quarta-feira, 14 de abril de 2010

Hoje há The Sticks


Mais uma noite Filho Único no Lounge, hoje com os ingleses The Sticks, que já cá vieram fazer a primeira parte dos Black Lips na Caixa Económica Operária, no ano passado. Tocam também amanhã em Coimbra, no Via Club, tendo já passado por Bragança ontem, aparentemente.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Uma viagem pela Ocitânia, paragem nº5



Quem: LO CÒR DE LA PLANA
Onde: Marselha
Quando: 2001-...
Como: Meia dúzia de homens que mantém bem viva a tradição das polifonias ocitanas, cantando na língua da sua nação. Estiveram em Sines há dois anos.
Mais: myspace.com/locordelaplana

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Uma viagem pela Ocitânia, paragem nº4



Quem: MASSILIA SOUND SYSTEM
Onde: Marselha
Quando: 1984-...
Como: Verdadeira instituição da expressão ocitana moderna, este colectivo de reggae (e muito mais) está para Marselha como o Olympique no futebol. E já lá vão mais de duas décadas.
Mais: myspace.com/massiliasoundsystem // www.massilia-soundsystem.com // fr.wikipedia.org/wiki/Massilia_Sound_System

E a boa nova de ontem à noite, agora no formato original



Ou melhor ainda, em www.1119732.net. Já agora, especulando um pouco acerca deste URL, 1119732 será, provavelmente, o número da patente com que Nikolai Tesla registou um dos seus inventos mais curiosos, a bobina de Tesla. Mas isso sou eu, que sigo religiosamente o Lost, que especulo...

Vashti Bunyan em Portugal!

Não param de chegar notícias a que é fundamental dar eco, umas boas, outras más. Esta é uma daquelas notícias que me enche de alegria. Vashti Bunyan, símbolo mítico da nova folk inglesa dos anos 60 (já aqui falei dela por várias vezes, por exemplo nesta postagem) vem a Portugal, no próximo dia 14 de Maio, em sala a anunciar. Façam o favor de dar os parabéns à boa gente da Filho Único (que ainda anuncia o regresso do Atlas Sound, para um concerto no Lux, a 4 de Junho, com Aquaparque na primeira parte).

Esta noite somos visitados por um daqueles colossos imensos



Há quarenta e tal anos, Holger Czukay, então aluno de Stockhausen, então professor de música, então pouco fã de rock, não imaginava provavelmente que viria a ficar com o nome gravado profundamente na história relevante daquele género popular da música moderna, ao fundar e constituir-se como um dos principais motores criativos desse formidável grupo que foram os CAN. Em 11 anos, os CAN vieram e foram, não deixando porém de ficar na cartilha de milhares e milhares de bandas que ainda hoje trilham os caminhos abertos pelos alemães. Czukay continuou com os seus projectos em nome próprio, brincou com a rádio de ondas curtas, fez-se pioneiro da arte do sampling, cortando as fitas das gravações e colando-as, e colaborou com um número infindável de boa gente, com gente mais nova, mas clientes da mesma fonte de génio, como David Sylvian, Brian Eno ou Jah Wobble.

É hoje, sexta-feira. Aos 72 anos, Czukay a Lisboa, ao palco do Lux, num espectáculo promovido pela Filho Único. A primeira parte vai estar por conta dos Gala Drop, que aproveitam para lançar a versão LP do seu magnífico álbum de estreia (e que, entre outras coisas, os vai levar também ao palco do Coliseu dos Recreios, para a primeira parte dos Sonic Youth). Os bilhetes custam 15€, estão à venda na Flur e na Louie Louie ou, depois, na bilheteira do Lux.

Amanhã há...

PÁRA TUDO. Os godspeed vão voltar.

Reza assim um comunicado do grupo deixado no site da boa gente do All Tomorrow's Parties:

FOR IMMEDIATE RELEASE

after a decade's retreat, god's pee has decided to roll again.

we are, as always, stoked, stubborn and petrified.

it's been awhile, and left in the rain, the brakes have rusted and seized- we'll have to go at it with hammers probably, with elbow grease and with fury, just like the old days all over again. we look forward to it. also, moya's back in the fold (hallelujah!)

what we've been up to since the last time= a handful of other bands, and solitary roadtrips and wanderings, a couple of recording studios built, and a restaurant and 3 live venues also. a film soundtrack and 4 new kids and 3 new dogs. dead-end jobs. some farming and vegetable gardens. a small record label. acupuncture as a livelihood. and three of us just stayed on the road.

current plans= a.t.p.u.k., a handful of british and european shows, and then 9 american towns.
until further introspection, WE WILL NOT BE FIELDING ANY OTHER OFFERS. nor will we be doing any interviews. inquiries directed to band, record label, or bookers will not be guaranteed a reply. alls we really want to do is the thing we do, heads down and leaned into the squall.

between now and the live-dates, there'll be rivers of noise and distraction. and the internet is a petty tyrannical monster. please remember that really all that matters is the keep on keeping on. and all that really matters is the shows. and physical engagement in the world. and folks like us and folks like you. thanks for understanding, and thank you for still listening.

see you next winter.

xoxoxox godspeed you! black emperor

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Malcom McLaren (1946-2010)



Ele achava que tinha inventado o punk. E até, justiça lhe seja feita, não estava muito longe da verdade. Sem ele, todo um capítulo imenso da história da cultura popular dos últimos 40 anos teria hoje outra redacção. Situacionista convicto, trouxe o choque e a provocação como tema ao trabalho que desde cedo empreendeu. Com a namorada Vivienne Westwood, abriu a Let it Rock (mais tarde Too Fast To Live Too Young To Die, mais tarde SEX), loja de roupa para teddy boys ou de roupa sado-maso na hoje famosa rua dos punks em Londres, a Kings Road. Em Nova Iorque, fez-se manager dos New York Dolls e levou o grupo ao fim quando os vestiu de uma estética provocativamente comunista numa América habitada pelos fantasmas da guerra fria. De regresso a Londres, criou literalmente os Sex Pistols com os quais construiu a estética que ficaria para sempre associada a Londres e ao ano de 1977. A relação com os Pistols foi efémera, tendo acabado mal, uma vez mais, mas o fenómeno que ajudou a criar foi marcante e teve efeitos duradouros. Criou ainda os Bow Wow Wow, onde uma vez mais gerou polémica, chegando a envolver a Scotland Yard, desta vez por causa das capas com a vocalista Annabella Lwin, menor de idade, em poses de nudez, e foi também manager de Adam and The Ants. Também veio a gravar, ele próprio, discos (curiosamente, ainda há dias comprei o seu segundo single, "Soweto", numa loja do Porto), trabalhou no cinema e, recentemente, chegou mesmo a concorrer às eleições para a câmara de Londres.

Malcom McLaren morreu em Nova Iorque esta manhã, vítima de cancro.

Novelos da Paixão, o vídeo



Primeiro single retirado de "Pesadelo em Peluche", cuja saída está agendada para dia 19 deste mês. A autoria do videoclip é de Rodrigo Areias, o realizador de "Tebas" e habitual colaborador da cena rock de Coimbra (The Legendary Tiger Man, Wray Gunn, D3Ö, etc.).

The Very Best no Sudoeste!

E eis que se encontra finalmente agendada a estreia em Portugal do projecto The Very Best, de Esau Mwamwaya e Radioclit. Fazem parte da mais recente vaga de novidades do festival Sudoeste, a respeito do palco Planeta, que além dos TVB contará ainda com Beirut (dia 8 de Agosto), Friendly Fires (dia 7) e Rye Rye (dia 5, o mesmo dia dos TVB).

Uma viagem pela Ocitânia, paragem nº3



Quem: FABULOUS TROBADORS
Onde: Toulouse (Médios-Pireneus)
Quando: 1987-...
Como: Além dos temas em que, também eles, revitalizam o suposto elo entre o Nordeste brasileiro e a Ocitânia, Claude Sicre e Ange B são reconhecidos pela forma como pegaram na "tenson", uma espécie de desgarrada dos antigos trovadores da região, e a transpõem para um cenário mais próximo, ainda que particularmente distinto e único, do hip hop ou do ragga, em duelos verbais (duels de tchaches) carregados de política e humor. Só é pena que alguns destes melhores duelos não estejam disponíveis no youtube.
Mais: www.fabulous-trobadors.com // oc.wikipedia.org/wiki/Fabulous_Trobadors

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um pouco de economia não faz mal a ninguém: "Os discos estão caros?"

Talvez haja quem se lembre do Radiobutt, um blogue que, até há pouco tempo, e pelo meio de links para o descarregamento de álbuns inteiros, apresentava análises interessantes e descontraídas do ponto de vista do economista/estatístico para questões muito, pouco ou nada importantes no tema música. O blogue fechou as portas na plataforma da blogger, mas em Fevereiro surgiu de novo, com cara lavada, num novo espaço (radiobuttmusic.com), onde, pelo menos até agora, ainda nenhuma abordagem daquele género surgiu. Para quem ainda quiser apanhar os trabalhos feitos a partir de informação de fontes como o last.fm, do metacritic, ou coisas cómicas como a resposta a uma entrevista dos Kings of Convenience, pode ver neste apanhado que se encontra no elbo.ws, que mostra ainda outros exemplos de estudos além dos do Radiobutt.

Na música, como em tudo (leia-se o "Freakonomics", de Steven Levitt e Stephen J. Dubner, por exemplo), surgem questões que, ora ficam sem resposta, ora são desde cedo coladas a argumentos provenientes dessa coisa perniciosa chamada "senso comum", que podem, muitas das vezes, e com relativa facilidade, serem postos em causa por uma análise mais fria e mais rigorosa da realidade.

Lembrei-me, por isso, de aqui iniciar uma rubrica, sem qualquer espécie de regularidade fixa, a propósito de algumas destas questões, procurando respostas na informação disponível. E a primeira destas questões, vulgarmente usada e abusada sempre que se fala da crise discográfica:

Os discos estão caros?

Há, entre várias outras possibilidades, duas formas de interpretar a pergunta. Numa primeira abordagem, pretende-se saber se os discos estão hoje mais caros relativamente a outros bens de consumo, do que estavam num momento passado. Não se trata tanto de perceber se os discos são caros, mas sim se estão mais caros hoje do que antigamente por comparação com outros bens. Há que concordar que, se há 20 anos já eram intrinsecamente caros, por mais subjectiva que possa ser esta qualidade, então não será por o serem também hoje que o preço pode servir como argumento para a crise discográfica. O que interessa aqui, então, é perceber se o preço dos discos subiu mais do que o dos outros produtos.

Para esta tarefa, há um indicador ideal: o Índice de Preços no Consumidor (IPC). O IPC é medido a partir dos preços de um conjunto de bens e serviços considerados representativos da estrutura de consumo da população residente em Portugal. A famosa taxa de inflação, por exemplo, é construída a partir da evolução média a Dezembro de cada ano dos últimos 12 meses. Mas não compliquemos. Através de um cálculo muito básico, aqui só se pretende saber quanto este índice evoluiu entre um qualquer momento no passado e a actualidade, como se chegássemos a uma taxa de inflação de um longo período de anos.

Mas antes disso ainda, há que ter uma noção dos preços dos discos nesse passado que queremos comparar com a actualidade. A memória diz-me que no final dos anos 80, comprava LPs na discoteca do Xenon por cerca de 1800 escudos, um preço mais baixo do que na generalidade dos sítios, a começar pela Motor, que uma ou duas centenas de metros mais abaixo, nos Restauradores, tinha preços à volta de 1900 ou 2000 escudos. De uma consulta que fiz à memória de amigos, não há grande divergência de números. Quem estiver a ler isto pode também avançar com outros preços que se lembre (ou até que estejam ainda afixados nas capas dos discos).

Voltando ao IPC, e se usarmos os anos de 1989 e de 2009 como balizas temporais de um período de aproximadamente duas décadas, podemos concluir que os preços, na sua generalidade, evoluíram 2,34 vezes (fonte: INE, Índice de Preços no Consumidor no Continente). Se olharmos para a série do IPC que não considera o preço da habitação, essa variação é ligeiramente menor: 2,28.

Ora, se um disco custava em 1989, em termos médios, 1900 ou 2000 escudos (ou seja, 9,5€ ou 10€), e se este evoluísse à mesma medida que os preços dos bens que compõem o cabaz de consumo dos portugueses, incluindo a habitação, hoje teríamos preços à volta dos 22€ ou 23€. E temos, realmente? Não. Em 2010, não é, de facto, frequente um disco, em CD, chegar sequer aos 20€. Já os LPs custam isso ou mais em sítios não especialmente vocacionados para a venda do formato, mas ficam aquém destes preços nas lojas especializadas. Estão os discos mais caros do que eram antigamente? Não.

Numa segunda abordagem, como prometida mais acima, podemos olhar não só para a evolução dos preços, mas também para o que aconteceu com os ganhos de poder de compra. De uma forma geral, embora isso não aconteça sempre, muito menos neste período de recessão, os salários crescem mais que os preços. Em termos simplistas, a economia cresce e o ganho desse crescimento é distribuído pelos factores que o geraram (não vem ao caso a justiça dessa distribuição). Podemos então olhar para o que foi o crescimento dos ganhos resultantes do trabalho, o que podemos fazer através da informação de um instrumento estatístico chamado Quadros de Pessoal, do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, que regista, entre muitas outras coisas, as remunerações e os ganhos (um conceito mais lato de vencimento) ao longo dos anos (informação, uma vez mais, disponível no pordata). E, entre 1989 e 2008 (ano disponível mais recente), os ganhos médios dos trabalhadores por conta de outrem portugueses, do regime privado, aumentaram 2,47 vezes. Mais do que os preços, como dizia. Ou seja, se o tal disco que em 89 custava 1900/2000 escudos evoluísse da mesma maneira, hoje teria que custar quase 25€. E não custa.

Foram duas abordagens possíveis para uma resposta negativa à pergunta "os discos estão caros?". Por favor, deixem de usar esse argumento para a queda no mercado da música gravada. Talvez seja mais indicado o argumento do alargamento da gama de bens consumidos hoje aos telemóveis e às respectivas chamadas, ao fornecimento de internet e de televisão, às roupas caras de usar e deitar fora, ou, mesmo na música, aos dvds, aos concertos, etc. Ou ainda, claro, à gratuitidade das canções. Há até instrumentos estatísticos que permitem estudar a evolução da composição do cabaz de consumo dos portugueses, mas isso fica para outras núpcias...

Uma viagem pela Ocitânia, paragem nº2



Quem: BOMBES 2 BAL
Onde: Toulouse (Médios-Pireneus)
Quando: 2000-...
Como: Quatro mulheres, dois homens, cantam em ocitano, mas também muito em francês, e têm mostrado, logo desde o primeiro álbum, "Danse Avec ta Grand-Mère" (2004), a notável relação que existe entre a música da sua região e aquela que no Nordeste brasileiro veio a ser conhecida por forró.
Mais: www.bombes2bal.com // myspace.com/bombes2bal // oc.wikipedia.org/wiki/Bombes_2_bal

terça-feira, 6 de abril de 2010

Uma viagem pela Ocitânia, paragem nº1



Quem: LA TALVERA
Onde: Còrdas (Médios-Pireneus)
Quando: 1979-...
Como: Enquanto grupo, La Talvera surgiu como meio de financiamento dos trabalhos de pesquisa e difusão do rico património cultural ocitano levados a cabo pela associação Cordae (ver no site abaixo indicado). Ao longo destes 30 anos, têm não só trazido a cultura da terra da "língua do oc" ao mundo, como têm trazido esse mesmo mundo até aquelas paragens geográficas e culturais, à semelhança do que tem sido prática de outros grupos ocitanos. Nos últimos anos têm colaborado com os conterrâneos Massilia Sound System, com músicos brasileiros como o Silvério Pessoa, entre outros.
Mais: www.talvera.org // reportagem dos 30 anos de La Talvera

Fela, o musical?

Sim, a vida de Fela Kuti é o tema de um musical que estreou em Novembro do ano passado na Broadway, com... Jay-Z e Will Smith na lista de produtores, e com estreia prevista para Novembro deste ano em Londres (mais aqui).

O fim do Imago

Já não vai haver 11ª edição do Imago. A organização do festival de cinema (e muito mais) do Fundão, pôs um ponto final no projecto, deixando em aberto a possibilidade de regressar com novas ambições, num comunicado pouco esclarecedor e até mesmo confuso (qual o significado das comparações das bandas, escritores e realizadores?):
IMAGO. O Fim, porque Sim!

Caros Senhores

Depois de 10 anos a sermos pioneiros e a marcarmos tendências em termos do que são hoje as estruturas dos maiores festivais de cinema nacionais.
Depois de 10 anos a combater a ostracização por parte dos poderes públicos e da generalidade dos media nacionais ("de Lisboa") que não conseguem ver a mais de 1 km de distância da capital (e o Fundão está quase a 300).
Depois de 10 anos a trazer até Portugal alguns dos nomes que marcaram o cinema e a música do final do século XX e do inicio do século XXI.
Depois de 10 anos a procurar estar permanentemente na vanguarda duma programação cultural sem cedências.

Achamos (em comum acordo com o parceiro local - a Câmara Municipal do Fundão) que é a hora de colocar a palavra "FIM" neste projecto.

Hoje em dia para nós o modelo "festival de cinema" é extremamente limitador e até caduco. A generalidade dos festivais de cinema (em Portugal e lá fora), para não dizer todos, são aborrecidos, enfadonhos e sem alma.

Fazêmo-lo numa altura em que tínhamos garantidos mais dois anos de subsídios do ICA/MC e todo o apoio da Câmara Municipal do Fundão e dos maiores sponsors para continuar com o modelo existente.
Fazêmo-lo porque achamos que é a hora e o momento de o fazer, a exemplo de tudo o que fizemos até aqui.
Com 10 edições a correrem bastante bem e a darem momentos às pessoas capazes de perdurarem para sempre no tempo, parece-nos que esta é a opção que se impõe.

Se fôssemos uma banda rock queríamos ser os Beatles ou os Smiths e não os Rolling Stones ou os U2!
Se fôssemos um escritor queríamos ser o J. D. Salinger e não o Saramago!
Se fôssemos um realizador queríamos ser o Terrence Malick ou o Charles Laughton e não o Oliveira ou o Scorsese!

O IMAGO fica por aqui!
Muito provavelmente a partir de 2011 a equipa que o produziu ao longo destes 10 anos voltará com um novo projecto muito mais ambicioso e adaptado aos tempos que correm! Um projecto que possa ser tão ou mais inovador do que foi o IMAGO em cada uma das fases por que passou. Um projecto de ambição internacional com uma marca e um rumo bem vincados. Em suma, um projecto que nos possa preencher intelectual e artisticamente.

Mas também pode ser que não oiçam mais falar de nós.

Por isso, fica desde já o nosso muito obrigado àqueles que estiveram sempre connosco de alma e coração!

A DIRECÇÃO DO IMAGO
Pedro Teles Ramos
Sérgio Felizardo

domingo, 4 de abril de 2010

E a pergunta da semana é...



E se o Rui Santos falasse de música e não de futebol, a pergunta da semana seria: estarão ainda vivos estes Specials? A resposta será dada, com ou sem Rui Santos, em Paredes de Coura, a 31 de Julho, no último dia do festival minhoto.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Wumbanzanga

É o primeiro tema que podemos escutar de "Assume Crash Position", o novo álbum dos Konono nº1, cuja saída está prevista para o início de Junho, na Crammed, e está disponível para descarga livre na Rolling Stone.