sexta-feira, 11 de agosto de 2006
Eis a novidade prometida
LIARS25/09 - Porto Rio, Porto
26/09 - Club Lua, Lisboa
1ª parte - Deerhunter
É uma selvajaria!
Djá I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u. Hoje são três e conheceram-se em Los Angeles, ponto de partida do frenesi que rebentou para o mundo em Brooklyn, Nova Iorque, e que hoje se divide entre o lado de lá e o lado de cá (Berlim). À frente, Angus Andrew, guitarrista e vocalista, nascido na Austrália, quase irmão gémeo de Nick Cave da era Birthday Party. No flanco, Aaron Hemphill, guitarrista e percussionista. Lá atrás, o extrovertido Julian Gross, baterista, elemento tardio na formação oficial dos Liars.
Djá I dju nibá I ná ê nê ná I djá I nai ni ná. Entaramelam o punk com a dança, no seguimento do que algum do pós-punk dos anos 80 ofereceu, ou com o ruído estertor da ressurreição da no wave, evidenciando evoluções óbvias de disco para disco, e garantindo, como já se viu nas suas anteriores visitas, a certeza de uma presença sempre provocadora e explosiva em palco.
I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u djá I dju nibá I djá ê nê ná. O último álbum, gravado já em Berlim, documenta o clima de guerra fria, no actual universo estético do grupo, que opõe a personagem Drum, autoconfiante, poderosa, diabólica, tribal, com representação nos dois kits de bateria, à personagem Mt. Heart Attack, frágil e insegura, mas emocional, nutrida pelos coros que fazem lembrar os Animal Collective de "Feels". Preparem-se, pois, para a continuação desta história, mas agora ao vivo.
É uma selvajaria! Ficam avisados os novatos e os medricas: ainda vão a tempo de desistir.
(Vítor Junqueira, Agosto de 2006)
(Citações em itálico de "É uma Selvajaria", Mão Morta, por sua vez adaptação de poema "comanche" de Herberto Hélder.)
25/09
Porto - Porto Rio
Início: 22h
Entrada: (a confirmar)
Organização: Lovers & Lollypops
loverslollypops@gmail.com
Tel: 960247893
26/09
Lisboa - Club Lua
Início: 22h
Entrada: 15 euros
Organização: Nervo
Sistemanervoso@gmail.com
Tel: 965581054
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
E esta?
Polly Jean Harvey e Björk, nos Brit Awards de 1994, a tocarem "Satisfaction", dos Rolling Stones. M-A-G-N-Í-F-I-C-O.
UM (actualização)
Entretanto, e com um timing perfeito, recebi um mail do meu caro amigo Eduardo Sardinha, descrevendo um pouco mais o projecto UM e rectificando algo do que foi aqui dito mais abaixo abaixo: Segue o presente apenas para comunicar que está desde hoje disponível nas lojas Fnac o jornal Um. Uma publicação dedicada à música e artes afins de que este vosso criado é editor. Esta é a edição 0,5, mais que zero, menos que um. Em Setembro o nº1 do Um inaugurará a sua periodicidade quinzenal e continuará a sua gratuitidade. A distribuição será nas lojas Fnac, mas conta-se poder alargá-la a outros espaços frequentados pelo público a que queremos chegar. Por agora, o Um 0,5 também será distribuido massivamente aos presentes no Festival de Paredes de Coura. Espero que seja do vosso agrado.
Novidades no meio da comunicação
Estamos em fase expansionista. Vão aparecer por aí dois novos projectos na área da comunicação: um jornal e uma rádio.
O jornal chama-se simplesmente Um. É quinzenal e este primeiro número já deverá estar disponível nas lojas Fnac, a preço zero. Para a semana, estará também disponível em Paredes de Coura. Segundo informação ainda sujeita a confirmação, os números vindouros virão a estar presentes nas bancas.
A rádio chama-se Química FM e já está a emitir em 105.4, ainda que em fase experimental. Serve a Grande Lisboa, especialmente os concelhos que rodeiam o de Cascais. A promessa do director, Carlos Simões, é de uma estação alternativa ao panorama radiofónico dominante, leia-se playlists.
O jornal chama-se simplesmente Um. É quinzenal e este primeiro número já deverá estar disponível nas lojas Fnac, a preço zero. Para a semana, estará também disponível em Paredes de Coura. Segundo informação ainda sujeita a confirmação, os números vindouros virão a estar presentes nas bancas.
A rádio chama-se Química FM e já está a emitir em 105.4, ainda que em fase experimental. Serve a Grande Lisboa, especialmente os concelhos que rodeiam o de Cascais. A promessa do director, Carlos Simões, é de uma estação alternativa ao panorama radiofónico dominante, leia-se playlists.
Charadas #251
"Alegre estava nos vapores de uma hora ébria."
Anteriores:
#250 - Bob Dylan - All Along the Watchtower; #249 - Ramones - The KKK Took My Baby Away; #248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
Anteriores:
#250 - Bob Dylan - All Along the Watchtower; #249 - Ramones - The KKK Took My Baby Away; #248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Verdade Tropical #1
No seu "Verdade Tropical", ensaio biográfico do tropicalismo, Caetano Veloso refere-se poucas vezes a Tom Zé, por comparação com outros companheiros da altura (Gilberto Gil, Gal Costa, os Mutantes, etc.) e mesmo outros não tropicalistas (João Gilberto, Chico Buarque, cineastas, escritores, filósofos, etc.). Mas a dada altura conta este episódio sobre o último dos sobreviventes tropicalistas:
A simples viagem de avião com Tom Zé de Salvador para São Paulo já deu o tom do que seria sua atuação. O Caravelle da Cruzeiro do Sul -- aeronave cuja modernidade de linhas me encantava como um samba de Jobim ou um prédio de Niemeyer --, voando em céu azul, parecia que ia explodir com a vibração da presença de Tom Zé. E isso chegou a exteriorizar-se até o conhecimento da aeromoça e quem sabe de outros passageiros. Não que ele se mostrasse nervoso por estar voando -- embora sua ostentação de estranheza em relação a tudo o que se passava no avião indicasse (talvez enganosamente) que ele nunca tinha voado --, mas seu sotaque e suas expressões arcaicas pareciam agredir a realidade tecnológica da aviação e o conforto burguês dos "serviços" de consumo: ele estava me dizendo -- e dizendo a si mesmo e ao mundo -- que ia, sim, para São Paulo, mas que permaneceria irredutível quanto a certos princípios e traços de caráter. Ele lidava de modo inventivo -- e bizarramente elegante -- com o medo da mudança de situação. Referia-se ao avião em que estávamos como "essa caravela", indicando intimidade e estranheza ao mesmo tempo, e, por trás dessa ironia, comentando o sentido de partida para outro continente que essa viagem tinha para ele. Quando a aeromoça se aproximou para perguntar o que queríamos beber, ele respondeu certamente: "Cachaça". Havia humor na obviedade de seu conhecimento de que não deviam servir cachaça a bordo. Mas a sinceridade de seu ar desafiador -- embora não impolido -- levava a pensar em como era ridícula a pretensão de refinamento da freguesia desses serviços (não havia, por exemplo, uma só aeromoça preta em qualquer companhia de aviação brasileira) tornados amorfamente "internacionais", e em como Tom Zé estava disposto a não contemporizar com isso. À esperada resposta da aeromoça -- "Desculpe, não temos" -- ele começou a desapertar o cinto de segurança e, fazendo menção de levantar-se, disse -- dirigindo-se a minha, não a ela: "Então eu vou-me embora. Mande parar essa caravela". A verdade com que essas palavras foram ditas assustou-nos, a mim e à moça, pois, embora, soubéssemos impossível obedecer a tão absurda ordem, sentíamos, na determinação com que esta fora dada, que ela se imporia de alguma maneira."
A simples viagem de avião com Tom Zé de Salvador para São Paulo já deu o tom do que seria sua atuação. O Caravelle da Cruzeiro do Sul -- aeronave cuja modernidade de linhas me encantava como um samba de Jobim ou um prédio de Niemeyer --, voando em céu azul, parecia que ia explodir com a vibração da presença de Tom Zé. E isso chegou a exteriorizar-se até o conhecimento da aeromoça e quem sabe de outros passageiros. Não que ele se mostrasse nervoso por estar voando -- embora sua ostentação de estranheza em relação a tudo o que se passava no avião indicasse (talvez enganosamente) que ele nunca tinha voado --, mas seu sotaque e suas expressões arcaicas pareciam agredir a realidade tecnológica da aviação e o conforto burguês dos "serviços" de consumo: ele estava me dizendo -- e dizendo a si mesmo e ao mundo -- que ia, sim, para São Paulo, mas que permaneceria irredutível quanto a certos princípios e traços de caráter. Ele lidava de modo inventivo -- e bizarramente elegante -- com o medo da mudança de situação. Referia-se ao avião em que estávamos como "essa caravela", indicando intimidade e estranheza ao mesmo tempo, e, por trás dessa ironia, comentando o sentido de partida para outro continente que essa viagem tinha para ele. Quando a aeromoça se aproximou para perguntar o que queríamos beber, ele respondeu certamente: "Cachaça". Havia humor na obviedade de seu conhecimento de que não deviam servir cachaça a bordo. Mas a sinceridade de seu ar desafiador -- embora não impolido -- levava a pensar em como era ridícula a pretensão de refinamento da freguesia desses serviços (não havia, por exemplo, uma só aeromoça preta em qualquer companhia de aviação brasileira) tornados amorfamente "internacionais", e em como Tom Zé estava disposto a não contemporizar com isso. À esperada resposta da aeromoça -- "Desculpe, não temos" -- ele começou a desapertar o cinto de segurança e, fazendo menção de levantar-se, disse -- dirigindo-se a minha, não a ela: "Então eu vou-me embora. Mande parar essa caravela". A verdade com que essas palavras foram ditas assustou-nos, a mim e à moça, pois, embora, soubéssemos impossível obedecer a tão absurda ordem, sentíamos, na determinação com que esta fora dada, que ela se imporia de alguma maneira."
Charadas #250
"Terá que haver alguma saída daqui."
Anteriores:
#249 - Ramones - The KKK Took My Baby Away; #248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
Anteriores:
#249 - Ramones - The KKK Took My Baby Away; #248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
O Cordel
Os brasileiros Cordel do Fogo Encantado foram uma das revelações do FMM Sines deste ano. Muito contribuiu para tal a agilidade dramática e lírica do vocalista Lirinha, que escreve letras como esta, que se pode encontrar no (magnífico) primeiro álbum do grupo e que constituiu, aliás, um dos pontos mais altos da actuação no Castelo de Sines:
Cordel Do Fogo Encantado - Chover (ou Invocação Para Um Dia Líquido)
by Lirinha; Clayton Barros
Cordel Do Fogo Encantado - Chover (ou Invocação Para Um Dia Líquido)
by Lirinha; Clayton Barros
"O sabiá no sertão
Quando canta me comove
Passa três meses cantando
E sem cantar passa nove
Porque tem a obrigação
De só cantar quando chove*
Chover chover
Valei-me Ciço o que posso fazer
Chover chover
Um terço pesado pra chuva descer
Chover chover
Até Maria deixou de moer
Chover chover
Banzo Batista, bagaço e banguê
Chover chover
Cego Aderaldo peleja pra ver
Chover chover
Já que meu olho cansou de chover
Chover chover
Até Maria deixou de moer
Chover chover
Banzo Batista, bagaço e banguê
Meu povo não vá simbora
Pela Itapemirim
Pois mesmo perto do fim
Nosso serão tem melhora
O céu tá calado agora
Mais vai dar cada trovão
De escapulir torrão
De paredão de tapera**
Bombo trovejou a chuva choveu
Choveu choveu
Lula Calixto virando Mateus
Chover chover
O bucho cheio de tudo que deu
Chover chover
suor e canseira depois que comeu
Chover chover
Zabumba zunindo no colo de Deus
Chover chover
Inácio e Romano meu verso e o teu
Chover chover
Água dos olhos que a seca bebeu
Quando chove no sertão
O sol deita e a água rola
O sapo vomita espuma
Onde um boi pisa se atola
E a fartura esconde o saco
Que a fome pedia esmola**
Seu boiadeiro por aqui choveu
Seu boiadeiro por aqui choveu
Choveu que amarrotou
Foi tanta água que meu boi nadou***
*Zé Bernardinho
**João Paraíbano
***Toque pra boiadeiro
terça-feira, 8 de agosto de 2006
Já há cartaz para o Barreiro Rocks!
Em Outubro, no pavilhão do Grupo Desportivo dos Ferroviários do Barreiro:
Dia 6 - Vicious 5, Black Time, Blood Safari, Atom Rhumba
Dia 7 - Wau y Los Arrrghs!!!, Los Ass-Draggers, The Fatals, Gallon Drunk (SIM, OS GALLON DRUNK!)
Festas de apresentação: 15 de Setembro @ Cáceres, 16 de Setembro @ Madrid, 23 de Setembro @ Braga, 4 de Outubro @ Barreiro.
Dia 6 - Vicious 5, Black Time, Blood Safari, Atom Rhumba
Dia 7 - Wau y Los Arrrghs!!!, Los Ass-Draggers, The Fatals, Gallon Drunk (SIM, OS GALLON DRUNK!)
Festas de apresentação: 15 de Setembro @ Cáceres, 16 de Setembro @ Madrid, 23 de Setembro @ Braga, 4 de Outubro @ Barreiro.
Charadas #249
"Foi de férias para LA, mas nunca lá chegou."
Anteriores:
#248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
Anteriores:
#248 - The Pogues - If I Should Fall From Grace With God; #247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
O raio do umbigo
"Todavia, o êxtase generalizado aconteceu já depois das quatro da madrugada com um set incendiário do colectivo Bailarico Sofisticado. O trio de djs soube como manter o povo bem desperto cruzando ska com klezmer ou reggae com favela funk." (in JN)
"...pelo Bailarico Sofisticado, que fez a multidão cansada e saciada dançar até muito depois do sol nascer." (in is this april / diário do fim do mundo)
"...Ivo Papasov (que fechou da melhor maneira a sessão de concertos desta edição 2006, à beira da praia e com os ponteiros do relógio a caminharem para a manhã de Domingo, antes do desvario colectivo dos amigo do Bailarico Sofisticado)" (in os homens não se querem bonitos)
"Foram horas seguidas de folia. Horas que passaram a correr, de repente era de dia, o som continuava a puxar a dança, o cenário da praia ao amanhecer é deslumbrante, e o povo não dava sinais de cansaço." (in grandesons)
"...e ganhar forças para a grande festa que foi o Bailarico Sofisticado. Que conseguiram por largas centenas de pessoas aos pulos e a transpirar por todo o lado! Do ca-ra-lho!! Mesmo!!!" (in inominavel)
"e do final de festa arrasador no sábado, já o sol tinha nascido, do Bailarico Sofisticado (três rapazes da rapaziada do nº3, 3º esq., estes não com algumas dezenas mas com muitas centenas de freaks a dançar à frente deles...)." (in raízes e antenas)
puxa, obrigado. ;)
"...pelo Bailarico Sofisticado, que fez a multidão cansada e saciada dançar até muito depois do sol nascer." (in is this april / diário do fim do mundo)
"...Ivo Papasov (que fechou da melhor maneira a sessão de concertos desta edição 2006, à beira da praia e com os ponteiros do relógio a caminharem para a manhã de Domingo, antes do desvario colectivo dos amigo do Bailarico Sofisticado)" (in os homens não se querem bonitos)
"Foram horas seguidas de folia. Horas que passaram a correr, de repente era de dia, o som continuava a puxar a dança, o cenário da praia ao amanhecer é deslumbrante, e o povo não dava sinais de cansaço." (in grandesons)
"...e ganhar forças para a grande festa que foi o Bailarico Sofisticado. Que conseguiram por largas centenas de pessoas aos pulos e a transpirar por todo o lado! Do ca-ra-lho!! Mesmo!!!" (in inominavel)
"e do final de festa arrasador no sábado, já o sol tinha nascido, do Bailarico Sofisticado (três rapazes da rapaziada do nº3, 3º esq., estes não com algumas dezenas mas com muitas centenas de freaks a dançar à frente deles...)." (in raízes e antenas)
puxa, obrigado. ;)
Hipnótica em estúdio
Está já a ser preparado o sucessor de "Reconciliation" (ou, em rigor, de "Breves histórias sob o efeito de Hipnótica", o livro-CD que celebrou os 10 anos dos Hipnótica, ou, ainda com mais rigor, da banda sonora do filme "Pele"). O álbum vai ter, uma vez mais, a produção a cargo de Wolfgang Shloegl (Sofa Surfers, i-Wolf).
Entretanto, o grupo gravou também uma versão para "Venus in Furs", dos Velvet, que será incluída num tributo a editar pela editora portuguesa Skud&Smarty.
www.myspace.com/hipnoticapt
Entretanto, o grupo gravou também uma versão para "Venus in Furs", dos Velvet, que será incluída num tributo a editar pela editora portuguesa Skud&Smarty.
www.myspace.com/hipnoticapt
segunda-feira, 7 de agosto de 2006
No regresso às aulas, eu quero...

...um concerto dos Green Machine pelas bandas de cá!
Não é nada de novo, é certo, mas é do mais excitante psycho-garage-punk-rock'n'roll que ouvi fazer-se por cá nos últimos tempos...
(Um gajo regressa ao trabalho, põe isto nos ouvidos e só dá vontade de partir o escritório, caramba...)
DESÇAM CÁ ABAIXO, SEUS TRIPEIROS! :)
www.myspace.com/greenmachinesucks
Chico Buarque de Budapeste
Já se sabia que Chico era um génio. Não só na música, mas também nas letras propriamente ditas, daquelas impressas no papel. Bom, eu não seria capaz de afirmar esta última conclusão, já que apenas me estreei agora com o "Budapeste". Mas estou quase pronto a fazê-lo. É que "Budapeste" é daquelas obras que só deixam o leitor respirar no final da última página, que o fazem levar o livro para qualquer lado, porque se fica desconfortável em qualquer lado se não se puder continuar a ler a história do ghost writer José Costa (ou Kosta Zsoze, se calhar). Um tipo fica de cara à banda perante o virtuosismo no domínio das palavras e das frases. Um tipo apaixona-se.
Amesterdão em vídeo
Esta sugestão corria o risco de ficar perdida nuns comentários ali mais abaixo. Para quem ainda não foi lá, apontem já as baterias dos vossos firefoxes, IEs e afins para www.fabchannel.com. O que é? Um repositório de gravações vídeo de diversos concertos realizados no Paradiso e no Melkweg, as duas míticas salas de Amesterdão. Obrigado pela dica, rf.
Charadas #248
"Deixem-me ir, rapazes, nessa lama onde os rios secam."
Anteriores:
#247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
Anteriores:
#247 - Os Resentidos - Galicia Canibal; #246 - Marc Bolan & The T-Rex - Cosmic Dancer; #245 Joy Division - Disorder; #244 - Pink Floyd - Wish You Were Here; #243 - Einstürzende Neubauten - Armenia; #242 - Sonic Youth - Flower; #241 - Violent Femmes - Add it Up; #240 - Devo - Whip it!; #239 - PJ Harvey - Water; #238 - Pulp - Common People; #237 - Serge Gainsbourg - Requiem pour un Con; #236 - Van Morrison - Gloria; #235 - The Clash - Guns of Brixton; #234 - The Beatles - Helter Skelter; #233 - David Bowie - Rebel Rebel; #232 - The Rolling Stones - Gimme Shelter; #231 - Bob Marley - Redemption Song; #230 - Nick Cave & The Black Seeds - Jack the Ripper; #229 - The Velvet Underground - All Tomorrow's Parties
O "regresso às aulas"
Independentemente da quebra de rotinas em Agosto, começam já a chegar notícias do regresso em força das mesmas já para o próximo mês. Sim, concertos e dos bons. Dia 25 e 26 de Setembro, por exemplo, regressam ao nosso país três rapazes que assinaram um dos melhores discos deste ano (aqui na opinião do gerente do tasco). Os anteriores concertos do trio foram demoníacos... Lá para sexta, os mais distraídos saberão de quem se trata.
Lisboa em Agosto
Sempre preferi estar em Lisboa pelo mês de Agosto, vá-se lá saber porquê. Talvez porque a cidade esteja (estivesse) mais deserta por esta altura do ano, oferecendo assim algum descanso para o rodopio desgastante que regista durante todos os outros meses. Mas já não é bem assim. Talvez por culpa dos turistas, talvez por culpa dos que passaram a ter a mesma atitude que eu, o Agosto já não é sinal de descanso nas ruas de Lisboa. E, para piorar, tudo está fechado. Não dá para ir ver concertos à ZDB ou ao Mercado, porque estão fechados. Não dá para ir arrastar o pé para o Incógnito, porque está fechado. Bom, talvez o melhor seja mesmo alinhar nas virtudes de uma quebra nas rotinas, portanto.
Para contactos via email, usem, sff, o vitor (ponto) junqueira (at) gmail (ponto) com. Evitem o mail da conta mão-morta, porque o spam deu completamente cabo desta...
Subscrever:
Mensagens (Atom)



