no dia 2 de fevereiro, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Mais Thurston Moore, agora na versão da ZDB
Filmagem de Rodrigo Lacerda. Em bruto, sem qualquer edição.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Perfume de espírito adolescente
Thurston Moore nunca deixou de ser este miúdo empertigado, que muitos ainda tentam imitar (sem sucesso). Prefiro pensar que não reparamos nisso porque ele já passou dos 50. Afinal, o Neil Young já vai nos 66, o Tom Zé nos 75... e continuam a rockar tanto ou mais. Não será porque as rugas que lhe caem pelo rosto abaixo se escondam nos esgares que faz quando puxa a voz uma oitava acima do que é normal. Algo estaria completamente errado em tudo isto se a idade e as rugas de quem pisa um palco nos levasse a tomar de outros ângulos de visão aquilo que nos é partilhado ao vivo. Prefiro então pensar que é justamente porque somos levados rapidamente a esquecer tais detalhes, com toda a naturalidade deste mundo, e a julgá-lo como o tal miúdo empertigado (e sobredotado) que ali aparece com a sua nova banda. Miúdo que dizia, entre as muitas ocasiões em que se dirigiu ao público que a banda e o próximo álbum se chamariam Chelsea Light Moving, o nome da empresa de mudanças que o compositor Philip Glass criou nos anos 50 para garantir o rendimento que a música não lhe dava (e por onde passou também outro minimalista dos grandes, Steve Reich). Foram muitas, aliás, as ocasiões em que Moore trocou palavras com o público, atirou piadas, pediu e ofereceu cerveja. Uma surpresa nesta noite. Já vi Sonic Youth ao vivo mais de uma meia dúzia de vezes e raramente o vi usar o microfone para outra coisa que não fosse cantar ou lançar o mote inicial "We're Sonic Youth and we come from New York City". Parece que o miúdo ficou (ou voltou a ficar) apaixonado por Lisboa e que cá voltará para o fim do ano, para passar algum tempo de qualidade (alguém lhe faça um arranjinho com uma portuguesa!).
O espetáculo íntimo de ontem -- para pouco mais de 150 pessoas no aquário da ZDB, apenas sócios da galeria -- foi dividido em duas partes. Na primeira, a banda atacou números do próximo álbum, que já vão num estado além do bruto, ainda que ali faltem, esperando-se que seja essa a ideia, as vozes. O mais provável é que não voltemos a ter um álbum novo de Sonic Youth, mas a avaliar por esta amostra de ontem, aquilo que habitualmente esperávamos deles, ou pelo menos naquelas composições creditadas a Moore, vamos facilmente encontrar neste tal de "Chelsea Light Moving". Na segunda parte, para a qual Moore havia prometido "oldies", a banda pôs-se a desfilar tema de "Psychic Hearts", disco que já leva com quase 20 anos em cima: "Feathers", "Cindy (Rotten Tanx)", "Pretty Bad", "See-Through Playmate", "Ono Soul" (uma versão magistralmente intercalada com a torrente de guitarras distorcidas e em feedback a que já estávamos habituados nos SY, e a que a própria banda chamava "hurricane"), "Staring Statues". E ainda houve muito mais, de outros discos. Não houve guitarra acústica, como os últimos álbuns a solo de Moore davam a entender que pudesse acontecer. Ao longo de toda a noite, Thurston Moore empunhou sempre a sua jazzmaster, em duelo com a distorção alta da guitarra de Keith Wood. O violino de Samara Lubelski encaixou-se sempre muito bem e a bateria de John Moloney esteve, na maior parte das ocasiões, escondida atrás do barulho das guitarras e deu até para sentir vontade de ali ter o Steve Shelley. Foi talvez o único defeito a apontar à noite de ontem.
Descobri esta semana que há uma corrente na arquitetura ocidental do século XX designada por "brutalismo", o que me oferece o pretexto científico ideal para terminar com uma frase outrora banal nestas coisas da música: foi BRUTAL.
O espetáculo íntimo de ontem -- para pouco mais de 150 pessoas no aquário da ZDB, apenas sócios da galeria -- foi dividido em duas partes. Na primeira, a banda atacou números do próximo álbum, que já vão num estado além do bruto, ainda que ali faltem, esperando-se que seja essa a ideia, as vozes. O mais provável é que não voltemos a ter um álbum novo de Sonic Youth, mas a avaliar por esta amostra de ontem, aquilo que habitualmente esperávamos deles, ou pelo menos naquelas composições creditadas a Moore, vamos facilmente encontrar neste tal de "Chelsea Light Moving". Na segunda parte, para a qual Moore havia prometido "oldies", a banda pôs-se a desfilar tema de "Psychic Hearts", disco que já leva com quase 20 anos em cima: "Feathers", "Cindy (Rotten Tanx)", "Pretty Bad", "See-Through Playmate", "Ono Soul" (uma versão magistralmente intercalada com a torrente de guitarras distorcidas e em feedback a que já estávamos habituados nos SY, e a que a própria banda chamava "hurricane"), "Staring Statues". E ainda houve muito mais, de outros discos. Não houve guitarra acústica, como os últimos álbuns a solo de Moore davam a entender que pudesse acontecer. Ao longo de toda a noite, Thurston Moore empunhou sempre a sua jazzmaster, em duelo com a distorção alta da guitarra de Keith Wood. O violino de Samara Lubelski encaixou-se sempre muito bem e a bateria de John Moloney esteve, na maior parte das ocasiões, escondida atrás do barulho das guitarras e deu até para sentir vontade de ali ter o Steve Shelley. Foi talvez o único defeito a apontar à noite de ontem.
Descobri esta semana que há uma corrente na arquitetura ocidental do século XX designada por "brutalismo", o que me oferece o pretexto científico ideal para terminar com uma frase outrora banal nestas coisas da música: foi BRUTAL.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Hoje e amanhã
Hoje, no Teatro da Trindade, acompanhado de Samara Lubelski (violino), Keith Wood (guitarra) e John Moloney (bateria), e com preços a 20€ (2º balcão) e 25€ (plateia, 1º balcão e camarotes).
Amanhã, sabe-se lá em que registo e com quem, no aquário da ZDB, só para sócios.
Amanhã, sabe-se lá em que registo e com quem, no aquário da ZDB, só para sócios.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Thurston em Lisboa vezes dois (e uma delas é mesmo no aquário!)
A ZDB acaba de anunciar que a vinda a Lisboa do Thurston Moore vai dividir-se por duas atuações diferentes.
A primeira, no dia 12 de Março, terá lugar no Teatro Trindade, e terá possivelmente "Demolished Thoughts", álbum do ano passado, como prato principal, bem como a companhia em palco de Samara Lubelski (violino), John Moloney (bateria) e Keith Wood (guitarra), à semelhança do que acontecerá, aliás, no dia anterior, no Centro Cultural Vila Flor, de Guimarães, no contexto da programação "Guimarães 2012, Capital da Cultura".
A grande novidade de hoje é que Thurston Moore vai também estar na própria ZDB, na sala Aquário, no dia 13, com "carta branca para fazer barulho ou tocar canções bonitas à acústica". A entrada para este concerto especial está reservada a sócios da ZDB, no contexto do programa de fidelidade que a galeria redesenhou no início deste ano e que pode aqui ser consultado.
A primeira, no dia 12 de Março, terá lugar no Teatro Trindade, e terá possivelmente "Demolished Thoughts", álbum do ano passado, como prato principal, bem como a companhia em palco de Samara Lubelski (violino), John Moloney (bateria) e Keith Wood (guitarra), à semelhança do que acontecerá, aliás, no dia anterior, no Centro Cultural Vila Flor, de Guimarães, no contexto da programação "Guimarães 2012, Capital da Cultura".
A grande novidade de hoje é que Thurston Moore vai também estar na própria ZDB, na sala Aquário, no dia 13, com "carta branca para fazer barulho ou tocar canções bonitas à acústica". A entrada para este concerto especial está reservada a sócios da ZDB, no contexto do programa de fidelidade que a galeria redesenhou no início deste ano e que pode aqui ser consultado.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Novas músicas livres
O Out.Fest apresenta esta tarde uma conferência subordinada ao tema "A
genealogia das (novas) músicas livres" na Fonoteca Municipal de Lisboa. A conferência tem a participação de Rui Eduardo Paes, Sei Miguel e José Marmeleira. A moderação fica a cargo de Pedro Gomes. O início está marcado para as 18h. Esta é o primeiro acto público do Out.Fest 2007, que nos próximos dois fins-de-semana levará ao Barreiro nomes como Variable Geommetry Orchestra, Wolf Eyes, Orthodox, Samara Lubelski, entre muitos outros.
genealogia das (novas) músicas livres" na Fonoteca Municipal de Lisboa. A conferência tem a participação de Rui Eduardo Paes, Sei Miguel e José Marmeleira. A moderação fica a cargo de Pedro Gomes. O início está marcado para as 18h. Esta é o primeiro acto público do Out.Fest 2007, que nos próximos dois fins-de-semana levará ao Barreiro nomes como Variable Geommetry Orchestra, Wolf Eyes, Orthodox, Samara Lubelski, entre muitos outros.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Wolf Eyes no Out.Fest do Barreiro
Em Junho, há mais um out.fest no Barreiro, com um cartaz bastante apelativo. Ora veja-se:
16 de Junho - Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC)
Variable Geometry Orchestra (VGO)
Tsuki
17 de Junho - AMAC
Wolf Eyes
Orthodox
Tropa Macaca
22 de Junho - AMAC
Samara Lubelski
Curia
Aki Onda
Manuel Gião
23 de Junho – Avenida da Praia
Caveira
Josué O Salvador
16 de Junho - Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC)
Variable Geometry Orchestra (VGO)
Tsuki
17 de Junho - AMAC
Wolf Eyes
Orthodox
Tropa Macaca
22 de Junho - AMAC
Samara Lubelski
Curia
Aki Onda
Manuel Gião
23 de Junho – Avenida da Praia
Caveira
Josué O Salvador
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Indecisão do dia
Reggae do Horace Andy (Clube Lua) ou free folk do P.G. Six e da Samara Lubelski (ZDB)?
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