Ainda há uma meia dúzia de bilhetes disponíveis.
domingo, 18 de novembro de 2012
Não é só por ser o regresso ansiado de Amadou & Mariam. É uma experiência sensorial incomum.
E eis que chega o dia em que a dupla Amadou & Mariam regressa ao nosso convívio. Já seria por isso um dia especial, mas o espetáculo que o casal traz ao Grande Auditório da Gulbenkian, ao fim da tarde, promete ser uma experiência sensorial rara. "Eclipse", assim se chama o espetáculo, vai decorrer totalmente às escuras, colocando o público um pouco mais próximo da realidade que os amblíopes Amadou Bagayoko e Mariam Doumbia vivem desde muito cedo nas suas vidas. Mais, a sinopse do espetáculo promete outros tipos de experiências sensoriais, ao nível do olfato e da perceção da temperatura ambiente, a qual poderá oscilar entre os 15 e os 30 graus.
Ainda há uma meia dúzia de bilhetes disponíveis.
Ainda há uma meia dúzia de bilhetes disponíveis.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Dead Can Dance: os bilhetes voam (e há quem tire todo o proveito disso)
E a história repete-se. Neste momento, já restam poucos bilhetes para o concerto dos Dead Can Dance, no Coliseu dos Recreios, a 28 de maio do ano que vem. Falta mais de meio ano para o espetáculo e dos milhares de lugares que a bilheteira disponibilizou há pouco, já restam apenas algumas dezenas (um pouco mais se contarmos com o espaço da galeria, o tal galinheiro que devia, a bem do respeito pelo público que cai no erro de lá ir parar, nunca ser aberto).
Eram caros, não eram? Não interessa. Fazemos com que voem num instante. Mesmo que com a pressa de carregar nos links da bilheteira online, quase nem nos apercebamos de um passo muito curioso e seguramente importante para este negócio. O custo de operação. A bem da verdade, a maior parte de nós já se habituou a isto, mais ou menos desde a altura em que as bilheteiras dos espetáculos (online e físicas) passaram a ser centralizadas em duas ou três empresas.
A concentração do negócio de bilhetagem, bem como o avanço tecnológico que veio a permitir a compra dos bilhetes sem a deslocação dos compradores (nem mesmo do bilhete!), devia trazer uma maior eficiência ao sistema, uma redução de custos de operação, certo? Errado. Como em qualquer outro negócio, se é o cliente a suportar os custos de operação, não é a operação que determina o valor destes, mas o cliente, que os paga. Nem tuge, nem muge.
Reparem, por exemplo, nos bilhetes para Dead Can Dance. 40 ou 50 euros já é um preço de uma extravagância fora de comum, mas atenção que a estes valores ainda tem que somar mais 6% de custos de operação. Seis por cento. É realmente uma operação muito complexa, para custar tanto.
E, atenção, são mais do que 6%. Porque a estes 6% o cliente ainda tem que somar o IVA, à taxa de 23%. O que leva a uma constatação curiosa: já repararam que vão pagar IVA de IVA?
Eram caros, não eram? Não interessa. Fazemos com que voem num instante. Mesmo que com a pressa de carregar nos links da bilheteira online, quase nem nos apercebamos de um passo muito curioso e seguramente importante para este negócio. O custo de operação. A bem da verdade, a maior parte de nós já se habituou a isto, mais ou menos desde a altura em que as bilheteiras dos espetáculos (online e físicas) passaram a ser centralizadas em duas ou três empresas.
A concentração do negócio de bilhetagem, bem como o avanço tecnológico que veio a permitir a compra dos bilhetes sem a deslocação dos compradores (nem mesmo do bilhete!), devia trazer uma maior eficiência ao sistema, uma redução de custos de operação, certo? Errado. Como em qualquer outro negócio, se é o cliente a suportar os custos de operação, não é a operação que determina o valor destes, mas o cliente, que os paga. Nem tuge, nem muge.
Reparem, por exemplo, nos bilhetes para Dead Can Dance. 40 ou 50 euros já é um preço de uma extravagância fora de comum, mas atenção que a estes valores ainda tem que somar mais 6% de custos de operação. Seis por cento. É realmente uma operação muito complexa, para custar tanto.
E, atenção, são mais do que 6%. Porque a estes 6% o cliente ainda tem que somar o IVA, à taxa de 23%. O que leva a uma constatação curiosa: já repararam que vão pagar IVA de IVA?
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
The Ex: é impossível perder isto hoje
"Eoleyo", versão de um tema etíope, retirada do último álbum, "Catch My Shoe", do ano passado. 33 anos de punk, free rock, math rock, free jazz, e, agora, África. Os The Ex, de Amesterdão, tocam esta noite na ZDB. 33 anos de história que, finalmente, chegam a um palco português.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Preços dos bilhetes de Dead Can Dance
São preços para quem se encontra no último decil da distribuição de rendimento, seguramente. Em linguagem comum, para os ricos entre os ricos. A Pic-Nic, promotora do concerto dos Dead Can Dance no Coliseu de Lisboa, hoje anunciado, já divulgou o preço dos bilhetes para os diferentes lugares da sala. Uma galeria em pé, naquele lugar em que serve essencialmente para ver o palco e o público da plateia (e não para ouvir) custa... 35 euros. São postos à venda na sexta, aqui.
Cadeiras de orquestra - 55€
1ª plateia - 50€
2ª plateia - 40€
Balcão central - 40€
Balcão lateral - 35€
Camarote 1ª (frente) - 40€
Camarote 1ª (lado) - 35€
Camarote 2ª (frente) - 40€
Camarote 2ª (lado) - 35€
Galeria em pé - 35€
Cadeiras de orquestra - 55€
1ª plateia - 50€
2ª plateia - 40€
Balcão central - 40€
Balcão lateral - 35€
Camarote 1ª (frente) - 40€
Camarote 1ª (lado) - 35€
Camarote 2ª (frente) - 40€
Camarote 2ª (lado) - 35€
Galeria em pé - 35€
Dead Can Dance também em Lisboa
Depois da passagem pela Casa da Música, no Porto, há poucas semanas, chega a notícia de novas datas para a digressão de "Anastasis", que agora incluem Lisboa. Os Dead Can Dance vão estar no Coliseu dos Recreios, no dia 28 de maio. Os bilhetes são postos à venda na próxima sexta-feira (e se acontecer como na vez do Porto, são bem capazes de voar em horas).
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Na próxima quinta-feira...
Na próxima quinta-feira, dia 1 de novembro, há festa no Ritz Clube. A Nicotine's Orchestra vai apresentar o novo álbum, "Gipsycalia", e este vosso escrevinhador tem a honra de pôr discos pelo resto da noite.
(A propósito, há uma nova página no facebook para quem quiser ir acompanhando o trajeto desta nova experiência atrás dos pratos: O Junqueira.)
De "Gipsycalia", o single "Tropic of Capricorn", com a ajuda na voz de... Marcelo Camelo:
(A propósito, há uma nova página no facebook para quem quiser ir acompanhando o trajeto desta nova experiência atrás dos pratos: O Junqueira.)
De "Gipsycalia", o single "Tropic of Capricorn", com a ajuda na voz de... Marcelo Camelo:
domingo, 21 de outubro de 2012
Rokia
Há de haver alguém com mais tempo para escrever como foi o concerto da Rokia Traoré no final desta tarde, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian. Para escrever que foi diferente, em vários aspetos, de outras passagens da maliana pelos nossos palcos. Mas também para escrever o quão bom foi.
A mim, cabe-me notar apenas uma das muitas pequenas coisas deste concerto. Há uma altura em que Rokia cede o lugar e o microfone da frente a uma das cantoras do coro. Com um gesto de humildade que não se costuma ver nos palcos, habitats frequentes dos mais disparatados egos, Rokia assume o lugar da cantora no coro enquanto dura a canção. Mais adiante, faz o mesmo com as outras duas cantoras e explica ao público que esta ideia faz parte do projeto desenvolvido para este espetáculo.
Já perto do fim, no início do encore, quando todos os elementos da banda já estão nos seus lugares, ao invés de seguir a auto-estrada de luz que conduz, neste como noutros milhões de palcos por todo o mundo, noutras milhões de ocasiões por toda a história da música ao vivo, dizia, Rokia entra por trás do coro.
É uma pequena coisa, uma entre muitas que possivelmente poderão passar despercebidas por entre quem escrever o quão bom foi o concerto. Mas estas pequenas coisas fazem a diferença.
A mim, cabe-me notar apenas uma das muitas pequenas coisas deste concerto. Há uma altura em que Rokia cede o lugar e o microfone da frente a uma das cantoras do coro. Com um gesto de humildade que não se costuma ver nos palcos, habitats frequentes dos mais disparatados egos, Rokia assume o lugar da cantora no coro enquanto dura a canção. Mais adiante, faz o mesmo com as outras duas cantoras e explica ao público que esta ideia faz parte do projeto desenvolvido para este espetáculo.
Já perto do fim, no início do encore, quando todos os elementos da banda já estão nos seus lugares, ao invés de seguir a auto-estrada de luz que conduz, neste como noutros milhões de palcos por todo o mundo, noutras milhões de ocasiões por toda a história da música ao vivo, dizia, Rokia entra por trás do coro.
É uma pequena coisa, uma entre muitas que possivelmente poderão passar despercebidas por entre quem escrever o quão bom foi o concerto. Mas estas pequenas coisas fazem a diferença.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
"Allelujah! Don't Bend! Ascend!" em pré-escuta
Ainda aqui há dias se dava conta do novo álbum dos godspeed you! black emperor. Sai na próxima semana mas já pode ser escutado através do Guardian, mais precisamente aqui.
Para tudo! The Ex na ZDB, em Novembro!
Já levam mais de três décadas e nunca pisaram -- alguém me corrija -- um palco português. Começaram nas ondas de propagação do punk, escreveram as páginas mais importantes do pós-punk europeu, misturaram-se com música e gente de todo o mundo, deixaram um pé bem marcado no jazz de vanguarda. Dia 14 de novembro, a ZDB recebe os neerlandeses The Ex!
O bilhete custa 12 euros.
Texto do José Marmeleira para a promoção ZDB:
O bilhete custa 12 euros.
Texto do José Marmeleira para a promoção ZDB:
Chegar a este dia, ano e século e celebrar um concerto dos The Ex é motivo de intenso e imenso júbilo. Nenhuma banda moldada pelos anos de chumbo do punk vive hoje com a mesma liberdade e juventude. E agita os corpos e as consciências com o mesmo vigor. Alguns músicos já partiram (o lendário vocalista G.W. Sok, os baixistas René e Luc), mas o som nunca parou de se expandir com a presença de amigos e convidados, para outros universos.
Volvidas mais de três décadas, a obra The Ex é a expressão de um estilo de vida feito música e vice-versa. Começaram nos finais dos anos 1970, na cena punk holandesa, empenhados em usar a energia da música popular ao serviço de uma militância política. Sem o radicalismo dos Crass ou o lirismo dos Minutemen, abraçaram a poética musical das Raincoats, das Slits ou dos The Fall: “punk” convulso e frágil, suspenso em arames, mas directo e abrasivo, como se ouve nos três primeiros discos.
As guitarras e o baixo foram sempre objectos privilegiados – o encontro com os Sonic Youth nos anos 1980 e a cumplicidade com Steve Albini atestam esse traço – mas os The Ex não se limitaram a importar uma linguagem. Esta foi desde cedo um meio aberto a outros instrumentos (trombone, acordeão, gaita de foles, trompete) e idioma musicais (Hungria, Turquia´, África, Irão). Poucos podem reivindicar com a mesma justeza a condição de banda do Quarto Mundo, o que não atrapalha (pelo contrário) a filiação europeia. A ironia das letras, a melancolia a contaminar as melodias, uma certa consciência história e política (patente em “Joggers and Smoggers”, de 1992, ou em Scrabbling at the Lock, com Tom Cora, de 1911) inscrevem os The Ex no lastro do pós-punk europeu (é possível descobrir afinidades com gente tão diversa quanto os Minimal Compact, os Bad Seeds de Nick Cave, 23 Skidoo, Pop Group ou os The Mekons, com quem aliás gravaram).
No século XXI, continuaram em movimento com a mesma generosidade e grandeza, afinando os riffs, os refrões e as vozes contra a mercantilização da vida, a violência das (grandes) instituições e sanha da competição e do lucro. Basta recordar a urgência que atravessa “Dizzy Spells”. Entretanto, foram-se furtando definitivamente a géneros ou categorias que os pudessem identificar. Em 2004, com “Turn”, emularam os ritmos dos Konono Nº1 e em 2010 convocaram os sopros de Mats Gustafsson, Roy Paci, Ken Vandermark and Wolter Wierbos para uma digressão europeia. Indiferentes a centros e as periferias, ou a prontos a redesenhá-los, viajaram à Etiópia, colaboraram e gravaram com o saxofonista Getatchew Mekuria, professando um amor pela música africana que se materializa em discos soberbos (“Moa Anbessa” e “Y’Anbessaw Tezeta”).
O mundo nunca foi demasiado grande para a festa instalada pelo poder seco e tenso das canções desta banda de nome pequeno. E aqui está ela, hoje. Celebrem-na como se não houvesse amanhã. JM
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Ele existe, ele vai aparecer por aí daqui a duas semanas
Não só voltaram a juntar-se para tocar um pouco por toda a América e por toda a Europa, como gravaram novo álbum. Thierry Amar, David Bryant, Bruce Cawdron, Aidan Girt, Efrim Manuel Menuck, Mauro Pezzente, Sophie Trudeau e o regressado Mike Moya, que se tornaram conhecidos como godspeed you! black emperor, gravaram "ALLELUJAH! DON'T BEND! ASCEND!", passados praticamente 10 anos de "Yanqui U.X.O.", que muitos julgavam que ia ficar para a história como o último álbum do coletivo.
O disco vai ter o selo n.º 81 da Constellation, que o vai lançar a 15 e 16 de outubro próximos, na Europa e nos EUA, respetivamente (alguns sortudos já o apanharam na digressão americana). Como sempre, há edição em CD e em LP (e agora também em MP3 e FLAC). Como sempre, a opção vinílica traz mariquices bonitas para quem aprecia.
Entre os temas, encontram-se -- finalmente em disco! -- temas fantásticos como "Albanian" e "Gamelan", que aqui ganham os títulos "Mladic" e "We Drift Like Worried Fire", respetivamente.
Já toda a gente o sabe: os godspeed vão estar por cá, mais precisamente no Hard Club do Porto, a 28 de outubro, por ocasião do Amplifest'12.

O blurb da Constellation:
We are proud to announce the first new recordings by Godspeed You! Black Emperor in a decade. Featuring two twenty-minute slabs of epic instrumental rock music and two six-and-a-half minute drones, ‘ALLELUJAH! DON’T BEND! ASCEND! provides soaring, shining proof of the band’s powerful return to form.
Having emerged from hiatus at the end of 2010, GYBE picked up right where they left off, immediately re-capturing the sound and material that had fallen dormant in 2003 and driving it forward with every show of their extensive touring over the last 18 months. The new album presents the fruits of that labour: evolved and definitive versions of two huge compositions previously known to fans as “Albanian” and “Gamelan”, now properly titled as “MLADIC” and “WE DRIFT LIKE WORRIED FIRE” respectively. Accompanied by the new drones (stitched into the album sequence on CD; cut separately on their own 7″ for the LP version), GYBE have offered up a fifth album that we feel is as absolutely vital, virulent, honest and heavy as anything in their discography.
We don’t have much time for mythology, but we’d be lying if we said the return of Godspeed You! Black Emperor in 2010 didn’t signify a whole lot to us as a marker from which to look back on the past decade, to reflect on what’s been gained or lost within the confines of independent music culture and what’s been gained or lost in the socio-political landscape writ large. Godspeed’s music will do that to you. It is music that bears witness to, channels and transforms this predominantly terrible, infuriating, venal and nihilistically sad story we’re all living, sharing, resisting, protesting, deconstructing and trying to change for the better. We think GYBE has once again provided a uniquely moving and compelling soundtrack for these acts of analysis, defiance and ascension.
* * *
Hard to believe a full decade has passed since the release of Yanqui U.X.O., the last album by GYBE. Never a band to care for conventional industry wisdom, Yanqui was released shortly before xmas 2003 with little publicity and no press availability, no marketing plans or cross-promotions or brand synergies, with back cover artwork tracing the inextricable links between major music labels and the military-industrial complex. Driven by word-of-mouth from a passionate and committed fanbase galvanized by the group's sonic vision and its dedication to unmediated, unsullied musical communication, the album found it's rightful audience.
To suggest that such simple principles and goals have become harder to maintain and enact a decade later is an understatement. For all the contents and discontents – for all the "content" – of our present cultural moment, the idea of circumventing the glare of exposure, the massaging of media cycles and the calculus of identity management appears quaint, if not futile.
But Godspeed is looking to try all the same. The band wants people to care about this new album, without telling people they should or talking about themselves. They want to hold on to some part of that energy that comes with the thrill of anonymous discovery and unmediated transmission, knowing full well that these days, anti-strategy risks being tagged as a strategy, non-marketing framed as its opposite, and deeply held principles they consider fundamental to health as likely to be interpreted as just another form of stealth.
Truly, thanks for being open to hearing it.
Release date: 15 October 2012 (Europe), 16 October 2012 (rest of world)
Running time: 53:09
PACKAGING NOTES
CD comes in a custom gatefold jacket printed on 100% recycled paperboard in 4-colour process plus spot metallic ink and spot matte varnish. CD dust sleeve is also 4-colour print.
LP is pressed on 180 gram virgin vinyl at Optimal (Germany) and comes in a tipped-on heavyweight gatefold jacket printed in full-colour process plus a spot metallic ink and spot matte varnish. LP dust sleeve is also 4-colour print. Package includes a 7 inch in printed dust sleeve (same audio appears in a different sequence on the CD) and a 12"x48" pull-out poster (printed full colour on both sides) featuring a collage of film stills specially-photographed and captured from the GYBE live 16mm projections.
TRACKLIST
1. MLADIC
2. THEIR HELICOPTERS' SING
3. WE DRIFT LIKE WORRIED FIRE
4. STRUNG LIKE LIGHTS AT THEE PRINTEMPS ERABLE
CREDITS
PERSONNEL
Thierry Amar, David Bryant, Bruce Cawdron, Aidan Girt, Efrim Manuel Menuck, Michael Moya, Mauro Pezzente, Sophie Trudeau, Karl Lemieux.
Tracks 1 and 3 recorded at Hotel2Tango by Howard Bilerman. Tracks 2 and 4 recorded at the band's jamspace, mixed by Amar, Menuck, Bryant and Moya at The Pines.
Mastered by Harris Newman at Greymarket.
Cover photograph by Charles-André Coderre. Burnt 16mm frames by Karl Lemieux, re-photographed by Yannick Grandmont. "Atonal Canada" photo by Timothy Herzog. Others images by Bryant/Menuck/Lemieux.
O disco vai ter o selo n.º 81 da Constellation, que o vai lançar a 15 e 16 de outubro próximos, na Europa e nos EUA, respetivamente (alguns sortudos já o apanharam na digressão americana). Como sempre, há edição em CD e em LP (e agora também em MP3 e FLAC). Como sempre, a opção vinílica traz mariquices bonitas para quem aprecia.
Entre os temas, encontram-se -- finalmente em disco! -- temas fantásticos como "Albanian" e "Gamelan", que aqui ganham os títulos "Mladic" e "We Drift Like Worried Fire", respetivamente.
Já toda a gente o sabe: os godspeed vão estar por cá, mais precisamente no Hard Club do Porto, a 28 de outubro, por ocasião do Amplifest'12.

O blurb da Constellation:
We are proud to announce the first new recordings by Godspeed You! Black Emperor in a decade. Featuring two twenty-minute slabs of epic instrumental rock music and two six-and-a-half minute drones, ‘ALLELUJAH! DON’T BEND! ASCEND! provides soaring, shining proof of the band’s powerful return to form.
Having emerged from hiatus at the end of 2010, GYBE picked up right where they left off, immediately re-capturing the sound and material that had fallen dormant in 2003 and driving it forward with every show of their extensive touring over the last 18 months. The new album presents the fruits of that labour: evolved and definitive versions of two huge compositions previously known to fans as “Albanian” and “Gamelan”, now properly titled as “MLADIC” and “WE DRIFT LIKE WORRIED FIRE” respectively. Accompanied by the new drones (stitched into the album sequence on CD; cut separately on their own 7″ for the LP version), GYBE have offered up a fifth album that we feel is as absolutely vital, virulent, honest and heavy as anything in their discography.
We don’t have much time for mythology, but we’d be lying if we said the return of Godspeed You! Black Emperor in 2010 didn’t signify a whole lot to us as a marker from which to look back on the past decade, to reflect on what’s been gained or lost within the confines of independent music culture and what’s been gained or lost in the socio-political landscape writ large. Godspeed’s music will do that to you. It is music that bears witness to, channels and transforms this predominantly terrible, infuriating, venal and nihilistically sad story we’re all living, sharing, resisting, protesting, deconstructing and trying to change for the better. We think GYBE has once again provided a uniquely moving and compelling soundtrack for these acts of analysis, defiance and ascension.
* * *
Hard to believe a full decade has passed since the release of Yanqui U.X.O., the last album by GYBE. Never a band to care for conventional industry wisdom, Yanqui was released shortly before xmas 2003 with little publicity and no press availability, no marketing plans or cross-promotions or brand synergies, with back cover artwork tracing the inextricable links between major music labels and the military-industrial complex. Driven by word-of-mouth from a passionate and committed fanbase galvanized by the group's sonic vision and its dedication to unmediated, unsullied musical communication, the album found it's rightful audience.
To suggest that such simple principles and goals have become harder to maintain and enact a decade later is an understatement. For all the contents and discontents – for all the "content" – of our present cultural moment, the idea of circumventing the glare of exposure, the massaging of media cycles and the calculus of identity management appears quaint, if not futile.
But Godspeed is looking to try all the same. The band wants people to care about this new album, without telling people they should or talking about themselves. They want to hold on to some part of that energy that comes with the thrill of anonymous discovery and unmediated transmission, knowing full well that these days, anti-strategy risks being tagged as a strategy, non-marketing framed as its opposite, and deeply held principles they consider fundamental to health as likely to be interpreted as just another form of stealth.
Truly, thanks for being open to hearing it.
Release date: 15 October 2012 (Europe), 16 October 2012 (rest of world)
Running time: 53:09
PACKAGING NOTES
CD comes in a custom gatefold jacket printed on 100% recycled paperboard in 4-colour process plus spot metallic ink and spot matte varnish. CD dust sleeve is also 4-colour print.
LP is pressed on 180 gram virgin vinyl at Optimal (Germany) and comes in a tipped-on heavyweight gatefold jacket printed in full-colour process plus a spot metallic ink and spot matte varnish. LP dust sleeve is also 4-colour print. Package includes a 7 inch in printed dust sleeve (same audio appears in a different sequence on the CD) and a 12"x48" pull-out poster (printed full colour on both sides) featuring a collage of film stills specially-photographed and captured from the GYBE live 16mm projections.
TRACKLIST
1. MLADIC
2. THEIR HELICOPTERS' SING
3. WE DRIFT LIKE WORRIED FIRE
4. STRUNG LIKE LIGHTS AT THEE PRINTEMPS ERABLE
CREDITS
PERSONNEL
Thierry Amar, David Bryant, Bruce Cawdron, Aidan Girt, Efrim Manuel Menuck, Michael Moya, Mauro Pezzente, Sophie Trudeau, Karl Lemieux.
Tracks 1 and 3 recorded at Hotel2Tango by Howard Bilerman. Tracks 2 and 4 recorded at the band's jamspace, mixed by Amar, Menuck, Bryant and Moya at The Pines.
Mastered by Harris Newman at Greymarket.
Cover photograph by Charles-André Coderre. Burnt 16mm frames by Karl Lemieux, re-photographed by Yannick Grandmont. "Atonal Canada" photo by Timothy Herzog. Others images by Bryant/Menuck/Lemieux.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Tim Maia 70
Tim Maia, o soul man mais famoso da música brasileira faria 70 anos hoje, se fosse vivo. Na próxima segunda-feira, a Luaka Bop vai lançar "Nobody Can Live Forever: The Existential Soul of Tim Maia", uma coletânea de êxitos, e já hoje assinala o aniversário do nascimento do músico com uma festa global por várias cidades do mundo, entre as quais Lisboa. A festa vai ser no 49 da ZDB, à rua da Barroca, e por lá vão estar nos pratos o Mário Lopes, o Xavier de Almeida e este vosso escriba. A entrada é livre. [Evento no facebook]
terça-feira, 25 de setembro de 2012
O sample do "Antillas" do El Guincho
Lembram-se do "Antillas", a segunda faixa do "Alegranza", do El Guincho? Por aqui, houve várias ocasiões em que achei estar próximo da origem daquele magnífico sample. Mas todas saíram ao lado, até que hoje, por puro acaso, a encontrei a ouvir esta mixtape da boa gente da Rebel Up! (BE/PB/FR), mais precisamente a faixa 10, "Pelina", creditada a uns tais de Oriango & Kipchamba.
Ora reparem:
A cassette de Oriango & Kipchamba está disponível para descarga no sempre obrigatório Awesome Tapes from Africa.
Ora reparem:
A cassette de Oriango & Kipchamba está disponível para descarga no sempre obrigatório Awesome Tapes from Africa.
Etiquetas
el guincho
Há música debaixo da terra
Chama-se "Música a Metro" e é o primeiro festival de programação extensiva a decorrer nas estações do Metro de Lisboa. Acontece ao longo do mês de outubro, essencialmente na estação do Cais do Sodré. A entrada é gratuita, à exceção dos showcases móveis em que aquela estará sujeita à posse de título normal de acesso ao Metro.
Dia 1 (Dia mundial da música / Cais do Sodré / início às 17h)
ANTÓNIO ZAMBUJO
JP SIMÕES
ANA FIRMINO
MANUEL JOÃO VIEIRA
FILHO DA MÃE
Dia 3 (Cais do Sodré)
SUSANA TRAVASSOS
Mostra Restart
Dia 4 (Cais do Sodré)
YOUTHLESS
GUTA NAKI (showcase móvel)
OCTOBER FLIGHT
Dia 5 (Cais do Sodré)
WE TRUST (showcase móvel)
ARTMATA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 6 (Marquês de Pombal)
LONG WAY TO ALASKA (showcase móvel)
Dia 10 (Cais do Sodré)
DUAS SEMICOLCHEIAS INVERTIDAS
Mostra Hot Club de Portugal
Dia 11 (Cais do Sodré)
MPEX
ANDREA VERTESSEN
Dia 12 (Cais do Sodré)
VIRA LATA
MARIFA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 13 (Aeroporto)
GLI TRE PORTOGHESI (showcase móvel)
Dia 17 (Cais do Sodré)
CARACOL
ANARCHICKS
Dia 18 (Cais do Sodré)
MARIA JOÃO FURA
Especial FARRA FANFARRA vs. BIZU WALKING BAND (showcase móvel até ao Clube Ferroviário - 21h30)
Dia 19 (Cais do Sodré)
JORGE RIVOTTI e MIGUEL GELPI
CACHUPA PSICADÉLICA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 20 (Campo Grande)
Mostra ETIC
Dia 24 (Cais do Sodré)
ELEKTRA ZAGREB
OVO
Dia 25 (Cais do Sodré)
UNI_FORM
THE HYPERS
Dia 26 (Cais do Sodré)
CAVALIERS OF FUN
LISSABON
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 27 (Cais do Sodré, Campo Grande, Marquês de Pombal, Aeroporto)
Mostra Conservatório de Lisboa
Ainda não são conhecidos com precisão os horários, exceção feita para dois dos espetáculos (acima assinalados), mas a organização promete novidades para breve. Mais informação em www.musicaametro.pt ou www.facebook.com/FestivalMusicaAMetro.
Dia 1 (Dia mundial da música / Cais do Sodré / início às 17h)
ANTÓNIO ZAMBUJO
JP SIMÕES
ANA FIRMINO
MANUEL JOÃO VIEIRA
FILHO DA MÃE
Dia 3 (Cais do Sodré)
SUSANA TRAVASSOS
Mostra Restart
Dia 4 (Cais do Sodré)
YOUTHLESS
GUTA NAKI (showcase móvel)
OCTOBER FLIGHT
Dia 5 (Cais do Sodré)
WE TRUST (showcase móvel)
ARTMATA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 6 (Marquês de Pombal)
LONG WAY TO ALASKA (showcase móvel)
Dia 10 (Cais do Sodré)
DUAS SEMICOLCHEIAS INVERTIDAS
Mostra Hot Club de Portugal
Dia 11 (Cais do Sodré)
MPEX
ANDREA VERTESSEN
Dia 12 (Cais do Sodré)
VIRA LATA
MARIFA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 13 (Aeroporto)
GLI TRE PORTOGHESI (showcase móvel)
Dia 17 (Cais do Sodré)
CARACOL
ANARCHICKS
Dia 18 (Cais do Sodré)
MARIA JOÃO FURA
Especial FARRA FANFARRA vs. BIZU WALKING BAND (showcase móvel até ao Clube Ferroviário - 21h30)
Dia 19 (Cais do Sodré)
JORGE RIVOTTI e MIGUEL GELPI
CACHUPA PSICADÉLICA
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 20 (Campo Grande)
Mostra ETIC
Dia 24 (Cais do Sodré)
ELEKTRA ZAGREB
OVO
Dia 25 (Cais do Sodré)
UNI_FORM
THE HYPERS
Dia 26 (Cais do Sodré)
CAVALIERS OF FUN
LISSABON
Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
Dia 27 (Cais do Sodré, Campo Grande, Marquês de Pombal, Aeroporto)
Mostra Conservatório de Lisboa
Ainda não são conhecidos com precisão os horários, exceção feita para dois dos espetáculos (acima assinalados), mas a organização promete novidades para breve. Mais informação em www.musicaametro.pt ou www.facebook.com/FestivalMusicaAMetro.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
ZDB chega a maioridade e o Thurston Moore, o Peter Brötzmann e os Negativland vêm à festa
18 anos. Dezoito anos. Se fosse gente, a ZDB chegaria no mês de outubro à idade com que já poderia conduzir, comprar tabaco legalmente, consumir álcool sem que lhe apareça uma reportagem da televisão pela frente, dedicar-se ao sexo livre com outros da sua idade.
18 anos pedem uma festa em grande para os lados da rua da Barroca. No que diz apenas respeito à música, o Thurston Moore e os Negativland vão voltar e o Peter Brötzmann surge pela primeira vez na galeria.
O antigo SY vai estar no aquário a 4 de outubro, acompanhado desta vez pelos portugueses Gabriel Ferrandini (bateria) e Pedro Sousa (saxofone tenor), havendo ainda primeira parte, a cargo dos magníficos Sunflare. Já o dinamarquês toca com a Full Blast no dia 15. Os Negativland, que a ZDB já cá trouxe há quatro anos, para um concerto na Lx Factory, apresentam dia 21 o novo projeto, "A Booper Symphony". O mês fecha ainda com os norte-americanos Barn Owl (dia 25) e o rapper LE1f (dia 30).
18 anos pedem uma festa em grande para os lados da rua da Barroca. No que diz apenas respeito à música, o Thurston Moore e os Negativland vão voltar e o Peter Brötzmann surge pela primeira vez na galeria.
O antigo SY vai estar no aquário a 4 de outubro, acompanhado desta vez pelos portugueses Gabriel Ferrandini (bateria) e Pedro Sousa (saxofone tenor), havendo ainda primeira parte, a cargo dos magníficos Sunflare. Já o dinamarquês toca com a Full Blast no dia 15. Os Negativland, que a ZDB já cá trouxe há quatro anos, para um concerto na Lx Factory, apresentam dia 21 o novo projeto, "A Booper Symphony". O mês fecha ainda com os norte-americanos Barn Owl (dia 25) e o rapper LE1f (dia 30).
Valsa da Greve Geral, do novo do Norberto
O quarto álbum de Norberto Lobo vai chamar-se "Mel Azul" e sai em outubro, pela Mbari. Esta "Valsa da Greve Geral" é o primeiro tema a escutar:
Alinhamento de "Mel Azul":
Enzo Fought Back
Lúcia Lima
Vudu Xaile
Valsa da Greve Geral
Rustenburger Str
A Cor do Demo
Rua da Palma Blues
Golden Pony Blues
Lisboa Ginásio
Maga Raga
Mel Azul (Moebius)
O álbum conta exclusivamente com Norberto Lobo e a sua guitarra, à exceção da participação de Sei Miguel com o seu trompete de bolso na faixa derradeira. Foi gravado, misturado e masterizado nos estúdios Golden Pony, em Lisboa, por Eduardo Vinhas.
Alinhamento de "Mel Azul":
Enzo Fought Back
Lúcia Lima
Vudu Xaile
Valsa da Greve Geral
Rustenburger Str
A Cor do Demo
Rua da Palma Blues
Golden Pony Blues
Lisboa Ginásio
Maga Raga
Mel Azul (Moebius)
O álbum conta exclusivamente com Norberto Lobo e a sua guitarra, à exceção da participação de Sei Miguel com o seu trompete de bolso na faixa derradeira. Foi gravado, misturado e masterizado nos estúdios Golden Pony, em Lisboa, por Eduardo Vinhas.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
A tragédia no Mali, também para a música
A tragédia humana pela qual o Mali passa desde o golpe de 22 de março deste ano está a produzir os seus efeitos na produção cultural daquela região, em particular na música. Habituámo-nos, nos últimos anos, a reconhecer a riqueza que provinha de um país com uma tradição ancestral forte, em que das famílias de griots -- os contadores de histórias que através da poesia e/ou da música vão passando conhecimento de geração em geração --, e não só, sobressaíam músicos aos quais o Ocidente tem prestado cada vez maior e mais merecida atenção.
Mas tudo isto está a perder-se. Já tínhamos tido, este ano em Sines, a denúncia de Oumou Sangaré, que tem aproveitado a sua digressão pela Europa para dar conta do que se vai passando no seu país. Neste artigo recente do El Pais, ficamos a saber que Niafunké, onde vivia a família do falecido Ali Farka Touré, é hoje uma aldeia fantasma. O Nordeste do Mali, onde muitas das manifestações culturais malianas aconteciam, incluindo o mítico Festival au Désert, é atualmente controlado por grupos de tuaregues que impuseram a lei islâmica, proibindo assim a música naquela região. No sul, na capital Bamako, onde outrora se acotovelavam produtores e agentes vindos do Ocidente à procura de novos talentos, está hoje, diz o artigo, irreconhecível, como resultado do clima de insegurança que por ali se vive. Muitos dos músicos estão, inclusive, a deixar os instrumentos de lado para se dedicarem a outras formas de sustento.
É todo o mundo que perde.
Mas tudo isto está a perder-se. Já tínhamos tido, este ano em Sines, a denúncia de Oumou Sangaré, que tem aproveitado a sua digressão pela Europa para dar conta do que se vai passando no seu país. Neste artigo recente do El Pais, ficamos a saber que Niafunké, onde vivia a família do falecido Ali Farka Touré, é hoje uma aldeia fantasma. O Nordeste do Mali, onde muitas das manifestações culturais malianas aconteciam, incluindo o mítico Festival au Désert, é atualmente controlado por grupos de tuaregues que impuseram a lei islâmica, proibindo assim a música naquela região. No sul, na capital Bamako, onde outrora se acotovelavam produtores e agentes vindos do Ocidente à procura de novos talentos, está hoje, diz o artigo, irreconhecível, como resultado do clima de insegurança que por ali se vive. Muitos dos músicos estão, inclusive, a deixar os instrumentos de lado para se dedicarem a outras formas de sustento.
É todo o mundo que perde.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
O cartaz do Out.Fest 2012
O Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, que decorre entre 10 e 13 de outubro, já tem nomes anunciados para a edição deste ano:
Kevin Drumm
Helm
Steve Gunn
Helena Espvall
RED trio
Man Forever
The Fish (Jean-Luc Guionnet, Benjamin Duboc, Edward Perraud)
Yong Yong
Rodrigo Amaro
Para mais informações, o melhor é ir acompanhando aqui.
Kevin Drumm
Helm
Steve Gunn
Helena Espvall
RED trio
Man Forever
The Fish (Jean-Luc Guionnet, Benjamin Duboc, Edward Perraud)
Yong Yong
Rodrigo Amaro
Para mais informações, o melhor é ir acompanhando aqui.
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out.fest
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Saiu hoje

(Novo livro do David Byrne. Saiu hoje nos EUA, estando para breve as edições europeias. Mais informação aqui.)
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david byrne
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Josephine Foster de volta!
Mui apreciada por aqui -- alguns recordar-se-ão que a primeira vez que tocou em palcos portugueses, já lá vão sete anos, foi por iniciativa aqui do tasco -- a norte-americana Josephine Foster tem novo álbum, "Blood Rushing" (oiçam mais abaixo), e vai voltar para concertos: 17 de outubro no B.Leza, em Lisboa, e no dia seguinte, no portuense Passos Manuel.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O regresso às aulas sabe bem
Com crise ou sem crise, o regresso às aulas, expressão no que ao circuito de concertos ao vivo merece respeito, não deixa de ser o que tem sido nos anos mais recentes. Felizmente.
Soube-se hoje que o Bombino vai regressar a Portugal, depois do concerto bombástico no FMM Sines (este ano) e da apresentação em versão mais serena no CCB (ano passado). Bombino vai tocar a 27 de outubro no clube mais africano de Lisboa, o B'Leza, nas suas novas instalações no Cais do Sodré. Por falar em África, e porque aqui ainda não se fez eco disso, outra africana, a linda Rokia Traoré e o charmoso Mário Lúcio têm também regresso marcado para Portugal, mais precisamente ao Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a 10 e a 21 de outubro, respetivamente.
Eis uma seleção com dedo da casa do que há para ver e ouvir nos próximos meses (e ainda sem conhecermos a programação da ZDB para o outono):
- SETEMBRO -
7 a 9 - FESTA DO AVANTE! @ Seixal, Quinta da Atalaia
Entre outras coisas, vamos ter por lá os Gaiteiros de Lisboa a apresentar o novo "Avis Rara". EP para os três dias: 21€, só até amanhã; depois passa a 32€, havendo ainda preços inferiores para os últimos dias da festa.
14 - BEAK> @ Lisboa, Maria Matos
Kraut rock made in Bristol, com Geoff Barrow, dos Portishead. 15€ (c/desconto: 7,5€)
20 - BLACK DICE @ Lisboa, Musicbox
Os Black Dice evoluíram bastante. Vão por mim. Se estiverem próximos daquilo que mostraram no ATP de Minehead do ano passado, vai ser très, très fort. 10€.
21 - B FACHADA @ Lisboa, Lux
Apresentação do recente "Criôlo", aquele disco que se põe a tocar várias vezes sem parar. 10€.
22 - THE PARKINSONS @ Lisboa, Ritz Clube
10€.
24 - SONNY & THE SUNSETS @ Lisboa, Lounge
Já cá tivemos, por várias vezes, os Black Lips. Já cá tivemos os Strange Boys. E agora vamos ter, finalmente, os Sonny & The Sunsets. E com entrada livre.
28 - B FACHADA @ Porto, Passos Manuel
10€.
29 - HOWE GELB @ Guimarães, CCVF
Regresso do "Codfish Cowboy" a Portugal, para um concerto na Capital da Cultura.
10€.
- OUTUBRO -
4 - UM ZERO AMARELO @ Lisboa, Lounge
Uma das boas notícias deste ano foi a do regresso, pelo menos aos palcos, dos UZA. E Lisboa vai ter o privilégio de os receber, também. Entrada gratuita.
7 - LEONARD COHEN @ Lisboa, Pavilhão Atlântico
Simpatia do Sr. Cohen em aparecer por cá todos os anos. Entre 30 a 85€.
10 - MÁRIO LÚCIO @ Lisboa, Calouste Gulbenkian
16 a 22€.
10 - GAITEIROS DE LISBOA @ Porto, Casa da Música
18€.
13 - JELLO BIAFRA AND THE GUANTANAMO SCHOOL OF MEDICINE @ Corroios, Cine-Teatro do Ginásio
Regresso do Biafra àquela sala de Corroios. Primeiras partes de Gazua e Dalai Lume. 20€.
15 - GAITEIROS DE LISBOA @ Lisboa, Culturgest
18€ (5€ para sub-30).
20 - FAUSTO @ Lisboa, Coliseu dos Recreios
É sempre um cabo dos trabalhos para meter o homem num palco, tendo ele mesmo chegado a dizer que nunca mais tocaria ao vivo. Oportunidades como esta não se perdem, portanto. 30€ a 60€.
21 - ROKIA TRAORÉ @ Lisboa, Calouste Gulbenkian
16 a 22€.
23 - EMILY JANE WHITE @ Carnaxide, Auditório Ruy de Carvalho
15€.
24 - DEAD CAN DANCE @ Porto, Casa da Música
Ainda o diabo não tinha levantado a mão para esfregar o olho e já os bilhetes tinham todos sido vendidos. Privilégio único para os que vão conseguir lá estar.
26 - BON IVER @ Lisboa, Campo Pequeno
25 a 35€.
26 - PAUS @ Lisboa, CCB
Ainda há dois anos os Paus apresentavam-se à sociedade com uma festa na garagem de ensaio, ali mesmo ao pé do CCB. O tempo corre e tem vindo a correr bem para os Paus, que o merecem. 5 a 15€.
26 a 28 - AMPLIFEST 2012 @ Porto, Hard Club e Passos Manuel
Esta é uma edição para rebentar com tudo. Os godspeed you! black emperor decidiram voltar aos palcos e são o grande chamariz deste festival de peso. Mas ainda há Six Organs of Admittance, Jozef van Wissem, Amenra, Bohren & Der Club of Gore, White Hills e Ufomammut, entre muitos outros que estão por anunciar. 60€ (bilhete único para os três dias).
27 - BOMBINO @ Lisboa, B'Leza
No jardim das Oliveiras, no CCB, apresentou-se sereno. E foi bom. Em Sines, expôs toda a descarga decibélica e hipnotizante de que são capazes as guitarras elétricas do deserto. E foi explosivo. 10€.
- NOVEMBRO -
1 a 19 - MISTY FEST @ Lisboa, São Jorge/Lux/CCB (e ainda Porto e Sintra)
Cartaz cheio de nomes bons: Tó Trips & Filho da Mãe & Frankie Chavez, Peter Hook, Celina da Piedade, Osso Vaidoso, B Fachada, Amélia Muge, etc., etc.
4 - THE WALKMEN @ Lisboa, Coliseu dos Recreios
25€.
15 - OSSO VAIDOSO @ Lisboa, CCB
E ainda Lucas Bora-Bora. 12€.
20 - LULA PENA & MÚ @ Lisboa, Maria Matos
14€ (c/desconto: 7€).
27 - THE BLACK KEYS @ Lisboa, Pavilhão Atlântico
E ainda The Maccabees. 29€ a 39€.
Soube-se hoje que o Bombino vai regressar a Portugal, depois do concerto bombástico no FMM Sines (este ano) e da apresentação em versão mais serena no CCB (ano passado). Bombino vai tocar a 27 de outubro no clube mais africano de Lisboa, o B'Leza, nas suas novas instalações no Cais do Sodré. Por falar em África, e porque aqui ainda não se fez eco disso, outra africana, a linda Rokia Traoré e o charmoso Mário Lúcio têm também regresso marcado para Portugal, mais precisamente ao Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a 10 e a 21 de outubro, respetivamente.
Eis uma seleção com dedo da casa do que há para ver e ouvir nos próximos meses (e ainda sem conhecermos a programação da ZDB para o outono):
- SETEMBRO -
7 a 9 - FESTA DO AVANTE! @ Seixal, Quinta da Atalaia
Entre outras coisas, vamos ter por lá os Gaiteiros de Lisboa a apresentar o novo "Avis Rara". EP para os três dias: 21€, só até amanhã; depois passa a 32€, havendo ainda preços inferiores para os últimos dias da festa.
14 - BEAK> @ Lisboa, Maria Matos
Kraut rock made in Bristol, com Geoff Barrow, dos Portishead. 15€ (c/desconto: 7,5€)
20 - BLACK DICE @ Lisboa, Musicbox
Os Black Dice evoluíram bastante. Vão por mim. Se estiverem próximos daquilo que mostraram no ATP de Minehead do ano passado, vai ser très, très fort. 10€.
21 - B FACHADA @ Lisboa, Lux
Apresentação do recente "Criôlo", aquele disco que se põe a tocar várias vezes sem parar. 10€.
22 - THE PARKINSONS @ Lisboa, Ritz Clube
10€.
24 - SONNY & THE SUNSETS @ Lisboa, Lounge
Já cá tivemos, por várias vezes, os Black Lips. Já cá tivemos os Strange Boys. E agora vamos ter, finalmente, os Sonny & The Sunsets. E com entrada livre.
28 - B FACHADA @ Porto, Passos Manuel
10€.
29 - HOWE GELB @ Guimarães, CCVF
Regresso do "Codfish Cowboy" a Portugal, para um concerto na Capital da Cultura.
10€.
- OUTUBRO -
4 - UM ZERO AMARELO @ Lisboa, Lounge
Uma das boas notícias deste ano foi a do regresso, pelo menos aos palcos, dos UZA. E Lisboa vai ter o privilégio de os receber, também. Entrada gratuita.
7 - LEONARD COHEN @ Lisboa, Pavilhão Atlântico
Simpatia do Sr. Cohen em aparecer por cá todos os anos. Entre 30 a 85€.
10 - MÁRIO LÚCIO @ Lisboa, Calouste Gulbenkian
16 a 22€.
10 - GAITEIROS DE LISBOA @ Porto, Casa da Música
18€.
13 - JELLO BIAFRA AND THE GUANTANAMO SCHOOL OF MEDICINE @ Corroios, Cine-Teatro do Ginásio
Regresso do Biafra àquela sala de Corroios. Primeiras partes de Gazua e Dalai Lume. 20€.
15 - GAITEIROS DE LISBOA @ Lisboa, Culturgest
18€ (5€ para sub-30).
20 - FAUSTO @ Lisboa, Coliseu dos Recreios
É sempre um cabo dos trabalhos para meter o homem num palco, tendo ele mesmo chegado a dizer que nunca mais tocaria ao vivo. Oportunidades como esta não se perdem, portanto. 30€ a 60€.
21 - ROKIA TRAORÉ @ Lisboa, Calouste Gulbenkian
16 a 22€.
23 - EMILY JANE WHITE @ Carnaxide, Auditório Ruy de Carvalho
15€.
24 - DEAD CAN DANCE @ Porto, Casa da Música
Ainda o diabo não tinha levantado a mão para esfregar o olho e já os bilhetes tinham todos sido vendidos. Privilégio único para os que vão conseguir lá estar.
26 - BON IVER @ Lisboa, Campo Pequeno
25 a 35€.
26 - PAUS @ Lisboa, CCB
Ainda há dois anos os Paus apresentavam-se à sociedade com uma festa na garagem de ensaio, ali mesmo ao pé do CCB. O tempo corre e tem vindo a correr bem para os Paus, que o merecem. 5 a 15€.
26 a 28 - AMPLIFEST 2012 @ Porto, Hard Club e Passos Manuel
Esta é uma edição para rebentar com tudo. Os godspeed you! black emperor decidiram voltar aos palcos e são o grande chamariz deste festival de peso. Mas ainda há Six Organs of Admittance, Jozef van Wissem, Amenra, Bohren & Der Club of Gore, White Hills e Ufomammut, entre muitos outros que estão por anunciar. 60€ (bilhete único para os três dias).
27 - BOMBINO @ Lisboa, B'Leza
No jardim das Oliveiras, no CCB, apresentou-se sereno. E foi bom. Em Sines, expôs toda a descarga decibélica e hipnotizante de que são capazes as guitarras elétricas do deserto. E foi explosivo. 10€.
- NOVEMBRO -
1 a 19 - MISTY FEST @ Lisboa, São Jorge/Lux/CCB (e ainda Porto e Sintra)
Cartaz cheio de nomes bons: Tó Trips & Filho da Mãe & Frankie Chavez, Peter Hook, Celina da Piedade, Osso Vaidoso, B Fachada, Amélia Muge, etc., etc.
4 - THE WALKMEN @ Lisboa, Coliseu dos Recreios
25€.
15 - OSSO VAIDOSO @ Lisboa, CCB
E ainda Lucas Bora-Bora. 12€.
20 - LULA PENA & MÚ @ Lisboa, Maria Matos
14€ (c/desconto: 7€).
27 - THE BLACK KEYS @ Lisboa, Pavilhão Atlântico
E ainda The Maccabees. 29€ a 39€.
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