sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Amanhã? BARREIRO.

Um pequeno estágio para quem amanhã se deslocar até ao Pavilhão dos Ferroviários, para mais uma edição do Barreiro Rocks (mais informações em www.barreirorocks.org

FAST EDDIE NELSON



XUNGARIA NO CÉU



NICOTINE'S ORCHESTRA



VICTOR TORPEDO SHOW



MURDERING TRIPPING BLUES



MARK SULTAN/BBQ

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Duas ou três notas soltas a propósito do concerto dos National, ontem

1. Se outrora foi um obstáculo a que as coisas acontecessem, hoje é uma oportunidade magnífica para nós que vamos a concertos e que vivemos nesta ponta da Europa. As digressões ora começam, ora acabam aqui. Se começam, a malta vem cheia de garra, que compensa a falta de ritmo, de ensaios. Se acabam, a malta vem com o espetáculo bem oleado e entrega-se como se não houvesse amanhã, porque é a última noite, porque já têm saudades dos palcos e dos saltos entre países, porque não importa que a voz fique rouca no dia seguinte. O Matt Berninger deve estar afónico hoje.

2. Faltou aos National um Live Aid
(Ou isso ou, claro, os tempos são diferentes. Se os tempos fossem os mesmos, a esta altura os National já esgotariam estádios como os outros nas digressões do "The Joshua Tree" ou do "Rattle and Hum". Mas vêm-se aflitos para encher metade de três quartos do Atlântico. E ainda é o melhor que conseguem, vendo as outras datas por essa Europa fora.)

3. O Pavilhão Atlântico já era mau o suficiente para concertos de rock, quando não tinha a publicidade que agora o reveste a cada nesga em que caibam as três letras da marca que o patrocina.

domingo, 10 de novembro de 2013

Alinhamento, a cru, dos Pixies

E não é que o gordo e os amigos até deram concertaço, para um Coliseu cheio de grisalhos e carecas, betos e alternativos dos 90s, pais e filhos, gajos que batem palminhas e pessoas com algum tino na cabeça? Segue-se o alinhamento, diretamente das poucas notas sacadas a meio do slam com os betos e desta memória que perde em qualquer concurso com qualquer espécie de peixe, no estado mais cru (e falível, bem entendam) possível:

1. Planet of Sound
2. Cactus Tree
3. Bagboy
4. What Goes Boom
5. Outra das novas, acho, igualmente foleira (ou isso ou era a versão dos Fall, mas pouco ou nada percetível)
6. Ainda outra nova, não interessa
7. Alec Eiffel
8. Broken Face
9. Debaser
10. Tony's Theme
11. Something Against You
12. I Bleed
13. ?
14. Bone Machine
15. Here Comes Your Man (como gostam tanto disto os betos barrigudos)
16. Nova, aquela que parece do Neil Young
17. In Heaven, Lady in the Radiator Song (foda-se, foda-se, isto podia acabar aqui... TOCARAM A PORRA DA LADY IN THE RADIATOR SONG!!!)
18. (Aquela acústica que parece uma balada dos Pet Shop Boys)
19. Bone Machine ('PERA LÁ!, agora é que foi a Bone Machine... fica no ar a que foi a número 14)
20. Subbacultcha
21. Monkey Gone to Heaven
22. Crackity Jones
23. It's Educational
24. I've Been Tired (ninguém reagiu ao "I Like Lou Reed"...)
25. The Sad Punk (?)
26. Tame
27. Ed is Dead
28. Nimrod's Son
29. Holiday Song
30. Where is my Mind?

Encore:

31. Hey
32. Cariboy
33. Gouge Away

(Mais de 30 temas. É obra, mesmo que a maior parte delas tenha menos de três minutos e seja tocada de seguida, sem parar.)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

As remunerações do streaming

Na sequência do artigo das 13 maiores mentiras da indústria musical moderna, e na observação particular daquelas que se referem ao streaming, aqui fica um quadro com as remunerações para os artistas das principais plataformas online de reprodução, compilado pelo Social Band neste outro excelente artigo.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

As 13 maiores mentiras da indústria musical moderna?

Lie #1: Great music will naturally find its audience.

The Lie: The greatest music and artists will eventually connect with their audiences, naturally, thanks to a perfectly-lubricated, social, and borderless internet.

“Our kids are going to watch exactly what they want to watch, not necessarily what’s marketed to them,” then Topspin CEO Ian Rogers said as recently as 2010, while constantly underscoring that “quality is hyperefficient.”

The Truth: Just like the analog old days, most great music gets left behind and wallows in obscurity if not substantially backed or otherwise supported financially. In fact, the biggest songs on the planet are often those blasted the loudest on the biggest platforms – and oftentimes, the most money from major labels (ie, Katy Perry, Pitbull, Flo Rida, etc.)


Esta é apenas um de 13 eventuais mitos sobre a indústria musical moderna publicados em recente artigo artigo interessante do Digital Musical News.